{"id":15122,"date":"2009-05-06T11:32:00","date_gmt":"2009-05-06T11:32:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=15122"},"modified":"2009-05-06T11:32:00","modified_gmt":"2009-05-06T11:32:00","slug":"nos-passos-de-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/nos-passos-de-paulo\/","title":{"rendered":"Nos passos de Paulo"},"content":{"rendered":"<p>Peregrina\u00e7\u00e3o <!--more--> Notas de uma viagem de cultura e f\u00e9. De 12 a 23 de Mar\u00e7o, um grupo de mais de 90 pessoas das dioceses de Aveiro, Lisboa, Porto, Coimbra, Leiria e Santar\u00e9m, participou numa peregrina\u00e7\u00e3o \u00e0s Igrejas fundadas por S. Paulo e aos locais por onde passou o Ap\u00f3stolo dos Gentios<\/p>\n<p>A peregrina\u00e7\u00e3o diocesana que partiu de Aveiro come\u00e7ou a sua jornada bem cedo no passado dia 12 de Mar\u00e7o. Pelas tr\u00eas horas da manh\u00e3 j\u00e1 nos encontr\u00e1vamos diante do Museu de Aveiro, cheios de \u00e2nimo para partir rumo ao Cairo, onde come\u00e7aria a nossa grande aventura de seguir S. Paulo por essas terras do M\u00e9dio Oriente e da \u00c1sia Menor, por onde ele espalhou a Boa Nova da Salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Come\u00e7ar uma peregrina\u00e7\u00e3o Paulina pelo Cairo, a capital do Egipto, parece nada ter a ver com o grande Ap\u00f3stolo. Mas, a verdade \u00e9 que n\u00e3o podemos deixar de ter presente que, na concep\u00e7\u00e3o do povo hebreu (ainda hoje) est\u00e1 muito arreigada a ideia que todos eles estiveram cativos no Egipto na pessoa dos seus antepassados e de l\u00e1 foram libertados pela m\u00e3o poderosa do seu Deus e Senhor. Neste sentido, tamb\u00e9m Paulo \u00e9 um dos \u201clibertados\u201d da escravid\u00e3o de outrora! Mas h\u00e1 outra liga\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m tem a ver connosco, crist\u00e3os: ali come\u00e7a a desenvolver-se a hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o a partir da gesta que leva o povo hebreu a abandonar o Egipto e a atravessar a p\u00e9 enxuto as \u00e1guas do Mar Vermelho, fazendo a sua travessia do deserto do Sinai, ao longo de quarenta anos, at\u00e9 entrarem na terra da promessa. Quisemos, igualmente n\u00f3s, fazer essa  evoca\u00e7\u00e3o da longa travessia, dirigindo-nos do Cairo para Port Said, numa viagem de quatro horas, ao fim das quais pudemos, finalmente, embarcar, rumo a Israel.<\/p>\n<p>Terra Santa<\/p>\n<p>Chegados \u00e0 Terra Santa, tendo aportado em Haifa, dirigimo-nos para a Galileia, onde Jesus come\u00e7ou o seu minist\u00e9rio p\u00fablico, subindo ao Monte das Bem-aventuran\u00e7as e onde soube bem celebrar a Eucaristia, ao fim da manh\u00e3, na igreja que est\u00e1 no cimo, evocando o Serm\u00e3o da Montanha. Da\u00ed pass\u00e1mos a Cafarnaum, onde visit\u00e1mos a casa de Pedro, hoje protegida com uma moderna igreja; visitando a sinagoga de Cafarnaum, leu-se o discurso do P\u00e3o da Vida, do evangelho de S. Jo\u00e3o e fizemos a travessia do Mar da Galileia, onde Jesus caminhou sobre as \u00e1guas, acalmou a tempestade e, sobretudo, nas suas margens \u201cpescou\u201d alguns pescadores para o seu discipulado: aqueles que o Novo Testamento refere com o nome de \u201cAp\u00f3stolos\u201d ou dos \u201cDoze\u201d. \u00c9 verdade que nem todos seriam vizinhos do Lago, mas certamente seriam todos da Galileia. Tendo passado o rio Jord\u00e3o, a\u00ed se fez a evoca\u00e7\u00e3o do Baptismo do Senhor e do nosso pr\u00f3prio Baptismo.