{"id":13461,"date":"2008-10-23T10:07:00","date_gmt":"2008-10-23T10:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13461"},"modified":"2008-10-23T10:07:00","modified_gmt":"2008-10-23T10:07:00","slug":"duplo-mandamento-do-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/duplo-mandamento-do-amor\/","title":{"rendered":"Duplo mandamento do amor"},"content":{"rendered":"<p>\u00c0 LUZ DA PALAVRA &#8211; XXX Domingo do Tempo Comum &#8211; A <!--more--> Amar como Deus ama, isto \u00e9 viver o amor \u201cagap\u00e9\u201d \u00e9 o convite que hoje nos \u00e9 dirigido, atrav\u00e9s da liturgia deste Domingo. Deus ama com predilec\u00e7\u00e3o cada um dos seus filhos e filhas. Tendencialmente, dedica maior amor aos desprotegidos, que na B\u00edblica s\u00e3o identificados com os \u00f3rf\u00e3os, vi\u00favas, estrangeiros e pobres materialmente. <\/p>\n<p>Na primeira leitura, o Senhor adverte-nos de que, apesar ser incondicional o amor, h\u00e1 no entanto, certa categoria de pessoas que, \u00e0 partida, devemos amar. E, se o n\u00e3o fizermos, irritaremos o Senhor. Estas pessoas s\u00e3o o estrangeiro, o pobre, a vi\u00fava, aqueles que Deus mais protege, porque normalmente menos amados por n\u00f3s. Todavia, \u00e9 para os mais pobres e desprotegidos que o Esp\u00edrito Santo nos impele ao amor, sendo esta uma prova de que Deus vive em n\u00f3s e em n\u00f3s \u00e9 perfeito o seu amor. Porque, se s\u00f3 amamos os que nos amam e aquelas que nos podem retribuir com amor, que fazemos de especial? <\/p>\n<p>No evangelho Mateus afirma: \u201cAmar\u00e1s o Senhor teu Deus e o pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d. Nestes dois mandamentos se resumem toda a Lei e os Profetas. Frequentes vezes, a B\u00edblia nos apresenta este duplo mandamento, como sendo o essencial do querer de Deus para n\u00f3s, como exig\u00eancia fundamental para se viver em alian\u00e7a com Ele. Desta vez, \u00e0 pergunta do doutor da Lei sobre qual \u00e9 o maior mandamento, o Mestre amplia a resposta falando-lhe do primeiro e tamb\u00e9m do segundo, isto \u00e9 do \u201cAmar\u00e1s o Senhor teu Deus com todo o teu cora\u00e7\u00e3o, com toda a tua alma e com todo teu esp\u00edrito\u201d, a n\u00e3o poder ser cumprido sem o seu complemento: \u201cAmar\u00e1s o teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d, porque este \u00e9 semelhante ao primeiro. Criados por Deus e para Deus, e dele dependentes em tudo, como o centro vital de onde nos vem todo o ser, existir e agir, estamos contaminados com profundas ra\u00edzes malignas, que invertem esta ordem, que poderia ser natural, fazendo-nos rodopiar em volta de n\u00f3s mesmos, quais narcisistas, que se comprazem na contempla\u00e7\u00e3o de si mesmos e da obra das suas m\u00e3os. Da\u00ed a necessidade de cultivarmos o h\u00e1bito da leitura da palavra de Deus, feita ora\u00e7\u00e3o e vida no quotidiano da nossa exist\u00eancia. Que valor dou eu \u00e0 palavra que escuto e leio em cada domingo?\t <\/p>\n<p>Paulo, na segunda leitura, elogia a comunidade de Tessal\u00f3nica, por ter crescido na comunh\u00e3o com o Pai, em Jesus Cristo, cumprindo o mandamento do amor pelo acolhimento a Deus e aos irm\u00e3os. \u00c9 uma comunidade crist\u00e3 modelo, que nos interpela a n\u00f3s, hoje, que tamb\u00e9m integramos comunidades paroquiais e que formamos comunidades de trabalho. Que testemunho crist\u00e3o damos n\u00f3s a\u00ed? Que acolhimento fazemos \u00e0s pessoas? Como lhes revelamos o amor com que Deus nos ama? <\/p>\n<p>Leituras do XXX Domingo Comum: Ex 22,20-26; Sl 18,2-3.7.47.51 (17); 1 Tes 1,5c-10; Mt 22,34-40<\/p>\n<p>Deolinda Serralheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 LUZ DA PALAVRA &#8211; XXX Domingo do Tempo Comum &#8211; A<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-13461","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13461","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13461"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13461\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13461"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13461"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13461"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}