{"id":14071,"date":"2009-01-29T10:14:00","date_gmt":"2009-01-29T10:14:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14071"},"modified":"2009-01-29T10:14:00","modified_gmt":"2009-01-29T10:14:00","slug":"as-cores-do-correio-do-vouga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/as-cores-do-correio-do-vouga\/","title":{"rendered":"As cores do Correio do Vouga"},"content":{"rendered":"<p>O nosso jornal <!--more--> Tal como teve v\u00e1rios formatos ao longo dos 78 anos de hist\u00f3ria \u2013 cinco, para ser exacto \u2013, o Correio do Vouga teve tamb\u00e9m diferentes cabe\u00e7alhos: um primeiro; um segundo que teve v\u00e1rias modifica\u00e7\u00f5es ao longo dos tempos; e um terceiro, baseado no segundo, mas muito diferente.<\/p>\n<p>Na recente remodela\u00e7\u00e3o, diversas opini\u00f5es manifestaram-se contra o abandono do \u201ccabe\u00e7alho de sempre\u201d. Algumas pessoas disseram que assim o jornal perdia \u201cpersonalidade\u201d, tornava-se vulgar, perdia \u201cliga\u00e7\u00e3o ao passado\u201d, deixava de ser \u201co nosso Correio do Vouga\u201d\u2026 Para al\u00e9m das cores\u2026 que \u201cn\u00e3o lembram a ningu\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p>Naturalmente, a decis\u00e3o da mudan\u00e7a n\u00e3o foi fortuita. A op\u00e7\u00e3o pelo formato do cabe\u00e7alho, pelas cores e pelo tipo de letra obedeceu a crit\u00e9rios e esteve sujeita ao debate interno e \u00e0 opini\u00e3o de especialistas. Talvez no futuro mudan\u00e7as deste tipo possam ser submetidas ao universo dos leitores, atrav\u00e9s da Internet, por exemplo\u2026<\/p>\n<p>Sobre a mudan\u00e7a, h\u00e1 que notar o seguinte: o cabe\u00e7alho abandonado n\u00e3o era \u201co de sempre\u201d. Era o de 2005-2008, baseado num outro mais antigo, que foi sofrendo diversas modifica\u00e7\u00f5es. O primeiro de todos \u00e9 reproduzido nesta p\u00e1gina. Poucos leitores se lembrar\u00e3o dele. <\/p>\n<p>Agora, optou-se por cores e tipo de letra mais directos, que falem mais aos leitores, que n\u00e3o dificultem a leitura. Num tempo em que todos os meios competem para captar a aten\u00e7\u00e3o dos leitores (ou da audi\u00eancia), tamb\u00e9m os pequenos meios t\u00eam de ser mais directos na linguagem visual que usam \u2013 porque, em \u00faltima an\u00e1lise, vivem dos e para os leitores. N\u00e3o se trata de ceder a mat\u00e9rias ou a tipos de jornalismo sensacionalista e de baixo n\u00edvel. A imagem mudou, mas o car\u00e1cter do CV n\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma \u00faltima nota sobre as cores do cabe\u00e7alho. Houve um tempo em que era preto. Noutra fase tinha a cor que estava dispon\u00edvel na gr\u00e1fica. A seguir teve tons laranja. Ultimamente teve o azul e verde da bandeira da Diocese (azul da ria e do mar; verde dos olhos de Santa Joana\u2026). Agora \u00e9 azul e vermelho. No vermelho sobressai que o CV \u00e9 o \u201cSeman\u00e1rio da Diocese de Aveiro\u201d.<\/p>\n<p>Porqu\u00ea azul e vermelho? Basicamente por serem cores directas que combinam. Comunicam bem. H\u00e1, \u00e9 claro, uma refer\u00eancia ao azul de Aveiro, feito de c\u00e9u, ria e mar. E o vermelho apontar\u00e1 sempre para o fogo do Esp\u00edrito, para o Sangue de redime. Por fim, num jornal de matriz cat\u00f3lica, nunca ser\u00e1 descabido lembrar que azul e vermelho s\u00e3o as cores tradicionais da M\u00e3e de Deus. <\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nosso jornal<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-14071","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14071","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14071"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14071\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14071"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14071"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14071"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}