<\/p>\n<p>O quarto dia da peregrina\u00e7\u00e3o foi dedicado quase exclusivamente a Bel\u00e9m: a \u201ccasa do p\u00e3o\u201d, no seu significado hebraico; ou \u201ccasa da carne\u201d na l\u00edngua falada pelos palestinianos. \u00c9 curioso verificar como estes dois significados da palavra \u201cBel\u00e9m\u201d encontram ali a sua plenitude de sentido. O Filho de Deus \u00e9 dado ali ao mundo na carne humana, mas \u00e9 esta mesma carne que se quer oferecer como alimento de toda a humanidade no p\u00e3o vivo descido do C\u00e9u. Na realidade, Ele \u00e9 carne e \u00e9 p\u00e3o; e ali mesmo, na Gruta dos Pastores, fomos alimentados por Ele, o Verbo feito Carne, que Se nos deu no P\u00e3o da Eucaristia.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o retempero do almo\u00e7o, visit\u00e1mos o lugar do nascimento do Senhor. Naturalmente o que se encontra hoje, nada tem a ver com aquela gruta de ent\u00e3o. A devo\u00e7\u00e3o das sucessivas gera\u00e7\u00f5es de fi\u00e9is adornaram a gruta, retirando-lhe o seu ar austero, mas deixando a sua simplicidade. Por isso, para quem tem f\u00e9, pode-se fazer uma imagem fiel do que seria o lugar, quando a Virgem Maria deu \u00e0 luz o seu Filho e Filho de Deus.<\/p>\n<p>Terminada a visita \u00e0 bas\u00edlica da Natividade, regress\u00e1mos novamente a Jerusal\u00e9m, atravessando a fronteira entre a autoridade palestiniana e Israel, onde nos confront\u00e1mos com os altos muros que separam as duas entidades. N\u00e3o deixa de impressionar que, tendo Deus vindo ao nosso encontro para derrubar todas as fronteiras, seja, precisamente em Bel\u00e9m, terra do seu nascimento, que esta cidade tenha de estar confinada dentro de altas barreiras de bet\u00e3o armado, criadas pelo desentendimento entre os homens!<\/p>\n<p>Termin\u00e1mos o dia, visitando o Muro Ocidental ou Muro das Lamenta\u00e7\u00f5es, hoje o \u00fanico lugar sagrado do Juda\u00edsmo.<\/p>\n<p>O quinto dia em Jerusal\u00e9m n\u00e3o poderia ter sido mais intenso. Depois de uma panor\u00e2mica geral sobre a cidade, avistada do cimo do Monte das Oliveiras, fez-se a descida pelo caminho que levou Jesus at\u00e9 entrar na sua cidade santa, no domingo de Ramos. Houve uma paragem na pequena igreja de Dominus Flevit (onde Jesus chorou sobre a sua cidade), para a\u00ed se ler a paix\u00e3o de S. Jo\u00e3o, e prosseguiu-se at\u00e9 ao Jardim das Oliveiras, lugar da Agonia, onde est\u00e1 erguida a Igreja das Na\u00e7\u00f5es, sobre a rocha que a tradi\u00e7\u00e3o afirma ser o local onde Jesus suou sangue. Da parte da tarde decorreu a visita ao Cen\u00e1culo, onde se fez a evoca\u00e7\u00e3o da \u00daltima Ceia, do sacerd\u00f3cio, das primeiras apari\u00e7\u00f5es do Ressuscitado e da descida do Esp\u00edrito Santo. Dali, dinamizados pela for\u00e7a interior do Esp\u00edrito do Ressuscitado, os Ap\u00f3stolos fizeram irradiar a Igreja para os quatro cantos do mundo.<\/p>\n<p>Regressados ao barco, rum\u00e1mos em direc\u00e7\u00e3o a Antioquia e a Tarso. <\/p>\n<p>Antioquia e Tarso<\/p>\n<p>Foi em Antioquia que se deu aos disc\u00edpulos pela primeira vez o nome de \u201ccrist\u00e3os\u201d. Foi a\u00ed que Paulo, depois de ter sido procurado em Tarso, sua terra natal, por Barban\u00e9, se dedicou ao ensino e da\u00ed partiu para as suas viagens mission\u00e1rias, enviado pela pr\u00f3pria comunidade. Ter estado em Antioquia, hoje uma cidade inteiramente mu\u00e7ulmana, n\u00e3o deixa de constituir para n\u00f3s um desafio para os nossos tempos: vivia-se intensamente a f\u00e9 crist\u00e3 e com a consci\u00eancia que esta f\u00e9 n\u00e3o pode ficar oculta e privada: \u00e9 necess\u00e1rio d\u00e1-la a conhecer aos outros. Nem todos podem partir para anunciar o Evangelho. Mas podem ir alguns com o suporte da maioria que permanece nas suas tarefas habituais. Que grande exemplo para n\u00f3s. Era ali que Paulo voltava para contar \u00e0 comunidade como Deus, por seu interm\u00e9dio, ia abrindo o cora\u00e7\u00e3o a novos crentes e como a Igreja ia crescendo\u2026<\/p>\n<p>A passagem por Tarso foi breve. A\u00ed se encontra um po\u00e7o, que a tradi\u00e7\u00e3o afirma ser da casa de Paulo e algumas ru\u00ednas, entretanto postas a descoberto pelas escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas e bem protegidas por vidro especial. Pass\u00e1mos ainda pela igreja de S. Paulo confiada a uma pequena comunidade de tr\u00eas religiosas italianas, \u00fanica presen\u00e7a crist\u00e3 em terra onde impera o Isl\u00e3o.