{"id":15701,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=15701"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"sala-da-ria-quer-motivar-mais-visitantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/sala-da-ria-quer-motivar-mais-visitantes\/","title":{"rendered":"Sala da Ria quer motivar mais visitantes"},"content":{"rendered":"<p>No renovado Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo <!--more--> Na cerim\u00f3nia comemorativa do 2\u00ba anivers\u00e1rio da inaugura\u00e7\u00e3o do renovado Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo (MMI), foi aberta ao p\u00fablico, na ter\u00e7a-feira, A SALA DA RIA, um chamariz expressivo para novos visitantes. Em espa\u00e7o amplo, de p\u00e9 direito que permite a exposi\u00e7\u00e3o dos barcos da laguna com as velas ao alto, este ser\u00e1 mais um bom  motivo para uma visita demorada ao mais completo reposit\u00f3rio das nossas mem\u00f3rias da t\u00e3o apregoada Ria de Aveiro.<\/p>\n<p>Ana Maria Lopes, que j\u00e1 foi directora do MMI e que presentemente n\u00e3o deixa de prestar a sua ajuda, enquanto especialista das coisas da Ria, sublinhou ao Correio do Vouga que, no antigo espa\u00e7o, \u201cn\u00e3o havia afectividade entre o visitante e as embarca\u00e7\u00f5es\u201d. Para que isso pudesse acontecer, esta sala foi humanizada, \u201csobretudo aparelhando-se quase todas as embarca\u00e7\u00f5es: a erveira com junco, o saleiro com sal, as bateiras com artes de pesca\u201d. Ao mesmo tempo \u2014 subli-nhou a antiga directora do Museu \u2014 \u201cessa humaniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m passou por trazermos para junto do p\u00fablico algumas pe\u00e7as que considero fulcrais, porque s\u00e3o do esp\u00f3lio inicial do MMI e algumas anteriores, de 1934\u201d.<\/p>\n<p>O visitante, no dizer do presidente da C\u00e2mara de \u00cdlhavo, Ribau Esteves, encontra agora uma \u201ccasa aberta, atenta e activa, com o seu patrim\u00f3nio constru\u00eddo, sem nunca esquecer novas facetas e novas perspectivas\u201d. Mas a din\u00e2mica deste Museu vai continuar, depois do Navio-Museu Santo Andr\u00e9 e da Casa Gafanhoa, na Gafanha da Nazar\u00e9, com mais um p\u00f3lo a erguer na Costa Nova, dedicado \u00e0 arte da X\u00e1vega, adiantou o autarca.<\/p>\n<p>E se n\u00e3o bastassem estes espa\u00e7os museol\u00f3gicos, Ribau Esteves anunciou, ainda, a recupera\u00e7\u00e3o do Pal\u00e1cio de Alqueid\u00e3o, para nele ser instalada a Biblioteca Municipal, bem como a reabilita\u00e7\u00e3o da capela anexa. Ao lado, ser\u00e1 constru\u00eddo o novo F\u00f3rum da Juventude.<\/p>\n<p>Na SALA DA RIA, Correio do Vouga teve ainda conhecimento da exist\u00eancia de um artista-artes\u00e3o da Gafanha do Carmo, Manuel Conde, cujo esp\u00f3lio do seu estaleiro foi doado ao MMI, onde est\u00e1 exposto. <\/p>\n<p>Segundo nos referiu seu filho Fernando, Manuel Conde foi o \u00fanico construtor da regi\u00e3o, em termos de barcos para a Arte da X\u00e1vega, durante 40 anos. Construiu barcos de mar para as companhas da Costa Nova, Vagueira, Mira e Tocha, tendo aprendido a arte com um irm\u00e3o mais velho que andou pelo Brasil.<\/p>\n<p>\u00c1lvaro Garrido, o director do Museu, frisou que as fainas agro-mar\u00edtimas passam a estar bem representadas na sala ora inaugurada, tendo sublinhado que a emotividade das gentes de \u00cdlhavo vai continuar. Esta \u00e9 uma sala para entendermos a Ria, tal como ainda a conhecemos e da qual temos saudades, disse.<\/p>\n<p>Para o primeiro respons\u00e1vel por este arejado e amplo espa\u00e7o museol\u00f3gico, como para todos os amantes da Ria, e n\u00e3o s\u00f3, visitar o Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo \u00e9 uma aventura dos sentidos, mas tamb\u00e9m conhecimento e lazer.<\/p>\n<p>F.M.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No renovado Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-15701","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15701","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15701"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15701\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15701"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15701"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15701"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}