{"id":13588,"date":"2008-11-12T09:50:00","date_gmt":"2008-11-12T09:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13588"},"modified":"2008-11-12T09:50:00","modified_gmt":"2008-11-12T09:50:00","slug":"investimentos-estimados-em-96-milhoes-de-euros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/investimentos-estimados-em-96-milhoes-de-euros\/","title":{"rendered":"Investimentos estimados em 96 milh\u00f5es de euros"},"content":{"rendered":"<p>Polis Litoral Ria de Aveiro <!--more--> 96 milh\u00f5es de euros \u00e9 o valor de investimento previsto para o programa \u201cPolis Litoral Ria de Aveiro &#8211; Opera\u00e7\u00e3o Integrada de Requalifica\u00e7\u00e3o e Valoriza\u00e7\u00e3o da Ria de Aveiro\u201d, que ir\u00e1 decorrer entre 2009 e 2012, conforme referiu Ribau Esteves, presidente da CIRA (Comunidade Intermunicipal da Regi\u00e3o de Aveiro \u2013 Baixo Vouga) e da C\u00e2mara Municipal de \u00cdlhavo, na reuni\u00e3o desta \u00faltima entidade que aprovou, por unanimidade, o Acordo entre o Minist\u00e9rio do Ambiente e a CIRA e a participa\u00e7\u00e3o do Munic\u00edpio de \u00cdlhavo no capital social da Sociedade Polis.<\/p>\n<p>Para o presidente da CIRA, \u201cesta ainda n\u00e3o \u00e9 a medida desejada para a gest\u00e3o integrada da Ria de Aveiro, mas \u00e9 um passo nesse sentido\u201d. \u201cDesde h\u00e1 muito que os munic\u00edpios ribeirinhos da Ria de Aveiro defendem a cria\u00e7\u00e3o de uma entidade, sedeada na regi\u00e3o e integrando membros da regi\u00e3o, que fa\u00e7a a gest\u00e3o integrada da Ria, o que n\u00e3o ir\u00e1 acontecer com o programa Polis, que ser\u00e1 gerido pela sociedade an\u00f3nima Polis Litoral \u2013 Ria de Aveiro S. A., em que a gest\u00e3o efectiva ficar\u00e1 a cargo da Parque Expo que, para o efeito, cobrar\u00e1 cerca de seis milh\u00f5es de euros\u201d, esclarece Ribau Esteves.<\/p>\n<p>Dos 96 milh\u00f5es de euros previstos para o Polis da Ria de Aveiro, 59% vir\u00e3o de fundos comunit\u00e1rios do QREN (Quadro de Refer\u00eancia Estrat\u00e9gico Nacional). O Minist\u00e9rio do Ambiente comparticipa com 18%, enquanto outras entidades da Administra\u00e7\u00e3o Central (onde se inclui a Administra\u00e7\u00e3o do Porto de Aveiro) entram com 5%. Mais reduzida \u00e9 a verba que caber\u00e1 a entidades privadas (nomeadamente associa\u00e7\u00f5es n\u00e1uticas), que ser\u00e1 de 3%. Dez dos onze munic\u00edpios da CIRA (fica de fora Anadia), e ainda o munic\u00edpio de Mira, ter\u00e3o a responsabilidade de participarem com 15% dessa verba. No caso concreto do munic\u00edpio de \u00cdlhavo, a sua participa\u00e7\u00e3o no capital social da sociedade Polis Litoral \u2013 Ria de Aveiro, S.A. \u00e9 de 1,7 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>O conjunto de projectos abrangidos pelo programa Polis teve por base o Unir@Ria &#8211; Plano Intermunicipal de Ordenamento da Ria de Aveiro, desenvolvido pela AMRia (Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios da Ria). Esses projectos dividem-se por tr\u00eas grandes grupos: projectos de abrang\u00eancia intermunicipal, projectos de incid\u00eancia municipal e projectos de entidades privadas. No primeiro grupo, o destaque vai para o desassoreamento dos principais canais de navega\u00e7\u00e3o da Ria e coloca\u00e7\u00e3o do respectivo balizamento e sinaliza\u00e7\u00e3o, e a cria\u00e7\u00e3o de uma rede de ciclovias nas margens da ria. O segun-do grupo inclui os projectos propostos por cada um dos munic\u00edpios, enquanto o terceiro grupo visa qualificar e valorizar \u00e1reas ribeirinhas geridas por entidades privadas, em especial as zonas de desportos n\u00e1uticos.<\/p>\n<p>Apesar de estarem previstos 96 milh\u00f5es de euros de investimento, Ribau Esteves considerou essa verba muito insuficiente para concretizar todos os projectos necess\u00e1rios para o desenvolvimento integrado da Ria de Aveiro, tanto na sua vertente ambiental e natural, como no sector tur\u00edstico, onde \u00e9 preciso atrair investimentos para projectos estruturantes.<\/p>\n<p>Polis no concelho de \u00cdlhavo<\/p>\n<p>No concelho de \u00cdlhavo est\u00e3o previstos projectos intermunicipais, municipais e privados. Assim, nos projectos de abrang\u00eancia intermunicipal, destaca-se o refor\u00e7o do cord\u00e3o dunar da Costa Nova, com parte dos dragados a retirar com as opera\u00e7\u00f5es de desassoreamento da Ria na \u00e1rea do munic\u00edpio, e a cria\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias pistas cicl\u00e1veis, entre as quais, a do Caminho do Prai\u00e3o (entre a Ponte da Barra e o limite sul do concelho) e a que ligar\u00e1 a Costa Nova \u00e0 Praia da Vagueira (ambas, nas margens do Canal de Mira), e ainda vias cicl\u00e1veis nas margens do Canal de \u00cdlhavo, entre a Gafanha D\u2019Aqu\u00e9m e a Gafanha da Boavista.<\/p>\n<p>Dos projectos de incid\u00eancia municipal, destacam-se, entre outros, a \u201cPorta Mar\u00edtima da Ria\u201d (uma das tr\u00eas \u201cportas\u201d da Ria previstas no Unir@Ria; as outras duas s\u00e3o a \u201cPorta da Urbe\u201d, em Aveiro, e a \u201cPorta da Ria\u201d, na Murtosa) junto \u00e0 Ponte da Barra, com n\u00facleo museol\u00f3gico do achado arqueol\u00f3gico da Barca do S\u00e9culo XV; a qualifica\u00e7\u00e3o do Esteiro e Cais da Malhada, a cria\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de recreio, com posto n\u00e1utico, da Barquinha; a cria\u00e7\u00e3o dos Cais de Pesca da Gafanha D\u2019Aqu\u00e9m e da Gafanha da Nazar\u00e9 (Canal dos Bacalhoeiros); cria\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de recreio fluvial da margem poente do Canal de Mira (da Costa Nova \u00e0 Vagueira).<\/p>\n<p>O terceiro grupo comporta interven\u00e7\u00f5es nas instala\u00e7\u00f5es de colectividades como a Associa\u00e7\u00e3o N\u00e1utica da Gafanha da Encarna\u00e7\u00e3o, o Clube de Vela da Costa Nova, o Marina Clube da Gafanha e a Associa\u00e7\u00e3o N\u00e1utica da Gafanha da Nazar\u00e9.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Polis Litoral Ria de Aveiro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-13588","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13588","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13588"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13588\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13588"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13588"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13588"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}