{"id":13371,"date":"2009-01-14T14:55:00","date_gmt":"2009-01-14T14:55:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13371"},"modified":"2009-01-14T14:55:00","modified_gmt":"2009-01-14T14:55:00","slug":"navios-aveirenses-rumam-ao-atlantico-norte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/navios-aveirenses-rumam-ao-atlantico-norte\/","title":{"rendered":"Navios aveirenses rumam ao Atl\u00e2ntico Norte"},"content":{"rendered":"<p>Aumento das quotas de pesca e baixa dos combust\u00edveis faz regressar frota portuguesa ao Atl\u00e2ntico Norte <!--more--> No corrente ano, Portugal obteve um significativo aumento das suas quotas de pesca no Atl\u00e2ntico Norte, com destaque para as do bacalhau, e tamb\u00e9m de algumas outras esp\u00e9cies de import\u00e2ncia para a economia portuguesa, de acordo com o resultado do acordo de pesca alcan\u00e7ado no recente Conselho Europeu.<\/p>\n<p>A par desse aumento das quotas naquela zona do Atl\u00e2ntico, assiste-se a uma baixa significativa nos custos dos combust\u00edveis. A conjuga\u00e7\u00e3o desses dois factores \u00e9 relevante para o relan\u00e7amento da frota de pesca long\u00ednqua portuguesa, nomeadamente da que est\u00e1 sediada no Porto de Aveiro.<\/p>\n<p>O Grupo Silva Vieira, um dos principais grupos econ\u00f3micos do sector pesqueiro portugu\u00eas, com sede na Gafanha da Nazar\u00e9, respons\u00e1vel por cerca de 44% das capturas portuguesas de bacalhau, acaba de decidir enviar tr\u00eas navios para os bancos de pesca do Atl\u00e2ntico Norte, embarca\u00e7\u00f5es que estavam atracadas desde meados de 2008, devido essencialmente aos elevados custos que os combust\u00edveis atingiram nesse Ver\u00e3o. Agora, com o envio desses tr\u00eas navios, cerca de 170 trabalhadores dos que nessa altura ficaram desempregados, regressam ao trabalho.<\/p>\n<p>Esses tr\u00eas navios s\u00e3o o \u201cAveirense\u201d e o \u201cPraia de Santa Cruz\u201d, que t\u00eam por rumo os mares da Noruega, onde dever\u00e3o pescar bacalhau, palmeta, red fish e solha, e o \u201cBrites\u201d, que ir\u00e1 para os bancos de pesca ao largo do Canad\u00e1.  <\/p>\n<p>Cardoso Ferreira<\/p>\n<p>Aumenta da pesca do bacalhau e quebra na do atum<\/p>\n<p>Portugal \u201cviu refor\u00e7adas as suas quotas para 2009, nas esp\u00e9cies mais importantes para a economia nacional\u201d, refere uma nota emitida pelo Gabinete do Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.<\/p>\n<p>Segundo essa nota, \u201cos totais admiss\u00edveis de capturas (TAC) e a sua distribui\u00e7\u00e3o pelos 27 Estados-Membros permitem a Portugal, em 2009, pescar mais 13% de bacalhau da Noruega (2605 toneladas) e 1897 toneladas de bacalhau de Svalbard, mais 22%. Igualmente, no que respeita \u00e0 pescada, Portugal conseguiu aumentar a sua quota em 15%, face a 2008, para as 2420 toneladas\u201d.<\/p>\n<p>O maior aumento percentual (33%) verificou-se na quota da sarda, seguida das quotas do espadarte no Atl\u00e2ntico Norte (26%), do bacalhau de Svalbard (22%), da pescada (15%) e do bacalhau da Noruega (13%). <\/p>\n<p>A maior quebra percentual ocorreu na quota do atum rabilho (no Atl\u00e2ntico Este e no Mediterr\u00e2neo), que atingiu 23%. Seguem-se as quotas do tamboril (- 10%) e do espadarte no Atl\u00e2ntico Sul (-7%). <\/p>\n<p>Em 2009, mantiveram-se iguais a 2008 as quotas do carapau, do badejo, do linguado, da solha e da maruca.<\/p>\n<p>A nota do gabinete de Jaime Silva sublinha ainda que \u201c\u00e0 margem da negocia\u00e7\u00e3o das quotas, Portugal foi ainda louvado pela sua actua\u00e7\u00e3o contra a pesca ilegal, em particular face ao caso do barco de bandeira panamiana \u00abRed\u00bb, retido no porto de Aveiro, que foi recentemente inclu\u00eddo na \u00ablista negra\u00bb da Comiss\u00e3o de Pescas do Atl\u00e2ntico Norte (NEAFC) e que ser\u00e1 passado para um estaleiro em Portugal para abate\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aumento das quotas de pesca e baixa dos combust\u00edveis faz regressar frota portuguesa ao Atl\u00e2ntico Norte<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-13371","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13371","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13371"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13371\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13371"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13371"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13371"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}