{"id":13782,"date":"2008-12-05T17:25:00","date_gmt":"2008-12-05T17:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13782"},"modified":"2008-12-05T17:25:00","modified_gmt":"2008-12-05T17:25:00","slug":"a-missao-jubilar-diocesana-deve-envolver-todos-os-cristaos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-missao-jubilar-diocesana-deve-envolver-todos-os-cristaos\/","title":{"rendered":"A Miss\u00e3o Jubilar Diocesana deve envolver todos os crist\u00e3os"},"content":{"rendered":"<p>Entre a visita pastoral a Angeja, a participa\u00e7\u00e3o nas comemora\u00e7\u00f5es dos 100 anos dos Bombeiros Novos de Aveiro, a abertura do Advento na S\u00e9 e a presen\u00e7a em F\u00e1tima numas jornadas, ora recebendo o jornalista do Correio do Vouga, ora respondendo por correio electr\u00f3nico, D. Ant\u00f3nio Francisco faz um balan\u00e7o dos seus dois anos na diocese de Aveiro, diz o que espera da Miss\u00e3o Jubilar Diocesana e sublinha a experi\u00eancia participativa que est\u00e1 a ser a defini\u00e7\u00e3o e lan\u00e7amento das linhas de ac\u00e7\u00e3o da Diocese. A segunda parte desta entrevista ser\u00e1 publicada na pr\u00f3xima semana.<\/p>\n<p>CORREIO DO VOUGA &#8211; A Igreja Diocesana prepara-se para lan\u00e7ar no dia 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o e quando se completam dois anos da presen\u00e7a do Sr. Bispo em Aveiro, um Plano Pastoral de cinco anos. O que espera deste Plano?<\/p>\n<p>D. ANT\u00d3NIO FRANCISCO \u2013 Ao propor \u00e0 Diocese um Plano Pastoral para cinco anos \u00e9 meu desejo percorrer ao longo destes cinco anos toda a Diocese em Visita Pastoral para melhor conhecer e servir todas as comunidades e transportar comigo os dinamismos e os objectivos pastorais que o plano implica, exige e sup\u00f5e. Quero tamb\u00e9m estabelecer uma unidade maior entre os planos pastorais de cada ano, dando mais tempo \u00e0 sua implementa\u00e7\u00e3o e criando um fio condutor que permita ser elo e estabelecer articula\u00e7\u00e3o entre os v\u00e1rios temas propostos e objectivos apresentados em cada ano. Por outro lado, temos no horizonte destes cinco anos a celebra\u00e7\u00e3o dos 75 anos da restaura\u00e7\u00e3o da Diocese.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo esperamos alcan\u00e7ar outros objectivos como: reflectir, reorganizar, mobilizar e coordenar melhor as estruturas da diocese, a n\u00edvel paroquial, arciprestal e diocesano; retomar as conclus\u00f5es e os compromissos do \u00faltimo S\u00ednodo Diocesano; olhar o futuro com esperan\u00e7a e com \u00e2nimo evangelizador; e programar e implementar uma Miss\u00e3o Jubilar Diocesana.<\/p>\n<p>O S\u00ednodo (1990-1995) est\u00e1 esquecido? N\u00e3o foi aproveitado, no dinamismo que representou?<\/p>\n<p>De facto, parece que o S\u00ednodo j\u00e1 se esqueceu, j\u00e1 aconteceu h\u00e1 muito, quando afinal s\u00f3 dista de n\u00f3s treze anos e foi uma extraordin\u00e1ria experi\u00eancia de mobiliza\u00e7\u00e3o da Diocese, mas que pouco ou nada diz j\u00e1 aos mais novos. Temos de retomar as suas conclus\u00f5es e dar-lhes a continuidade que merecem como servi\u00e7o \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Referiu a implementa\u00e7\u00e3o da Miss\u00e3o Jubilar Diocesana (MJD). Algumas pessoas interrogam-se sobre a MJD e inclusive sugeriram a este jornal que pedisse ao Sr. Bispo que explicasse o que vai ser\u2026<\/p>\n<p>A Miss\u00e3o Jubilar Diocesana \u00e9 uma f\u00f3rmula uma metodologia pastoral que tem seis elementos estruturantes:<\/p>\n<p>* inspira-se no convite de Jo\u00e3o Paulo II dirigido a toda a Igreja para uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o com novo ardor, novo entusiasmo, novos m\u00e9todos;<\/p>\n<p>* deve socorrer-se da experi\u00eancia vivida em v\u00e1rias cidades atrav\u00e9s