{"id":14338,"date":"2009-05-28T11:23:00","date_gmt":"2009-05-28T11:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14338"},"modified":"2009-05-28T11:23:00","modified_gmt":"2009-05-28T11:23:00","slug":"27-de-maio-em-aveiro-ao-longo-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/27-de-maio-em-aveiro-ao-longo-da-historia\/","title":{"rendered":"27 de Maio, em Aveiro, ao longo da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>1450 \u2014 El-Rei D. Afonso V concedeu \u00e0 Rainha D. Isabel, sua mulher, a d\u00edzima alfandeg\u00e1ria de diversas mercadorias que viessem ao Reino por determinados portos de mar, entre os quais o de Aveiro.<\/p>\n<p>1500 \u2014 Por carta feita em Lisboa, El-Rei D. Manuel I instituiu a favor de D. Jorge, filho bastardo de D. Jo\u00e3o II, duque de Coimbra, a Casa e o Senhorio de Aveiro, no intuito de por sua morte ser, nos seus descendentes, trocado em duque de Aveiro o t\u00edtulo de duque de Coimbra. Logo se estabeleceu a forma da sucess\u00e3o, que constituiu um caso especial na hist\u00f3ria do direito familiar portugu\u00eas.<\/p>\n<p>1500 \u2014 Foi passada a D. Jorge, senhor de Aveiro, carta de doa\u00e7\u00e3o de Montemor-o-Velho, Penela, Reguengo de Campor\u00eas, com suas rendas e direitos.<\/p>\n<p>1624 \u2014 At\u00e9 esta data, e desde 26 de Julho de 1619, entraram pela barra de Aveiro trezentos navios, segundo consta do \u00abLivro dos Registos da C\u00e2mara de Aveiro\u00bb.<\/p>\n<p>1657 \u2014 O Papa Alexandre VII concedeu \u00e0 Confraria do Senhor do Mundo, ent\u00e3o erecta na igreja de Nossa Senhora da Apresenta\u00e7\u00e3o, uma indulg\u00eancia plen\u00e1ria aos irm\u00e3os, em artigo de morte.<\/p>\n<p>1732 \u2014 Tendo estabelecido o domic\u00edlio em Portugal e havendo prestado vassalagem ao monarca portugu\u00eas, D. Gabriel de Lencastre Ponce de Le\u00e3o foi autorizado por El-Rei D. Jo\u00e3o V a tomar posse dos bens da Casa de Aveiro.<\/p>\n<p>1756 \u2014 El-Rei D. Jos\u00e9 I, para atender as reclama\u00e7\u00f5es dos aveirenses, resolveu ordenar as obras de melhoramento da barra, para o que criou a Superintend\u00eancia das Obras da Barra e lan\u00e7ou o imposto do \u00abreal de \u00e1gua\u00bb, a pagar por todas as c\u00e2maras municipais da Comarca de Esgueira, o qual consistia num real em cada quartilho de vinho e outro em cada arr\u00e1tel de carne.<\/p>\n<p>1862 \u2014 O Dr. Manuel Jos\u00e9 Mendes Leite publicou no \u201cDistricto de Aveiro\u201d um pequeno artigo sobre a morte, ocorrida no dia anterior, do Dr. Francisco Jos\u00e9 de Oliveira Queir\u00f3s, comiss\u00e1rio de Estudos e reitor do Liceu local. Dos artigos que publicou naquele jornal, no \u201cCampe\u00e3o do Vouga\u201d e na \u201cRevolu\u00e7\u00e3o de Setembro\u201d, \u00e9 este, salvo erro, o \u00fanico que aparece firmado pelo seu nome.<\/p>\n<p>1887 \u2014 Faleceu em sua casa, na Rua Direita, Alfredo Rangel da Costa Monteiro, oitavo \u2013 e praticamente o \u00faltimo \u2013 administrador da capela dos Santos M\u00e1rtires.<\/p>\n<p>1952 \u2014 O Presidente da Rep\u00fablica Portuguesa, general Francisco Higino Craveiro Lopes, passou em Aveiro, pelo caminho-de-ferro, em cuja esta\u00e7\u00e3o lhe foi prestada entusi\u00e1stica recep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: \u201cCalend\u00e1rio Hist\u00f3rico de Aveiro\u201d, de Ant\u00f3nio Christo e Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1450 \u2014 El-Rei D. Afonso V concedeu \u00e0 Rainha D. 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