{"id":15455,"date":"2009-06-17T17:36:00","date_gmt":"2009-06-17T17:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=15455"},"modified":"2009-06-17T17:36:00","modified_gmt":"2009-06-17T17:36:00","slug":"coro-da-catedral-constituido-em-associacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/coro-da-catedral-constituido-em-associacao\/","title":{"rendered":"Coro da Catedral constitu\u00eddo em associa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Informa\u00e7\u00e3o\/convite <!--more--> H\u00e1 cerca de um ano foi tomada a decis\u00e3o de criar o Coro da Catedral de Aveiro, para divulgar o repert\u00f3rio da M\u00fasica Sacra e solenizar \u2013 juntamente com os coros da Par\u00f3quia da Gl\u00f3ria \u2013 as principais celebra\u00e7\u00f5es presididas pelo Bispo da Diocese. <\/p>\n<p>O projecto surgiu n\u00e3o apenas de vontades individuais, mas sobretudo de uma reflex\u00e3o sobre as orienta\u00e7\u00f5es expressas nos documentos da Igreja Cat\u00f3lica sobre a M\u00fasica Sacra, nomeadamente na Constitui\u00e7\u00e3o \u201cSacrossanctum Concillium\u201d (1963): \u201cA tradi\u00e7\u00e3o musical da Igreja \u00e9 um tesouro de inestim\u00e1vel valor, que excede todas as outras express\u00f5es de arte \u2026\u201d (n.\u00ba 112). \u201cGuarde-se e desenvolva-se com dilig\u00eancia o patrim\u00f3nio da m\u00fasica sacra. Promovam-se com empenho, sobretudo nas igrejas catedrais, as \u201cScholae cantorum\u2026\u201d (n.\u00ba 114). Alguns anos mais tarde, a Instru\u00e7\u00e3o Musical Sacram (1967) explicita o documento de uma forma imperativa: \u201cTer-se-\u00e1 um Coro ou \u201cCapella\u201d ou \u201cSchola Cantorum\u201d e dele se cuidar\u00e1 com dilig\u00eancia, sobretudo nas catedrais e outras igrejas maiores, nos semin\u00e1rios e nas casas de estudo dos religiosos\u201d (n.\u00ba 19.a).<\/p>\n<p>O Coro da Catedral de Aveiro, embora seja uma institui\u00e7\u00e3o diferente da EDMUSA, surgiu no seguimento do projecto de forma\u00e7\u00e3o dos intervenientes na m\u00fasica lit\u00fargica das par\u00f3quias, organizado pela Escola Diocesana de M\u00fasica Sacra de Aveiro. A sua cria\u00e7\u00e3o contou com o interesse e extraordin\u00e1rio incentivo do Bispo da Diocese. Iniciado o trabalho em 7 de Outubro de 2008, o Coro esteve presente pela primeira vez no pontifical do dia 8 de Dezembro, sob a direc\u00e7\u00e3o do seu maestro titular, Prof. Ant\u00f3nio M\u00e1rio Costa.<\/p>\n<p>Com a sua ac\u00e7\u00e3o no campo cultural e lit\u00fargico, o Coro da Catedral de Aveiro \u00e9 um projecto diocesano que n\u00e3o assenta apenas num grupo de cantores, mas num n\u00famero muito mais alargado de pessoas que o apoiam, \u00e0 semelhan\u00e7a de outras institui\u00e7\u00f5es similares como, por exemplo, o Coro da S\u00e9 Catedral do Porto, sobejamente conhecido em todo o pa\u00eds. Trata-se de um projecto que vai ao encontro n\u00e3o s\u00f3 dos respons\u00e1veis pela m\u00fasica sacra, mas tamb\u00e9m dos agentes culturais e de todas as pessoas interessadas na pr\u00e1tica e divulga\u00e7\u00e3o deste repert\u00f3rio. Por isso, esta associa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 constitu\u00edda n\u00e3o s\u00f3 pelos associados cantores, mas tamb\u00e9m pelos associados colaboradores \u2013 pessoas que, embora n\u00e3o perten\u00e7am aos efectivos dos cantores, apoiam o projecto com a sua colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para assegurar a estabilidade necess\u00e1ria ao desenvolvimento da sua ac\u00e7\u00e3o, o Coro da Catedral de Aveiro ter\u00e1 uma estrutura associativa com personalidade jur\u00eddica. Est\u00e3o j\u00e1 elaborados os Estatutos para serem analisados em Assembleia-Constituinte e, posteriormente, aprovados pelo Bispo da Diocese.<\/p>\n<p>Assim, vimos convidar todos os respons\u00e1veis pela M\u00fasica Sacra nas par\u00f3quias e todas as pessoas dispostas a apoiar este projecto diocesano, a integrar a Assembleia-Constituinte para a an\u00e1lise e aprova\u00e7\u00e3o dos Estatutos do Coro da Catedral de Aveiro, que se vai realizar no pr\u00f3ximo dia 20 de Junho (s\u00e1bado) \u00e0s 15 horas no sal\u00e3o do Centro Paroquial da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>10 de Junho de 2009<\/p>\n<p>Pela Equipa de trabalho<\/p>\n<p>P.e Paulo Cruz<\/p>\n<p>Domingos Peixoto<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informa\u00e7\u00e3o\/convite<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-15455","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15455","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15455"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15455\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15455"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15455"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15455"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}