do Congresso da Nova Evangeliza\u00e7\u00e3o, como Lisboa, Viena, Bruxelas, Paris, etc.;<\/p>\n<p>* alimenta-se em perman\u00eancia desta consci\u00eancia eclesial que nos diz que toda a Igreja deve ser mission\u00e1ria;<\/p>\n<p>* conta com a certeza de que os Servi\u00e7os Diocesanos como sejam os Secretariados de Pastoral e outros, quando coordenados e motivados a viver e a agir em comunh\u00e3o t\u00eam em conjunto capacidade para colocar no terreno da ac\u00e7\u00e3o pastoral uma Miss\u00e3o que mobilize toda a Diocese; Alguns trabalham j\u00e1 com este esp\u00edrito, metodologia e dinamismo. Aprendamos uns com os outros e faremos em conjunto e em comunh\u00e3o maravilhas.<\/p>\n<p>* deve envolver as comunidades crist\u00e3s e os arciprestados mas deve igualmente envolver, comprometer e dar espa\u00e7o aos Movimentos Apost\u00f3licos que, sem quebrar os la\u00e7os da comunh\u00e3o, d\u00eaem o contributo dos seus carismas e pedagogias evangelizadores. Aqui h\u00e1 um imenso trabalho a fazer que exige abertura da Igreja aos novos caminhos que o Esp\u00edrito de Deus nos desafia a percorrer e aos carismas que o mesmo Esp\u00edrito nos convida a acolher;<\/p>\n<p>* sup\u00f5e uma equipa coesa, ampla e criativa que congregue pessoas e sinergias capazes de colocar todos os crist\u00e3os em processo de ora\u00e7\u00e3o, de forma\u00e7\u00e3o e de ac\u00e7\u00e3o evangelizadoras.<\/p>\n<p>Podemos concluir que a MJD, por enquanto \u00e9 algo de contornos abertos. Tem os cinco elementos estruturantes que acabou de referir, mas a sua realiza\u00e7\u00e3o concreta ainda n\u00e3o est\u00e1 programada\u2026<\/p>\n<p>A MJD tem de ter em conta uma ausculta\u00e7\u00e3o da Diocese, conhecendo a experi\u00eancia do S\u00ednodo Diocesano e a prepara\u00e7\u00e3o do Ano Jubilar (2000) e tendo em conta a experi\u00eancia de secretariados diocesanos, como o da Pastoral Juvenil, que percorrem toda a Diocese e que s\u00e3o capazes de, em pouco tempo, p\u00f4r no terreno uma ac\u00e7\u00e3o que mobilize toda a Diocese. Mas quero tamb\u00e9m implicar n\u00e3o s\u00f3 o clero e as comunidades religiosas, mas tamb\u00e9m as comunidades crist\u00e3s das par\u00f3quias, que \u00e0s vezes parecem um pouco fechadas sobre si pr\u00f3prias, e os movimentos apost\u00f3licos, que me parecem um pouco limitados \u00e0 sua esfera e aos seus espa\u00e7os de interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1 algu\u00e9m ou algum grupo que esteja incumbido de implementar a MJD?<\/p>\n<p>Depois auscultar as inst\u00e2ncias, como costumo fazer (os arciprestados, os Conselho Diocesano de Pastoral, o Conselho de Presb\u00edteros\u2026), espero constituir, num segundo momento, para come\u00e7ar a prepara\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima e ritmada, uma equipa coesa, incumbida desta coordena\u00e7\u00e3o e dinamiza\u00e7\u00e3o. Penso e desejaria que fosse atrav\u00e9s da vigararia da pastoral geral.<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Francisco espera que a MJD provoque uma grande renova\u00e7\u00e3o na Diocese\u2026<\/p>\n<p>Ser\u00e1 o tempo de ac\u00e7\u00e3o a todos os n\u00edveis e sectores da vida e da miss\u00e3o da Igreja em Aveiro. Ser\u00e1 o tempo de ver os crist\u00e3os enviados em miss\u00e3o ao encontro dos que n\u00e3o acreditam ou de tantos que se distanciaram da Igreja ou simplesmente a ignoram e a esquecem. Ser\u00e1 o tempo prop\u00edcio ao di\u00e1logo criativo e aberto com o mundo da cultura, com o mundo do trabalho e com o mundo da educa\u00e7\u00e3o e da juventude. Isto faz-se com a ora\u00e7\u00e3o, com a forma\u00e7\u00e3o, com o testemunho e com a ac\u00e7\u00e3o. Evangelizar consiste em falarmos mais de Deus e menos das coisas triviais, que muitas vezes de-moram e retardam o encontro com Cristo.