{"id":13279,"date":"2008-10-08T16:27:00","date_gmt":"2008-10-08T16:27:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13279"},"modified":"2008-10-08T16:27:00","modified_gmt":"2008-10-08T16:27:00","slug":"somos-convidados-para-um-banquete-universal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/somos-convidados-para-um-banquete-universal\/","title":{"rendered":"Somos convidados para um banquete universal"},"content":{"rendered":"<p>\u00c0 Luz da Palavra &#8211; XXVIII Domingo do Tempo Comum &#8211; A <!--more--> A liturgia deste domingo apresenta-nos a imagem do \u201cbanquete\u201d como s\u00edmbolo da Alian\u00e7a entre Deus e o seu povo. Atrav\u00e9s desta imagem, a Palavra descreve o mundo de felicidade, de amor, de alegria, de fraternidade, que Deus quer oferecer a todos os seus filhos e filhas. A pr\u00f3pria Eucaristia foi institu\u00edda no interior de um banquete. \u00c0 Eucaristia chamamos \u201csagrado banquete\u201d.<\/p>\n<p>Na primeira leitura, Isa\u00edas anuncia-nos o \u201cbanquete\u201d que Deus vai oferecer a todos os povos. Aceitar o convite para participar neste banquete significa aceitar Deus na nossa vida e, como consequ\u00eancia viver em paz e alegria desde aqui e gozar da felicidade eterna a que somos chamados no fim da nossa vida sobre a terra. E esta felicidade que nos adv\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o no \u201cbanquete\u201d celeste \u00e9 oferecida a todos, mulheres e homens, pobres e ricos, crist\u00e3os e pag\u00e3os, pecadores e fi\u00e9is. \u00c9 um banquete universal! N\u00e3o h\u00e1 nenhuma condi\u00e7\u00e3o humana, que nos possa impedir de ter acesso a este banquete, se n\u00f3s quisermos. O convite ao banquete foi-nos dirigido no dia do nosso baptismo. Como tenho respondido a esta oferta do Pai? Vivo em comunh\u00e3o com Ele?<\/p>\n<p>No evangelho Mateus, atrav\u00e9s de uma par\u00e1bola, retoma a imagem do \u201cbanquete\u201d. Aqui percebemos melhor a universalidade do convite ao banquete, quer dizer, ao Reino de Deus, desde aqui e agora. Por\u00e9m, somos advertidos de que precisamos de tomar a s\u00e9rio o convite de Deus e dar-lhe prioridade, pois nada nos deve distrair das exig\u00eancias e compromissos que assumimos com o nosso baptismo. A \u00faltima parte da par\u00e1bola, no entanto, confunde-nos. \u201cAmigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?\u201d E, depois do homem ser castigado, o evangelista conclui: \u201cNa verdade, muitos s\u00e3o os chamados, mas poucos os escolhidos\u201d. Este incisivo \u00e9 pr\u00f3prio de Mateus, e parece n\u00e3o ligar bem com a primeira parte da par\u00e1bola. Contudo, esta interpela\u00e7\u00e3o quer real\u00e7ar a import\u00e2ncia das boas obras dos que s\u00e3o convidados, da justi\u00e7a ou santidade, que simboliza a veste nupcial. O convite do Senhor \u00e9 gratuito e exigente, ao mesmo tempo. Os frutos que eu produzo, frutos de pecado ou de vida, \u00e9 que me qualificam, de modo a ser realmente chamado e escolhido, ao mesmo tempo. E, desde agora e aqui, onde vivo. Sou s\u00e9rio e coerente com a vida nova que Jesus me deu no meu baptismo? <\/p>\n<p>Na segunda leitura, Paulo diz-nos que aprendeu a viver na pobreza e na abund\u00e2ncia. N\u00e3o s\u00e3o as coisas materiais, isto \u00e9, o ter muito ou pouco, que nos aproxima ou afasta de Deus. O essencial \u00e9 a nada nos apegarmos, porque s\u00f3 o Senhor \u00e9 a nossa seguran\u00e7a, s\u00f3 Ele \u00e9 verdadeiramente rico e magn\u00e2nimo para fazer face a todas as nossas necessidades. E, quantas vezes, estas s\u00e3o, sobretudo, de natureza espiritual e afectiva. Na minha vida dou prioridade \u00e0 vida espiritual, de uni\u00e3o a Deus e confio nele acima de tudo? <\/p>\n<p>Leituras do XXVIII Domingo Comum: Is 25,6-10a; Sl 23 (22); Fl 4,12-14.19-20; Mt 22,1-14<\/p>\n<p>Deolinda Serralheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 Luz da Palavra &#8211; XXVIII Domingo do Tempo Comum &#8211; A<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-13279","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13279","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13279"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13279\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}