{"id":13139,"date":"2008-09-17T16:15:00","date_gmt":"2008-09-17T16:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13139"},"modified":"2008-09-17T16:15:00","modified_gmt":"2008-09-17T16:15:00","slug":"os-ordenados-escandalosos-que-ja-nao-escandalizam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/os-ordenados-escandalosos-que-ja-nao-escandalizam\/","title":{"rendered":"Os ordenados escandalosos que j\u00e1 n\u00e3o escandalizam"},"content":{"rendered":"<p>Uma pedrada por semana <!--more--> A revista S\u00e1bado (4-10 de Setembro) d\u00e1 nota dos ordenados maiores, recebidos por portugueses e estrangeiros que c\u00e1 trabalham e vivem: dos pol\u00edticos aos empres\u00e1rios, dos actores aos gestores, dos banqueiros aos futebolistas, dos m\u00e9dicos aos ju\u00edzes, dos apresentadores de TV aos advogados\u2026 S\u00e3o sessenta personalidades, na sua maioria caras conhecidas de todos n\u00f3s. E diz-se na reportagem como se fez o apuramento e quais as fontes de informa\u00e7\u00e3o usadas\u2026<\/p>\n<p>De longe, bem de longe, os futebolistas est\u00e3o no top. Um futebolista do FCP recebe vinte vezes mais que o Procurador Geral da Rep\u00fablica; uma actriz da SIC mais que o Primeiro Ministro; um apresentador da TVI sete vezes mais que os Presidentes do Supremo Tribunal da Justi\u00e7a, do Tribunal Constitucional ou do Tribunal de Contas\u2026<\/p>\n<p>Eu gostava de ser capaz de ler, ver e comentar, com objectividade, esta realidade. Nem tento. Todos sabemos que h\u00e1 trabalhos que, pela sua complexidade e responsabilidade, devem ser bem pagos, de outro modo n\u00e3o h\u00e1 quem os fa\u00e7a com compet\u00eancia\u2026 Mas outros, por exemplo no mundo do futebol, com ordenados mensais de 114 mil, 107 mil, 85 mil euros\u2026 E eu at\u00e9 gosto de futebol.<\/p>\n<p>N\u00e3o entendo e, antes que grite o que me vai c\u00e1 dentro, \u00e9 melhor calar\u2026 Por agora.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Marcelino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pedrada por semana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-13139","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13139","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13139"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13139\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}