<\/p>\n<p>Para \u201cver os crist\u00e3os enviados em miss\u00e3o\u201d vai haver alguma metodologia especial? H\u00e1 modelos para a MJD, como a grande Miss\u00e3o Continental da Am\u00e9rica do Sul?<\/p>\n<p>A metodologia pastoral que me parece a mais indicada \u00e9 a da Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica: Ver, iluminar a realidade e agir. Mas porque n\u00e3o recordar o trip\u00e9 dos Cursilhos de Cristandade: piedade, estudo e ac\u00e7\u00e3o ou a experi\u00eancia de dinamiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria do Movimento do Mundo Melhor ou dar espa\u00e7o a formas e m\u00e9todos criativos novos de Evangeliza\u00e7\u00e3o que respondam \u00e0s realidades, expectativas, exig\u00eancias e desafios culturais do nosso tempo?<\/p>\n<p>Por outro lado, gostaria de trazer para a Diocese um dos Institutos Religiosos que t\u00eam nesta pedagogia da Miss\u00e3o o seu carisma fundador. Os religiosos (as) t\u00eam aqui uma oportunidade extraordin\u00e1ria de trabalho e de testemunho. Convenhamos, por\u00e9m, que sem a ac\u00e7\u00e3o dos leigos n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel a evangeliza\u00e7\u00e3o. E Aveiro tem uma pl\u00eaiade de leigos e de movimentos apost\u00f3licos bem formados e dispon\u00edveis para a miss\u00e3o. Confio ao Esp\u00edrito Santo, \u00e0 protec\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora e \u00e0 intercess\u00e3o de Santa Joana Princesa a realiza\u00e7\u00e3o desta Miss\u00e3o.<\/p>\n<p>O modelo da Am\u00e9rica do Sul faz todo o sentido. Devemos aprender com esta experi\u00eancia que h\u00e1 muito sonho e desejo para as dioceses portuguesas, unindo e unificando no essencial os Planos pastorais diocesanos num \u00fanico, embora com adequa\u00e7\u00f5es circunstanciais. Talvez aqui se situe uma das respostas concretas que o Santo Padre Bento XVI nos sugeria na sua mensagem de 10 de Novembro de 2007 [na visita dos Bispo portugueses ao Papa].<\/p>\n<p>&#8220;Sinto-me aveirense, como se aqui vivesse desde sempre&#8221;<\/p>\n<p>Foi no dia 8 de Dezembro de 2006 que D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos entrou solenemente na Diocese de Aveiro. O Correio do Vouga sugeriu ao Bispo de Aveiro que fizesse um balan\u00e7o destes dois anos.<\/p>\n<p>Entrou na Diocese em festa. A seguir\u2026 vieram as surpresas?<\/p>\n<p>Nada me surpreendeu muito, na medida em que eu vinha com esp\u00edrito de abertura para aprender e conhecer e servir, com generosidade para me entregar por inteiro \u00e0 causa do Evangelho e para me dar sem medida \u00e0s pessoas, \u00e0s comunidades e ao trabalho.<\/p>\n<p>Sinto-me aveirense, como se aqui vivesse desde sempre, e nem sequer foi necess\u00e1rio alargar o cora\u00e7\u00e3o ou abrir mais a alma ou retirar da mem\u00f3ria e da gratid\u00e3o as terras de Cinf\u00e3es, de Lamego ou de Braga.<\/p>\n<p>O acolhimento sempre sentido, o respeito sempre encontrado e a dedica\u00e7\u00e3o tantas vezes manifestada oferecem-me uma espont\u00e2nea alegria de viver aqui e de servir como bispo em terras de Aveiro como ainda ontem [29 de Novembro] ouvia cantar na conclus\u00e3o da Visita Pas-toral. Sinto que as pessoas cantam amiudadamente este c\u00e2ntico com que fui recebido na S\u00e9 no dia da minha entrada e o fazem com carinho e eleva\u00e7\u00e3o, como gesto t\u00e3o nobre e delicado de saudar a minha presen\u00e7a e a minha miss\u00e3o.<\/p>\n<p>O caminho que fui chamado a percorrer como bispo diocesano estava aplanado e a messe que fui chamado a trabalhar estava laboriosamente preparada para a sementeira gra\u00e7as ao testemunho de doa\u00e7\u00e3o de sacerdotes, di\u00e1conos, religiosos(as) e leigos (as), t\u00e3o din\u00e2micos e comprometidos pastoralmente, e ao zelo inexced\u00edvel de todos os bispos que me precederam e concretamente dos senhores D. Manuel e D. Ant\u00f3nio Marcelino, a quem a Igreja de Aveiro tanto deve.