{"id":14741,"date":"2009-03-19T14:52:00","date_gmt":"2009-03-19T14:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14741"},"modified":"2009-03-19T14:52:00","modified_gmt":"2009-03-19T14:52:00","slug":"virus-informaticos-o-que-sao-e-como-funcionam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/virus-informaticos-o-que-sao-e-como-funcionam\/","title":{"rendered":"V\u00edrus Inform\u00e1ticos: o que s\u00e3o e como funcionam"},"content":{"rendered":"<p>Um dos maiores problemas que os utilizadores de computadores menos experientes enfrentam s\u00e3o os v\u00edrus inform\u00e1ticos. Esta calamidade virtual \u00e9 uma aplica\u00e7\u00e3o inform\u00e1tica que tem como principal objectivo, infectar o computador, tornando assim o sistema operativo (windows, linux, macOs, etc.) vulner\u00e1vel a ataques inform\u00e1ticos, que sejam efectuados atrav\u00e9s da Internet ou realizados de maneira a afectar o seu correcto desempenho. O v\u00edrus, normalmente, entra no computador atrav\u00e9s de alguma aplica\u00e7\u00e3o j\u00e1 instalada, de forma a que esse acontecimento n\u00e3o seja do conhecimento do utilizador, propagando-se de uma maneira simples e eficiente. Existem, no entanto, dois tipos de v\u00edrus, os inofensivos (afectando ligeiramente o desempenho do computador) e os ofensivos (destruindo ficheiros, tornando o computador inoperacional, ou propagando informa\u00e7\u00e3o pessoal guardada atrav\u00e9s da Internet).<\/p>\n<p>A forma mais usual de propaga\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus \u00e9 feita atrav\u00e9s do e-mail. Na maioria das vezes, podemos receb\u00ea-los das seguintes formas:<\/p>\n<p>a) Um aplicativo viral instala-se na nossa m\u00e1quina, acedendo posteriormente \u00e0 nossa lista de endere\u00e7os de correio electr\u00f3nico, enviando assim para todos os nossos contactos o mesmo v\u00edrus.<\/p>\n<p>b) Usando a nossa lista de endere\u00e7os electr\u00f3nicos, \u00e9 enviada uma mensagem que cont\u00e9m v\u00edrus, como tendo sido gerada por n\u00f3s. Dando a ideia que a mesma \u00e9 fidedigna e sem riscos de maior. Acontece depois que o receptor aceita o e-mail e corre o aplicativo que vem em anexo, infectando assim tamb\u00e9m a sua m\u00e1quina. Posteriormente o v\u00edrus expande-se, fazendo o mesmo nos seus contactos.<\/p>\n<p>c) Semelhante ao m\u00e9todo anteriormente descrito, mas em vez de um aplicativo viral, \u00e9 distribu\u00eddo pela lista de contactos, um e-mail como sendo nosso, contendo uma mensagem com um link para um determinado s\u00edtio, que cont\u00e9m v\u00edrus, infectando assim a m\u00e1quina de quem segue essa liga\u00e7\u00e3o virtual.<\/p>\n<p>Todos estes m\u00e9todos servem para se propagar, de computador para computador, de uma maneira r\u00e1pida, os programas que cont\u00eam software malicioso. Na pr\u00f3xima semana, iremos abordar algumas formas de combater esta \u201cpraga virtual\u201d.<\/p>\n<p>Fernando Cassola Marques<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos maiores problemas que os utilizadores de computadores menos experientes enfrentam s\u00e3o os v\u00edrus inform\u00e1ticos. Esta calamidade virtual \u00e9 uma aplica\u00e7\u00e3o inform\u00e1tica que tem como principal objectivo, infectar o computador, tornando assim o sistema operativo (windows, linux, macOs, etc.) vulner\u00e1vel a ataques inform\u00e1ticos, que sejam efectuados atrav\u00e9s da Internet ou realizados de maneira a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-14741","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros-e-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14741","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14741"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14741\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14741"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14741"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14741"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}