{"id":15132,"date":"2009-05-06T11:58:00","date_gmt":"2009-05-06T11:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=15132"},"modified":"2009-05-06T11:58:00","modified_gmt":"2009-05-06T11:58:00","slug":"o-correio-electronico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-correio-electronico\/","title":{"rendered":"O Correio Electr\u00f3nico"},"content":{"rendered":"<p>Para finalizar o conjunto de artigos com dicas sobre seguran\u00e7a na Internet, iremos abordar esta semana o correio electr\u00f3nico (e-mail). Pela defini\u00e7\u00e3o retirada do s\u00edtio da Ag\u00eancia para a Sociedade de Conhecimento, verificamos que correio electr\u00f3nico \u00e9 um \u201csistema que permite o envio de mensagens por computadores inseridos em redes de comunica\u00e7\u00e3o ou por outro tipo de equipamento de comunica\u00e7\u00f5es. O correio electr\u00f3nico \u00e9 uma vers\u00e3o informatizada dos servi\u00e7os de correspond\u00eancia interna ou dos servi\u00e7os postais. As mensagens poder\u00e3o incluir voz, texto, gr\u00e1ficos, imagens e outras informa\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Como fomos descobrindo ao longo destas \u00faltimas semanas, h\u00e1 sempre que ter cuidados no uso das as novas tecnologias. No caso do correio electr\u00f3nico devemos:<\/p>\n<p>1. Manter a aplica\u00e7\u00e3o de anti-v\u00edrus devidamente actualizada e activa. Desta forma evitamos a intrus\u00e3o de mensagens com conte\u00fados maliciosos. Por outro lado, a pr\u00f3pria aplica\u00e7\u00e3o verifica cada mensagem recebida.<\/p>\n<p>2. O filtro anti-spam dever\u00e1 estar activo. Actualmente a maioria dos servidores de correio electr\u00f3nico possui essa funcionalidade de filtragem. <\/p>\n<p>3. N\u00e3o correr programas de origem desconhecida. Por ve-zes recebemos mensagens com anexos no m\u00ednimo estranhos e de origens desconhecidas. N\u00e3o descarregue ou instale nenhum desses ficheiros, acima de tudo se a sua proveni\u00eancia for desconhecida. Mas aten\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 suficiente que a mensagem venha de um endere\u00e7o conhecido. O computador de origem pode j\u00e1 estar infectado, servindo este m\u00e9todo para expandir o v\u00edrus.<\/p>\n<p>4. Cuidado com os reencaminhamentos. Por vezes, recebemos informa\u00e7\u00f5es convidando para clicarmos num determinado endere\u00e7o que nos parece fi\u00e1vel. Dever\u00e1, antes de avan\u00e7ar, certificar-se que de facto o endere\u00e7o de destino \u00e9 o que aparece, pois este pode estar mascarado. Os endere\u00e7os podem reencaminh\u00e1-lo para um s\u00edtio com conte\u00fado malicioso. Um exemplo disso \u00e9 o denominado \u201cphishing\u201d, que utiliza endere\u00e7os mascarados, levando o utilizador a visitar s\u00edtios que ir\u00e3o obter informa\u00e7\u00f5es suas de uma maneira menos correcta.<\/p>\n<p>A regra de ouro para usarmos em pleno todas as potencialidades que a Internet nos proporciona \u00e9 s\u00f3 uma: deveremos estar constantemente informados de tudo aquilo que vai surgindo de novo nesta \u00e1rea das novas tecnologias. <\/p>\n<p>Fernando Cassola Marques<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para finalizar o conjunto de artigos com dicas sobre seguran\u00e7a na Internet, iremos abordar esta semana o correio electr\u00f3nico (e-mail). Pela defini\u00e7\u00e3o retirada do s\u00edtio da Ag\u00eancia para a Sociedade de Conhecimento, verificamos que correio electr\u00f3nico \u00e9 um \u201csistema que permite o envio de mensagens por computadores inseridos em redes de comunica\u00e7\u00e3o ou por outro [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-15132","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros-e-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15132","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15132"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15132\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15132"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15132"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15132"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}