{"id":14164,"date":"2009-02-05T14:54:00","date_gmt":"2009-02-05T14:54:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14164"},"modified":"2009-02-05T14:54:00","modified_gmt":"2009-02-05T14:54:00","slug":"nao-e-a-mesma-coisa-crer-e-nao-crer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/nao-e-a-mesma-coisa-crer-e-nao-crer\/","title":{"rendered":"N\u00e3o \u00e9 a mesma coisa crer e n\u00e3o crer"},"content":{"rendered":"<p>Livro <!--more--> Crer, para qu\u00ea? \u00c0 conversa com os que perderam a f\u00e9<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Antonio Pagola<\/p>\n<p>Gr\u00e1fica de Coimbra -2<\/p>\n<p>218 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 a mesma coisa crer e n\u00e3o crer\u201d \u00e9 um dos cap\u00edtulos desta obra que \u00e9 dirigida sobretudo \u00e0queles que ao longo dos tempos se foram afastando da f\u00e9 crist\u00e3. Para muitos, o afastamento deu-se precisamente por n\u00e3o notarem diferen\u00e7as entre crer e n\u00e3o crer. Ali\u00e1s, alguns notam-nas no sentido da descren\u00e7a. N\u00e3o crer ser\u00e1 mais vantajoso do que crer, na linha do que dizem os autocarros londrinos (\u201cProvavelmente, n\u00e3o existe Deus. Por isso, deixe de se preocupar e goze a vida\u201d)\u2026 Ora, os crentes chegam \u00e0 mesma conclus\u00e3o, partindo da convic\u00e7\u00e3o oposta. Porque Deus existe, temos menos preocupa\u00e7\u00f5es (aconselha Evangelho que n\u00e3o nos deixemos assoberbar pelas \u201cpreocupa\u00e7\u00f5es da vida\u201d, Lucas 21,34) e vida em abund\u00e2ncia (Jo\u00e3o 10,10), ainda que \u201cpreocupa\u00e7\u00f5es\u201d e \u201cgozar a vida\u201d possa ter sentidos diferentes, consoante o ponto em que nos colocamos. \u201cCrer\u201d \u00e9 melhor do que \u201cn\u00e3o crer\u201d quando se cr\u00ea com exig\u00eancia, mas sem obsess\u00e3o, com partilha, mas sem cruzadas, com coer\u00eancia, mas sem escr\u00fapulos, com ac\u00e7\u00e3o, mas sem messianismo, com d\u00favidas, mas sem desespero, com alegria, mas sem triunfalismo.<\/p>\n<p>\u201cCrer, para qu\u00ea?\u201d parte da necessidade que hoje temos de tudo justificar, em tudo encontrar utilidade, para a seguir delinear um itiner\u00e1rio de reencontro com a f\u00e9. As partes desta obra s\u00e3o uma escada que conduz \u00e0 vida em Deus: 1. Crer, para qu\u00ea?; 2. Ser\u00e1 poss\u00edvel reagir?; 3. Como procurar Deus?; 4. Como caminhar para Deus?; 5. Pode-se aprender a rezar? 6. Jesus, o melhor caminho; 7. Viver a Deus de uma maneira nova.<\/p>\n<p>O livro destina-se aos \u201cbuscadores\u201d. O grupo inclui os que escorregaram para a indiferen\u00e7a, os que se afastaram da pr\u00e1tica religiosa, os que passaram por uma crise moral, os que est\u00e3o em choque com a Igreja, os \u201cem crise ideol\u00f3gica\u201d, os desmazelados\u2026 Mas qualquer crente encontrar\u00e1 nesta obra pistas para o caminho nunca completamente percorrido. <\/p>\n<p>O autor<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Antonio Pagola foi vig\u00e1rio episcopal da diocese de San Sebasti\u00e1n (Pa\u00eds Basco, Espanha) e \u00e9 actualmente director do Instituto de Teologia e Pastoral de S. Sebasti\u00e1n.<\/p>\n<p>Grande parte do conte\u00fado deste livro foi publicado em forma de artigos numa revista dos franciscanos de Guip\u00fazcoa (Pa\u00eds Basco).<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-14164","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14164"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14164\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}