<\/p>\n<p>O que destaca na sua pr\u00f3pria ac\u00e7\u00e3o nestes dois anos?<\/p>\n<p>Nestes dois anos destaco da minha ac\u00e7\u00e3o o esfor\u00e7o de conhecer pessoalmente todos os sacerdotes, di\u00e1conos e comunidades religiosas e de ter visitado e celebrado a Eucaristia em quase todas as par\u00f3quias. Faltam apenas quinze par\u00f3quias das cento e uma da Diocese.<\/p>\n<p>Destaco igualmente o testemunho de comunh\u00e3o e de corresponsa-bilidade sempre encontrado nas pessoas e nas inst\u00e2ncias que comigo trabalham directamente e o valor da colabora\u00e7\u00e3o recebida dos Conselhos Episcopal, Presbiteral, Pastoral e de Arciprestes, que s\u00e3o inst\u00e2ncias essenciais na vida da Igreja Diocesana.<\/p>\n<p>Refiro com alegria o regresso \u00e0 Diocese de quatro sacerdotes diocesanos e da colabora\u00e7\u00e3o dada por mais quatro sacerdotes provenientes de Institutos Religiosos e disponibilizados pelos seus Superiores para trabalharem em Aveiro e real\u00e7o com imensa gratid\u00e3o a disponibilidade manifestada por todos os sacerdotes nomeados para novas miss\u00f5es pastorais que lhes confiei. Nenhum se recusou a aceitar novos desafios pastorais e complexas miss\u00f5es de acrescido trabalho e aumentada responsabilidade.<\/p>\n<p>Refiro igualmente a abertura de duas novas Comunidades Religiosas na Diocese assim como a alegria sentida na celebra\u00e7\u00e3o do Ano Jubilar da presen\u00e7a das Carmelitas de Clausura em Aveiro.<\/p>\n<p>Outro ponto importante, como tem publicamente afirmado, \u00e9 certamente a reabertura do Semin\u00e1rio de Aveiro\u2026<\/p>\n<p>De facto, assume particular import\u00e2ncia para a Diocese o trabalho vocacional, principalmente atrav\u00e9s da dinamiza\u00e7\u00e3o do Pr\u00e9\u2013Semin\u00e1rio e da reabertura do Semin\u00e1rio de Santa Joana. Foi-lhe restitu\u00edda a miss\u00e3o de receber os alunos do Ensino Secund\u00e1rio e reorganizada a Equipa Formadora do Pr\u00e9-Semin\u00e1rio e do Semin\u00e1rio, garantindo a presen\u00e7a de um sacerdote na Equipa Formadora do Semin\u00e1rio Maior de Coimbra. Sentimos a alegria de termos neste momento dezanove seminaristas. Este sinal de esperan\u00e7a ameniza a preocupa\u00e7\u00e3o de nestes dois anos terem falecido j\u00e1 nove sacerdotes e de ainda n\u00e3o ter havido nenhuma ordena\u00e7\u00e3o de presb\u00edteros para a Diocese.<\/p>\n<p>O Sr. Bispo anunciou a constru\u00e7\u00e3o da Casa Sacerdotal e a cria\u00e7\u00e3o se associa\u00e7\u00f5es de leigos. Como est\u00e3o a decorrer estes projectos?<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da Casa Sacerdotal constitui um compromisso assumido precisamente h\u00e1 um ano, em 8 de Dezembro. Um ano depois temos dilig\u00eancias feitas, lugar escolhido e o senhor arquitecto j\u00e1 incumbido de elaborar o estudo pr\u00e9vio do Projecto. <\/p>\n<p>Urge tamb\u00e9m a partir de agora construir uma nova Sede dos Servi\u00e7os Pastorais Diocesanos em substitui\u00e7\u00e3o do Edif\u00edcio da Rua Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o. \u00c9 um compromisso a assumir perante a Diocese no pr\u00f3ximo dia 8 de Dezembro. Contactei nesse sentido tamb\u00e9m o mesmo arquitecto para que a mudan\u00e7a de instala\u00e7\u00f5es n\u00e3o tarde. <\/p>\n<p>Real\u00e7o tamb\u00e9m com alegria a conclus\u00e3o neste ano das obras do Edif\u00edcio sede das Florinhas do Vouga, que constituem uma obra essencial e indispens\u00e1vel no trabalho s\u00f3cio caritativo da Diocese, assim como das obras urgentes de restauro e requalifica\u00e7\u00e3o da S\u00e9 Catedral, que exigiram muito trabalho e generosidade e que vieram dar \u00e0 nossa S\u00e9 muita dignidade e beleza.