{"id":14648,"date":"2009-03-11T17:40:00","date_gmt":"2009-03-11T17:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14648"},"modified":"2009-03-11T17:40:00","modified_gmt":"2009-03-11T17:40:00","slug":"confraria-as-sainhas-entronizada-em-vagos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/confraria-as-sainhas-entronizada-em-vagos\/","title":{"rendered":"Confraria &#8220;As Sainhas&#8221; entronizada em Vagos"},"content":{"rendered":"<p>No Dia da Mulher foi entronizada a Confraria Gastron\u00f3mica \u201cAs Sainhas\u201d, de Vagos, cons-titu\u00edda exclusivamente por mulheres. A cerim\u00f3nia foi \u201capa-drinhada\u201d pela Confraria Gastron\u00f3mica do Bacalhau (de \u00cdlhavo) e Confraria do Nabo e Companhia (de Carapelhos, Mira), e \u201ctestemunhada\u201d pela Confraria Camoniana (de \u00cdlhavo) e Confraria Almas Santas da Areosa (de \u00c1gueda).<\/p>\n<p>Na missa de entroniza\u00e7\u00e3o da confraria, o Padre Carvalhais real\u00e7ou o desejo estatu\u00e1rio da novel associa\u00e7\u00e3o pugnar pela defesa e valoriza\u00e7\u00e3o do genu\u00edno patrim\u00f3nio gastron\u00f3mico de Vagos e da regi\u00e3o, bem como lutar por uma melhor sa\u00fade p\u00fablica e pelo ambiente.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de palavras de incentivo \u00e0 nova confraria, o p\u00e1roco vaguense alertou as cerca de tr\u00eas dezenas de confrades de \u201cAs Sa\u00ednhas\u201d para os obst\u00e1culos que ir\u00e3o surgir e que fazem parte da vida de qualquer colectividade, e de qualquer ser humano. No final da eucaristia, o Padre Carvalhais benzeu os estatutos, as ins\u00edgnias e o estandarte da Confraria Gastron\u00f3mica \u201cAs Sainhas\u201d.<\/p>\n<p>Os primeiros passos foram dados em 2007, num evento gastron\u00f3mico ocorrido na Praia da Vagueira. Desde ent\u00e3o, o projecto foi ganhando consist\u00eancia at\u00e9 se tornar realidade, com a singularidade de ser a primeira confraria gastron\u00f3mica do concelho de Vagos e uma confraria exclusivamente formada por mulheres, caso quase in\u00e9dito entre as confrarias gastron\u00f3micas portuguesas.<\/p>\n<p>Tendo por designa\u00e7\u00e3o \u201cAs Sainhas\u201d, a confraria adoptou para sua ins\u00edgnia a caldeira dos roj\u00f5es das \u201csainhas\u201d, muito populares nos dias da \u201cmatadela\u201d do porco, roj\u00f5es que eram acompanhados por sarrabulho e tiras de f\u00edgado cozido. O bast\u00e3o de confrade remete tamb\u00e9m para esse prato tradicional, j\u00e1 que tem a forma de um \u201cmex\u00e3o\u201d de mexer a carne dos roj\u00f5es (das sainhas e da febra).<\/p>\n<p>O traje de confrade \u00e9 saia preta, camisa branca, capa de tricana vaguense (capa negra e comprida) e chap\u00e9u castanho, com um toque masculino.<\/p>\n<p>Cardoso Ferreira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia da Mulher foi entronizada a Confraria Gastron\u00f3mica \u201cAs Sainhas\u201d, de Vagos, cons-titu\u00edda exclusivamente por mulheres. A cerim\u00f3nia foi \u201capa-drinhada\u201d pela Confraria Gastron\u00f3mica do Bacalhau (de \u00cdlhavo) e Confraria do Nabo e Companhia (de Carapelhos, Mira), e \u201ctestemunhada\u201d pela Confraria Camoniana (de \u00cdlhavo) e Confraria Almas Santas da Areosa (de \u00c1gueda). Na missa de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-14648","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14648","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14648"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14648\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14648"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14648"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14648"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}