{"id":14365,"date":"2009-02-18T17:37:00","date_gmt":"2009-02-18T17:37:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14365"},"modified":"2009-02-18T17:37:00","modified_gmt":"2009-02-18T17:37:00","slug":"darwin-e-lurdes-mera-coincidencia-de-datas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/darwin-e-lurdes-mera-coincidencia-de-datas\/","title":{"rendered":"Darwin e Lurdes: mera coincid\u00eancia de datas?"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores <!--more--> Os sentidos da hist\u00f3ria pululam por tudo quanto s\u00e3o parcelas de ci\u00eancia, filosofia e ideologia. At\u00e9 parece a alguns que n\u00e3o fica espa\u00e7o nenhum para o sentido da f\u00e9 teol\u00f3gica crist\u00e3. Mas fica. Estamos a comemorar duas datas principais de Darwin (200 anos de nascimento e 150 do seu livro mais significativo) que v\u00e3o ser inundadas de dados cient\u00edficos embrulhados em ideologia triunfante de falta de sentido para tudo o que \u00e9 a hist\u00f3ria da humanidade. No meio disto tudo h\u00e1 uma coincid\u00eancia que faz pensar e que n\u00e3o se inscreve na ideologia evolucionista (reparem: n\u00e3o digo evolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica) do acaso e do sem sentido da hist\u00f3ria humana.<\/p>\n<p>Michael Shutzer-Weissmann (\u201cCatholic Herald\u201d, 3 Out 2008) lembra a coincid\u00eancia da obra de Charles Darwin \u201cOn the Origin of the Species\u201d (1859). Um outro investigador da mesma \u00e1rea, Alfred Russel Wallace, autor de \u201cOn the Tendency of Varieties to Depart Indefinitely From the Original Type\u201d, escreveu da Indon\u00e9sia em Fevereiro de 1858 para persuadir Darwin a apresentar em conjunto um resumo das suas investiga\u00e7\u00f5es. Desse acordo resultou o facto de os dois apresentarem as suas teorias no mesmo dia, 1 de Julho de 1858 na Linnean Society.<\/p>\n<p>O evolucionismo ideol\u00f3gico apresenta os dados cient\u00edficos para tirar conclus\u00f5es ideol\u00f3gicas em s\u00e9rie que n\u00e3o tem liga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com esses dados nem com as inten\u00e7\u00f5es de Darwin. Como s\u00e3o, tudo \u00e9 obra do acaso, logo, n\u00e3o h\u00e1 Deus, nem Ele criou nada; logo, tudo sucede sem sentido \u201crecebido\u201d; logo, o marxismo-leninismo ateu est\u00e1 justificado; logo, a vida do homem n\u00e3o tem sentido nenhum; logo as leis da natureza n\u00e3o t\u00eam inteligibilidade nem sentido nenhum por tudo ser jogo de probabilidades e acaso. Logo, n\u00e3o tem sentido falar de responsabilidade, ideais ou objectivos humanos. Apetece dizer se na natureza tudo fosse tecido sem cabe\u00e7a e sem intelecto, se tudo proviesse de probabilidades ao acaso, est\u00fapidos seriam os que as pretendem estudar e delas tirar conclus\u00f5es cient\u00edficas com l\u00f3gica e com prop\u00f3sito. <\/p>\n<p>Ora 11 de Fevereiro de 1858 \u00e9 precisamente o dia em que Nossa Senhora, a Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, apareceu em Lurdes a primeira vez e o dia 16 de Julho de 1858, festa de Nossa Senhora do Carmo, a \u00faltima, para declarar \u00e0 Bernardette: \u201cEu sou a Imaculada Concei\u00e7\u00e3o\u201d. <\/p>\n<p>Se repararmos, a primeira apari\u00e7\u00e3o coincide com a carta de Wallace escrita em Fevereiro de 1858 da Indon\u00e9sia, ou Mal\u00e1sia, segundo outros; e a \u00faltima apari\u00e7\u00e3o coincide com o m\u00eas de Julho em que ambos autores apresentaram as suas teorias em Londres.<\/p>\n<p>Por isso Londres e Lurdes, poder-se-\u00e1 pensar, ficaram dois centros a divulgar sentidos para a Humanidade desde 1858: um cient\u00edfico que se \u201cconspurcou\u201d de ideologias, e outro de sentido de f\u00e9 crist\u00e3! (\u2026)<\/p>\n<p>Aqui fica esta coincid\u00eancia com um sentido para quem quiser fazer a sua leitura de forma inteligente, como dado para o sentido de Deus e de sua M\u00e3e para a Humanidade. E tamb\u00e9m para quem quiser orar tal coincid\u00eancia.<\/p>\n<p>Aires Gameiro, OH<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-14365","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14365","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14365"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14365\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14365"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14365"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14365"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}