<\/p>\n<p>A n\u00edvel de movimentos apost\u00f3licos e associa\u00e7\u00f5es crist\u00e3s estamos a trabalhar para constituir o N\u00facleo de Aveiro da ACEGE (Associa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 de Empres\u00e1rios e Gestores), assim como a Associa\u00e7\u00e3o de Enfermeiros e Profissionais de Sa\u00fade Cat\u00f3licos e desejo progressivamente centrar tamb\u00e9m neste sector dos movimentos apost\u00f3licos maior presen\u00e7a e mais dedica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o pastoral est\u00e1 a ser &#8220;experi\u00eancia muito bela e participativa&#8221;<\/p>\n<p>A Diocese de Aveiro come\u00e7a no dia 8 de Dezembro a primeira de cinco etapas do quinqu\u00e9nio pastoral. At\u00e9 22 de Novembro de 2009 (Solenidade de Cristo-Rei), o lema ser\u00e1 \u201cA Igreja Diocesana renovada nas suas estruturas e comunidades e servidora dos mais pobres, torna presente a Esperan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento do dia 8 pretende ser mais envolvente do que em anos anteriores (at\u00e9 pela celebra\u00e7\u00e3o na S\u00e9, \u00e0s 16h)?<\/p>\n<p>Penso que esta programa\u00e7\u00e3o pastoral constitui j\u00e1 uma experi\u00eancia muito bela e participativa. Nasceu de um texto base que apresentei para reflex\u00e3o, estudo, debate e di\u00e1logo. Uma esp\u00e9cie de texto de trabalho pr\u00e9vio ao jeito dos Lineamenta dos S\u00ednodos. Reflectiram-no o Conselho Diocesano de Pastoral, Conselho de Presb\u00edteros e de Arciprestes, Conselho de Di\u00e1conos, as Congrega\u00e7\u00f5es Religiosas e os Movimentos Apost\u00f3licos de Leigos e a partir de todos os contributos delineou-se este Plano Diocesano com uma metodologia pr\u00f3pria, rompendo esquemas antigos, vencendo rotinas, sugerindo etapas e tempos diferentes, adequando-se mais aos tempos lit\u00fargicos ou a datas significativas, afirmando a unidade entre as v\u00e1rias etapas ao longo destes cinco anos, centrando a Esperan\u00e7a como virtude a viver e valor a implementar e propondo crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o no decurso do tempo. Come\u00e7amos esta primeira etapa no pr\u00f3ximo dia 8 de Dezembro. Prolongamos neste ano o tema do servi\u00e7o aos mais pobres j\u00e1 vivido no ano anterior. <\/p>\n<p>Quais s\u00e3o as prioridades pastorais nos pr\u00f3ximos tempos?<\/p>\n<p>Priorizamos neste contexto quatro \u00e2mbitos: a pastoral da Caridade, procurando para l\u00e1 da solicitude s\u00f3cio-caritativa elaborar um Plano de Ac\u00e7\u00e3o para a Pastoral S\u00f3cio-Caritativa Diocesana; a Forma\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 procurando revitalizar o ISCRA (Instituto Superior de Ci\u00eancias Religiosas de Aveiro) e torn\u00e1-lo mais conhecido e amado pela Diocese; a valoriza\u00e7\u00e3o do Arciprestado e das estruturas arciprestais; a dinamiza\u00e7\u00e3o vocacional como prioridade sempre presente.<\/p>\n<p>Em todos estes \u00e2mbitos h\u00e1 muito a fazer, mas h\u00e1 tamb\u00e9m muita vontade de percorrer caminhos novos em todos estes sectores da ac\u00e7\u00e3o pastoral. No campo concreto da Pastoral Social muito se faz diariamente e em tantas frentes de ac\u00e7\u00e3o na nossa cidade e na nossa diocese. Os pobres n\u00e3o podem esperar. Quando batem \u00e0 porta da Igreja devem encontrar-nos atentos e dispon\u00edveis para os ajudar e com eles construirmos um mundo mais justo e fraterno. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre a visita pastoral a Angeja, a participa\u00e7\u00e3o nas comemora\u00e7\u00f5es dos 100 anos dos Bombeiros Novos de Aveiro, a abertura do Advento na S\u00e9 e a presen\u00e7a em F\u00e1tima numas jornadas, ora recebendo o jornalista do Correio do Vouga, ora respondendo por correio electr\u00f3nico, D. 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