<\/p>\n<p>O sexto dia viu-nos a desembarcar em Antalya, cidade onde Paulo tomou o barco de regresso a Antioquia, no final da sua primeira viagem mission\u00e1ria. Pass\u00e1mos por Perga, onde Paulo e Barnab\u00e9 pregaram e fomos ao anfiteatro de Aspendos, bel\u00edssima obra da antiguidade muito bem conservada e com uma ac\u00fastica espantosa. A\u00ed se fez uma evoca\u00e7\u00e3o da prega\u00e7\u00e3o de Paulo por um actor profissional, que acompanhou toda a viagem, assumindo o papel do Ap\u00f3stolo. Regressados ao barco, seguimos em direc\u00e7\u00e3o a \u00c9feso.<\/p>\n<p>\u00c9feso<\/p>\n<p>\u00c9 uma cidade muito bem conservada e que nos d\u00e1, ainda hoje, a medida da sua grandeza ao tempo do Ap\u00f3stolo. Paulo esteve a\u00ed demoradamente a anunciar a palavra e a sedimentar a f\u00e9 dos ef\u00e9sios. Pudemos admirar as suas belas ru\u00ednas, os seus edif\u00edcios, a biblioteca de Celsus, o enorme anfiteatro que, em raz\u00e3o de obras de recupera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o foi poss\u00edvel ver por dentro. Nesta cidade se desenvolveu na antiguidade um culto muito arreigado \u00e0 deusa Artem\u00edsia. Os crist\u00e3os n\u00e3o admitiam nenhum culto aos deuses pag\u00e3os pelo que isso representaria uma quebra enorme nos ganhos daqueles que viviam \u00e0s custas destes cultos. Por isso, a\u00ed se levantou um enorme tumulto contra Paulo, liderado por Dem\u00e9trius, o ourives, que via o seu neg\u00f3cio em quebra por falta de clientes.<\/p>\n<p>Para a cristandade \u00c9feso \u00e9 tamb\u00e9m importante. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o da Igreja, aqui viveu Maria em casa do ap\u00f3stolo Jo\u00e3o. Foi na Casa de Maria que o grupo portugu\u00eas, englobando peregrinos das Dioceses de Lisboa, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santar\u00e9m e Porto, nos concentr\u00e1mos para celebrar a Eucaristia: era o dia 19 de Mar\u00e7o, o dia do Pai, e onde n\u00e3o deix\u00e1mos de ter presente nas nossas inten\u00e7\u00f5es, mais uma vez, as nossas dioceses e seus bispos, bem como as nossas comunidades e fam\u00edlias. Para al\u00e9m deste aspecto, importa referir que em \u00c9feso se reuniu um Conc\u00edlio ecum\u00e9nico onde,  pela primeira vez, se atribuiu a Maria o t\u00edtulo de M\u00e3e de Deus.<\/p>\n<p>Atenas<\/p>\n<p>O oitavo dia amanheceu no porto do Pireu, em Atenas. Depois do desembarque, seguimos para a visita \u00e0 cidade, subindo \u00e0 Acr\u00f3pole, donde se tem uma bel\u00edssima vista sobre a capital da Gr\u00e9cia e onde nos pudemos extasiar com a beleza das ru\u00ednas da civiliza\u00e7\u00e3o grega. Aqui tamb\u00e9m esteve Paulo que, depois de ter chegado \u00e0 cidade, a\u00ed descobriu um altar \u201cao Deus desconhecido\u201d e aproveitou a ocasi\u00e3o para falar aos atenienses desse Deus Desconhecido, dando-O a revelar na pessoa de Jesus Ressuscitado. Muito haveria a visitar em Atenas, mas o tempo urgia. Assim, partimos para Corinto, cidade em que Paulo se demorou cerca de dezoito meses e a cuja comunidade dirigiu, pelo menos, duas cartas que lemos agora nas nossas liturgias.