{"id":13368,"date":"2009-01-14T14:50:00","date_gmt":"2009-01-14T14:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13368"},"modified":"2009-01-14T14:50:00","modified_gmt":"2009-01-14T14:50:00","slug":"natal-a-segunda-criacao-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/natal-a-segunda-criacao-de-deus\/","title":{"rendered":"Natal &#8211; A segunda cria\u00e7\u00e3o de Deus"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores <!--more--> \u00abNo princ\u00edpio\u00bb: Assim come\u00e7a a B\u00edblia (G\u00e9nesis 1,1). Desde muito cedo que esta palavra \u00abprinc\u00edpio\u00bb me inquietou. O que \u00e9 que havia antes? Mesmo passando para a esfera cient\u00edfica e segundo a teoria geralmente aceite do \u00abBig Bang\u00bb em que o Universo se expandiu a partir duma explos\u00e3o inicial de energia ocorrida numa frac\u00e7\u00e3o infinitesimal de tempo, se volta a colocar a mesma quest\u00e3o: e antes? Como foi provocada? \u00c9 nesta quest\u00e3o inicial que se centraliza a grande divis\u00e3o entre crentes e agn\u00f3sticos.<\/p>\n<p>A primeira coisa necess\u00e1ria para andarmos com seguran\u00e7a \u00e9 a luz. Ent\u00e3o, a primeira coisa que Deus fez na sua obra criadora foi converter as trevas em luz (ser\u00e1 isto o \u00abBig Bang\u00bb?). Deus \u00e9 luz por sua pr\u00f3pria natureza e tudo o que ele faz \u00e9 para manifestar a luz da verdade. J\u00e1 Einstein dizia: \u00abA luz \u00e9 a sombra de Deus\u00bb.<\/p>\n<p>Mas depois surgiu-nos uma outra pergunta imediata: Para qu\u00ea? E s\u00f3 podemos concluir que, se Deus criou o universo, o Seu fim \u00faltimo, ap\u00f3s milh\u00f5es de anos, foi o surgimento do homem. Deus fez tudo j\u00e1 pensando neste \u00faltimo passo. Por que criar e dividir a luz das trevas? \u00c9 claro que Deus n\u00e3o precisava da luz, j\u00e1 que ele existia antes dela! Por que separar terra firme e c\u00e9us? Deus \u00e9 Esp\u00edrito e n\u00e3o precisa de lugares f\u00edsicos para sua morada. Deus criou as estrelas para servir de sinais. Mas a \u00fanica parte de toda esta cria\u00e7\u00e3o que \u00e9 capaz de observar e entender sinais \u00e9 o homem.<\/p>\n<p>Deste modo, sentimos a cria\u00e7\u00e3o de Deus em toda a parte, desde a abelha que poliniza uma flor at\u00e9 ao nascimento dos nossos filhos. Mas Deus deu tamb\u00e9m ao homem a capacidade de ser livre para o encontrar ou n\u00e3o. E \u00e9 assim que, num s\u00e9culo em que houve uma explos\u00e3o no desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico (basta recordar que o primeiro autom\u00f3vel surgiu em Portugal s\u00f3 h\u00e1 113 anos) criamos, contraditoriamente, cada vez mais desordem na ordem de Deus. E parece que queremos destruir a Sua obra destruindo o ambiente e a terra onde vivemos. <\/p>\n<p>Neste tempo de Natal, esquecemos que foi Deus que, por sua natureza divina e em sua miseric\u00f3rdia, ainda quis restaurar a Sua ordem, e por isso enviou o seu filho, Jesus. Onde h\u00e1 trevas, Cristo diz: \u201cEu sou a luz do mundo; quem me segue n\u00e3o andar\u00e1 nas trevas; pelo contr\u00e1rio, ter\u00e1 a luz da vida\u201d. \u00c9 esta a nova luz que temos de procurar. A quest\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 reconhecer na cria\u00e7\u00e3o que Deus existe mas sim que Jesus Cristo veio para fazer a nova obra criadora de Deus, nos cora\u00e7\u00f5es e nas almas dos homens. E \u00e9 este pensamento que procuramos incutir aos nossos filhos: o nascimento do menino Jesus \u00e9 a segunda cria\u00e7\u00e3o de Deus.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Manuel Querido, Aveiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-13368","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13368","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13368"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13368\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13368"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13368"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13368"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}