{"id":14804,"date":"2009-03-25T18:12:00","date_gmt":"2009-03-25T18:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=14804"},"modified":"2009-03-25T18:12:00","modified_gmt":"2009-03-25T18:12:00","slug":"virus-informaticos-cuidados-a-ter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/virus-informaticos-cuidados-a-ter\/","title":{"rendered":"V\u00edrus Inform\u00e1ticos: cuidados a ter"},"content":{"rendered":"<p>Na continua\u00e7\u00e3o do artigo da passada semana, abordamos algumas formas de combater esta \u201cpraga virtual\u201d a que chamamos de v\u00edrus inform\u00e1ticos.<\/p>\n<p>1. O que \u00e9 um anti-v\u00edrus? Apesar de n\u00e3o ser totalmente seguro, um software que proteja o computador da entrada de programas virais \u00e9 a melhor forma de evitar os ataques dos virus. No entanto, \u00e9 bom recordar que o anti-v\u00edrus dever\u00e1 estar constantemente actualizado. S\u00f3 assim garantimos a seguran\u00e7a m\u00e1xima poss\u00edvel. Existem j\u00e1 dispon\u00edveis na Internet aplica\u00e7\u00f5es antivirais gratuitas que possuem uma performance bastante razo\u00e1vel para o utilizador comum (AVG, Avira, Avast, etc.).<\/p>\n<p>2. Devo abrir tudo o que recebo por e-mail? Os ficheiros recebidos na sua caixa de correio electr\u00f3nico, mesmo os de origem conhecida, podem conter aplica\u00e7\u00f5es maliciosas, conforme vimos no artigo anterior. Aplique primeiro o anti-v\u00edrus, para se certificar que n\u00e3o corre perigo. Caso o remetente seja desconhecido, o melhor mesmo \u00e9 eliminar de imediato o e-mail do seu computador, apesar do seu conte\u00fado por vezes ser bastante apelativo.<\/p>\n<p>3. Devo fazer as actualiza\u00e7\u00f5es do sistema operativo? O seu computador dever\u00e1 estar constantemente actualizado de forma a garantir que este se encontra protegido de qualquer ataque mal\u00e9fico. Assim, de uma forma gratuita, todas as empresas fornecedoras de sistemas operativos, dever\u00e3o distribuir no seu s\u00edtio da Internet as correc\u00e7\u00f5es (\u201cpatches\u201d) de eventuais fragilidades entretanto detectadas. Actualmente, a maioria dos sistemas operativos j\u00e1 efectua essas actualiza\u00e7\u00f5es de uma forma autom\u00e1tica, se assim o definirmos aquando da instala\u00e7\u00e3o do mesmo.<\/p>\n<p>4. O que \u00e9 a \u201cfirewall\u201d? Conforme o nome em ingl\u00eas indica, \u00e9 uma \u201cparede de fogo\u201d, isto \u00e9, podemos dizer que representa uma barreira virtual, impedindo a entrada de programas indesejados ou at\u00e9 mesmo a entrada remota de outros utilizadores. Portanto, esta dever\u00e1 estar sempre activa e actualizada. Hoje, os pr\u00f3prios sistemas operativos j\u00e1 possuem essas \u201cbarreiras\u201d pr\u00e9-instaladas por defeito.<\/p>\n<p>Aqui ficam mais umas dicas, para que o uso das novas tecnologias seja pleno e gratificante.<\/p>\n<p>Fernando Cassola Marques<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na continua\u00e7\u00e3o do artigo da passada semana, abordamos algumas formas de combater esta \u201cpraga virtual\u201d a que chamamos de v\u00edrus inform\u00e1ticos. 1. O que \u00e9 um anti-v\u00edrus? Apesar de n\u00e3o ser totalmente seguro, um software que proteja o computador da entrada de programas virais \u00e9 a melhor forma de evitar os ataques dos virus. No [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-14804","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros-e-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14804","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14804"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14804\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14804"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14804"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14804"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}