<\/p>\n<p>Visitando as ru\u00ednas de Corinto, fomos at\u00e9 \u00e0 \u201cb\u00eama\u201d, isto \u00e9, at\u00e9 ao tribunal onde Paulo defendeu a f\u00e9 crist\u00e3 contra os seus acusadores.<\/p>\n<p>Foi em Corinto que se dividiu o grupo de peregrinos. Aqui uma parte consider\u00e1vel tomou o rumo do aeroporto para regressar a Lisboa; uma parte mais pequena, dirigiu-se Patras, para seguir de ferry at\u00e9 ao porto do Brindisi, na It\u00e1lia, e continuar a sua peregrina\u00e7\u00e3o at\u00e9 Roma, a cidade onde Paulo deu o supremo testemunho da sua f\u00e9.<\/p>\n<p>Neste percurso de Brindisi a Roma par\u00e1mos em S. Giovanni Rotondo para visitarmos o t\u00famulo de um santo dos nossos dias: o S.to Padre Pio, frade capuchinho que faleceu em 1968. Nesta pequena cidade, curiosamente, fomos surpreendidos por um nev\u00e3o, no dia em que come\u00e7ava a Primavera.<\/p>\n<p>Roma<\/p>\n<p>Para o pequeno grupo remanescente que se dirigiu a Roma, o dia de domingo come\u00e7ou com a visita ao local onde S. Paulo foi martirizado. Por ser cidad\u00e3o romano n\u00e3o poderia ser crucificado, como aconteceu a S. Pedro; Paulo foi decapitado. Diz a tradi\u00e7\u00e3o que ao cair, a sua cabe\u00e7a tocou em tr\u00eas pontos distintos, fazendo brotar tr\u00eas fontes de \u00e1gua; da\u00ed o local ser designado Tre Fontane. Contudo, n\u00e3o foi neste local que Paulo ficou sepultado. Os crist\u00e3os tomaram o seu corpo e transferiram-no para perto da Via Ostiense, onde hoje se levanta uma bela bas\u00edlica, que constitui uma das quatro grandes bas\u00edlicas patriarcais de Roma. Foi a\u00ed que nos dirigimos e a\u00ed celebr\u00e1mos a Eucaristia, encerrando a nossa peregrina\u00e7\u00e3o, seguindo os passos de S. Paulo. <\/p>\n<p>A tarde foi dedicada \u00e0 visita do Vaticano e da sua Bas\u00edlica, passando pelos t\u00famulos dos \u00faltimos Papas e pelo de S. Pedro, onde reafirm\u00e1mos a nossa f\u00e9, rezando o Credo e pelas inten\u00e7\u00f5es da Igreja, do Papa e dos nossos Bispos.<\/p>\n<p>Durante toda a peregrina\u00e7\u00e3o, fomos acompanhados pelo senhor D. Anacleto de Oliveira, autoridade em estudos sobre S. Paulo. A peregrina\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi apenas um passar pelos lugares. Isso seria muito interessante, mas redundaria apenas em viagem tur\u00edstica \u00e0 volta de uma grande figura da Igreja. Tivemos ocasi\u00e3o de escutar os ensinamentos de D. Anacleto quer no autocarro, durante os percursos do barco aos locais de visita, quer nas homilias da Eucaristia, quer ainda no barco, onde t\u00ednhamos \u00e0 nossa disposi\u00e7\u00e3o uma sala para as catequeses que quase diariamente eram apresentadas pelo Bispo Auxiliar de Lisboa.<\/p>\n<p>As Eucaristias, preparadas antecipadamente, vividas e cantadas, a ora\u00e7\u00e3o feita nos autocarros, seguindo um gui\u00e3o previamente preparado, as catequeses e as homilias bem como todas as explica\u00e7\u00f5es sobre S. Paulo e os locais por onde ele passou, no contexto hist\u00f3rico e cultural do seu tempo, certamente a todos nos enriqueceu e levou a descobrir ou a aprofundar uma persona-lidade t\u00e3o rica como \u00e9 a deste Ap\u00f3stolo de Jesus Cristo.<\/p>\n<p>P.e Jos\u00e9 Manuel<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Peregrina\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-15122","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15122","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15122"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15122\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15122"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15122"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15122"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}