{"id":14368,"date":"2009-02-18T17:40:00","date_gmt":"2009-02-18T17:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14368"},"modified":"2009-02-18T17:40:00","modified_gmt":"2009-02-18T17:40:00","slug":"presidentes-da-aida-e-da-aep-estao-contra-o-tgv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/presidentes-da-aida-e-da-aep-estao-contra-o-tgv\/","title":{"rendered":"Presidentes da AIDA e da AEP est\u00e3o contra o TGV"},"content":{"rendered":"<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), Valdemar Coutinho, mostrou-se contr\u00e1rio \u00e0 cons-tru\u00e7\u00e3o do TGV (comboio de grande velocidade) porque \u201cem Portugal temos um Alfa Pendular que pode atingir 220 quil\u00f3metros por hora, se a linha estiver adequada a essa velocidade\u201d, e ainda porque \u201cPortugal deve mais de duas vezes do PIB (produto interno bruto) ao exterior\u201d. O dirigente associativo refor\u00e7ou a ideia com o facto de na Alemanha n\u00e3o haver TGV.<\/p>\n<p>Estas afirma\u00e7\u00f5es foram feitas no decorrer do workshop \u201cA competitividade da economia regional e a gest\u00e3o do Aeroporto do Porto\u201d, realizada na AIDA, encontro em que o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Empresarial de Portugal (AEP), Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Barros, defendeu a constru\u00e7\u00e3o de uma nova linha ferrovi\u00e1ria entre Lisboa e Porto para o tr\u00e1fego de comboios \u201calfa pendulares\u201d, ficando a actual linha reservada para os comboios regionais e de mercadorias. Esta solu\u00e7\u00e3o custaria um ter\u00e7o do TGV.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Barros afirmou que em Portugal o tr\u00e1fego ferrovi\u00e1rio de mercadorias representa cerca de 1% do total, e na Uni\u00e3o Europeia s\u00f3 cerca de 3% das mercadorias s\u00e3o transportadas por comboio. Igualmente, real\u00e7ou que a velocidade m\u00e9dia que o transporte ferrovi\u00e1rio de mercadorias atinge na Europa \u00e9 da ordem dos 17 quil\u00f3metros por hora. \u201cN\u00e3o devemos estar preocupados com o TGV mas com os portos e os aeroportos\u201d, referiu.<\/p>\n<p>Aeroporto <\/p>\n<p>na Regi\u00e3o Centro<\/p>\n<p>O presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, defendeu um aeroporto internacional na Regi\u00e3o Centro, de modo a colocar as principais cidades da regi\u00e3o a uma hora de viagem do aeroporto. Para Aveiro, o Aeroporto do Porto cumpre esses objectivos, mas j\u00e1 Coimbra, Viseu, Leiria e Castelo Branco ficam distantes. Cada vez mais os turistas procuram destinos situados num raio de duas horas em redor dos aeroportos.<\/p>\n<p>A AEP prop\u00f5e uma nova gest\u00e3o para o Aeroporto do Porto, que envolva as diversas entidades da regi\u00e3o, \u201cna defini\u00e7\u00e3o de rotas, n\u00e3o s\u00f3 para passageiros como tamb\u00e9m para carga a\u00e9rea, e a sua articula\u00e7\u00e3o com plataformas log\u00edsticas e redes vi\u00e1rias, designadamente as ferrovi\u00e1rias\u201d.<\/p>\n<p>O presidente da CIRA (Comunidade Intermunicipal da Regi\u00e3o de Aveiro), Ribau Esteves, considerou que \u201c\u00e9 muito mais negativo o centralismo da gest\u00e3o privada do que centralismo pol\u00edtico\u201d, por isso referiu que \u201ca \u00fanica solu\u00e7\u00e3o\u201d para Portugal passa \u201cpelos sistemas de gest\u00e3o aut\u00f3noma em alguns sectores e infra-estruturas\u201d, desde que \u201cgarantam a interac\u00e7\u00e3o nacional\u201d, numa l\u00f3gica de n\u00e3o roubar mercados uns aos outros, mas de conquistar mercados ao exterior.<\/p>\n<p>Cardoso Ferreira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), Valdemar Coutinho, mostrou-se contr\u00e1rio \u00e0 cons-tru\u00e7\u00e3o do TGV (comboio de grande velocidade) porque \u201cem Portugal temos um Alfa Pendular que pode atingir 220 quil\u00f3metros por hora, se a linha estiver adequada a essa velocidade\u201d, e ainda porque \u201cPortugal deve mais de duas vezes do PIB [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-14368","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14368","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14368"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14368\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14368"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14368"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14368"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}