{"id":13587,"date":"2008-11-12T09:47:00","date_gmt":"2008-11-12T09:47:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13587"},"modified":"2008-11-12T09:47:00","modified_gmt":"2008-11-12T09:47:00","slug":"revisao-de-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/revisao-de-vida\/","title":{"rendered":"Revis\u00e3o de vida!"},"content":{"rendered":"<p>Editorial <!--more--> 1 &#8211; Os jubileus s\u00e3o sempre a ocasi\u00e3o oportuna para um conjunto de atitudes importantes. A mem\u00f3ria serve para fazer a festa, para agradecer, para rever e corrigir, para confirmar e revitalizar. <\/p>\n<p>Assim acontece: no jubileu matrimonial, no jubileu do minist\u00e9rio ordenado, no jubileu de uma institui\u00e7\u00e3o\u2026 Mesmo aqueles que os n\u00e3o celebram solenemente, sentem que tais datas s\u00e3o marcantes, ainda que, algumas vezes, por dores profundas de compromissos tra\u00eddos, de objectivos n\u00e3o alcan\u00e7ados. Quantas vezes s\u00e3o at\u00e9 o motivo para um verdadeiro recome\u00e7o! <\/p>\n<p>2 &#8211; Ocorrem diariamente efem\u00e9rides destas, tocando pessoas e grupos. Uma delas, por estes dias, celebra os setenta e cinco anos da Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica em Portugal. N\u00e3o pode, por isso, deixar de interrogar uma imensid\u00e3o de gente, activa na Igreja e com um contributo not\u00e1vel \u00e0 vida social, econ\u00f3mica e pol\u00edtica do pa\u00eds, como tamb\u00e9m n\u00e3o pode deixar de questionar as estruturas de responsabilidade pastoral. <\/p>\n<p>\u00c9 certo que houve desvios, radicalismos, afirma\u00e7\u00f5es doentias de exclusividade apost\u00f3lica, quebra de comunh\u00e3o eclesial\u2026, males comuns a tudo o que, embora suscitado e sustentado pelo divino, se realiza neste inv\u00f3lucro humano.<\/p>\n<p>Mas uma esteira de zelo apost\u00f3lico e santidade tem marcado gera\u00e7\u00f5es, de todos os estratos sociais, de todas as idades, de todas as ra\u00e7as e cores, numa diversidade enriquecedora, que mudou, em muitas circunst\u00e2ncias, a vida das Comunidades onde se implantou.<\/p>\n<p>3 &#8211; Est\u00e3o de p\u00e9, ainda que organizadas em formas novas, sobretudo transformadas de movimentos de massas em fermento de pequenos grupos, algumas das vertentes dessa Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica, idosa de bodas de diamante. E recomendam-se! Pela pr\u00f3pria palavra dos \u00faltimos Papas, a AC n\u00e3o est\u00e1 esgotada, nem ultrapassada!<\/p>\n<p>Em 11 de Outubro passado, em Roma, foi apresentada a \u201cFunda\u00e7\u00e3o Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica Escola de Santidade &#8211; Pio XI\u201d, constitu\u00edda em 2007. O seu objectivo \u00e9 \u201cdar a conhecer santos, beatos, vener\u00e1veis, testemunhas que motivam a viver hoje uma \u00abAC escola de santidade\u00bb, sobretudo para os fi\u00e9is leigos, mas sem esquecer \u00abque a AC continuou a ser fonte de m\u00faltiplas voca\u00e7\u00f5es sacerdotais e religiosas\u00bb\u201d.<\/p>\n<p>O que t\u00eam em comum um jesu\u00edta chileno, uma m\u00e9dica e m\u00e3e italiana, um jovem empregado mexicano, um empres\u00e1rio espanhol, uma menina romana de 6 anos?&#8230; Todos fazem parte dessa pl\u00eaiade de homens e mulheres, de jovens e crian\u00e7as, que moldaram a sua vida, que temperaram o seu fulgor apost\u00f3lico, na Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica.<\/p>\n<p>Se eles, por que n\u00e3o n\u00f3s? Se ontem, por que n\u00e3o hoje? Se esses foram alguns dos muitos frutos, por que fecharmos a vida das Comunidades em modelos estereotipados, ditos conciliares, que tolhem a vida e a iniciativa a leigos capazes e comprometidos, her\u00f3icos e com as m\u00e3os na massa, diferentes mas doados a uma comunh\u00e3o eclesial sem reservas?&#8230; \u00c9 tempo de aprendermos a li\u00e7\u00e3o!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editorial<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[],"class_list":["post-13587","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13587","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13587"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13587\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13587"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13587"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13587"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}