{"id":14594,"date":"2009-03-11T16:03:00","date_gmt":"2009-03-11T16:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14594"},"modified":"2009-03-11T16:03:00","modified_gmt":"2009-03-11T16:03:00","slug":"transparencia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/transparencia-2\/","title":{"rendered":"Transpar\u00eancia!"},"content":{"rendered":"<p>O encontro e as suas conclus\u00f5es poder\u00e3o ter passado despercebidos \u00e0 maioria. Merecem, entretanto, ser trazidos \u00e0 ribalta, considerado o seu realismo, tamb\u00e9m entre n\u00f3s.<\/p>\n<p>\u201cSe a nega\u00e7\u00e3o dos direitos pode ser uma quest\u00e3o importante onde os crist\u00e3os representam uma minoria, os crist\u00e3os podem experimentar exclus\u00e3o e marginaliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m onde constituem a maioria da sociedade\u00bb. Esta foi uma das conclus\u00f5es inequ\u00edvocas da reuni\u00e3o dos Estados membros da Organiza\u00e7\u00e3o para a Seguran\u00e7a e Coopera\u00e7\u00e3o na Europa (OSCE), que teve lugar na \u00faltima quarta-feira, em Viena de \u00c1ustria. Pelo que os mesmos Estados se devem empenhar em alterar este estado de coisas. <\/p>\n<p>O fen\u00f3meno da intoler\u00e2ncia religiosa e da discrimina\u00e7\u00e3o, especificamente contra os crist\u00e3os, reveste diversas formas. Para al\u00e9m dos ataques violentos contra pessoas, propriedades e lugares de culto, manifesta-se em restri\u00e7\u00f5es \u00e0 liberdade de religi\u00e3o, de credo, de educa\u00e7\u00e3o &#8211; mesmo quando a lei as consigna. <\/p>\n<p>N\u00e3o precisamos de olhar al\u00e9m fronteiras! Vejamos quantas tropelias o nosso Estado arranja nesta mat\u00e9ria, desrespeitando mesmo preceitos constitucionais. Para n\u00e3o falar j\u00e1 das impunes \u201cimagens inadequadas da identidade e dos valores crist\u00e3os\u201d divulgadas pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o social, quantas vezes pela pr\u00f3pria pol\u00edtica, que levam a mal-entendidos e preconceitos.<\/p>\n<p>Uma vez reconhecido o mosaico religioso que cobre estes pa\u00edses, entende-se que uma das recomenda\u00e7\u00f5es seja a intensifica\u00e7\u00e3o do di\u00e1logo inter-religioso, uma vez que muitos desafios e dificuldades s\u00e3o partilhados pelos membros de outras comunidades religiosas da regi\u00e3o da OSCE.<\/p>\n<p>E, para evitar \u201cteocracias\u201d ou tenta\u00e7\u00f5es de fundamentalismos &#8211; incluindo o laicista! &#8211; n\u00e3o ser\u00e1 descabida a adop\u00e7\u00e3o de medidas de \u201cleis religiosas de acordo com os compromissos internacionais, e a assist\u00eancia aos Estados e \u00e0 sociedade civil para aumentar a consci\u00eancia nestas quest\u00f5es\u201d. <\/p>\n<p>H\u00e1 formas e formas de reabrir feridas! As celebra\u00e7\u00f5es do centen\u00e1rio da Rep\u00fablica poder\u00e3o ser a oportunidade encontrada para sanar as do passado, em vez de provocar outras, mais subtis, mas n\u00e3o menos corrosivas, que est\u00e3o, seguramente, nas mentes e inten\u00e7\u00f5es de alguns veios ocultos do poder. Caiam as m\u00e1scaras! Sejamos adultos e transparentes, na busca de um futuro de liberdade aut\u00eantica, de democracia transparente!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O encontro e as suas conclus\u00f5es poder\u00e3o ter passado despercebidos \u00e0 maioria. Merecem, entretanto, ser trazidos \u00e0 ribalta, considerado o seu realismo, tamb\u00e9m entre n\u00f3s. \u201cSe a nega\u00e7\u00e3o dos direitos pode ser uma quest\u00e3o importante onde os crist\u00e3os representam uma minoria, os crist\u00e3os podem experimentar exclus\u00e3o e marginaliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m onde constituem a maioria da sociedade\u00bb. 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