{"id":15828,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=15828"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"viver-para-que","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/viver-para-que\/","title":{"rendered":"Viver para qu\u00ea?"},"content":{"rendered":"<p>Outras Ideias <!--more--> Com distribui\u00e7\u00e3o gratuita, acaba de vir a lume o  n.\u00ba 8 de Outras Ideias, uma publica\u00e7\u00e3o do Centro Universit\u00e1rio F\u00e9 e Cultura (CUFC). A direc\u00e7\u00e3o \u00e9 de Alexandre Cruz e a coordena\u00e7\u00e3o editorial de Ant\u00f3nio Jorge. <\/p>\n<p>Outras Ideias \u00e9 um desafio \u00e0 reflex\u00e3o de jovens de todas as idades, sobretudo direccionado para os que n\u00e3o se conformam com uma vida sem sentido e sem horizontes. Merece, por isso, ser lida e meditada pelos que apostam na inquietude, na procura de alicerces para uma vida diferente, onde o di\u00e1logo seja sempre norma a seguir em todas as circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o Viver para qu\u00ea?, que aponta o tema deste n\u00famero de Dezembro de 2003, \u00e9 um apelo a uma leitura atenta, meditada, n\u00e3o s\u00f3 para ficarmos a saber que h\u00e1 outras ideias vivenciadas por gente com quem nos cruzamos no dia-a-dia e que partilham connosco os mesmos horizontes que projectam um mundo melhor, mas tamb\u00e9m para recordar-mos valores que enformam a nossa civiliza\u00e7\u00e3o crist\u00e3, valores esses que t\u00eam sido muitas vezes olvidados.<\/p>\n<p>O director Alexandre Cruz, padre e membro da equipa do CUFC, prop\u00f5e a todos os eventuais leitores de Outras Ideias uma viagem nesta era de especializa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, porque se torna imperativo essencial \u201cn\u00e3o perder o horizonte de  humanidade\u201d. Ainda porque \u201ceste \u00e9 a finalidade \u00faltima de tudo o que pensamos e do \u2018algo\u2019 que fazemos\u201d.<\/p>\n<p>Porque esta publica\u00e7\u00e3o se destina a jovens de idades v\u00e1rias, torna-se pertinente reflectir sobre o idoso, aquele que chegou ao \u201ctempo da sabedoria da vida\u201d. O m\u00e9dico Amorim de Figueiredo conta-nos a hist\u00f3ria do homem com est\u00f3rias de s\u00e9culos, numa perspectiva  da sua dignidade e autonomia, da sua depend\u00eancia e experi\u00eancia, da sua transcend\u00eancia e da sociedade em que vive. E n\u00e3o deixa, com oportunidade, de frisar que \u201ca juventude tem um belo rosto e a velhice uma bela alma\u201d.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m da oportunidade do tema que abre a reflex\u00e3o, outros se seguem, n\u00e3o menos importantes, relacionados com a f\u00e9 e com a educa\u00e7\u00e3o, com a procura do equil\u00edbrio e com a vis\u00e3o internacional, com os olhos no futuro e um olhar pelo viver na China, sem ignorar a import\u00e2ncia que \u00e9 devida ao ambiente e \u00e0 vida. Mas tamb\u00e9m com uma especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 ci\u00eancia, \u00e0 religi\u00e3o e \u00e0 \u00e9tica, onde as artes, o ecumenismo e o di\u00e1logo inter-religioso possam ser uma constante na nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Em Outras Ideias ainda h\u00e1 quem se debruce sobre a esperan\u00e7a, sobre os her\u00f3is da resist\u00eancia, sobre o lugar da F\u00edsica e de Deus no nossa vida, sobre a riqueza da multiculturalidade, sobre a procura do sentido, sobre a excel\u00eancia e a eloqu\u00eancia e sobre itiner\u00e1rios de vida nova.<\/p>\n<p>A fechar, nada melhor do que um poema de Xanana Gusm\u00e3o em torno da liberdade. \u201cSe eu pudesse\/ pelas frias manh\u00e3s\/ acordar tiritando\/ fustigado pela ventania\/ que me abre a cortina do c\u00e9u\/ e ver, do cimo dos meus montes,\/ o quadro roxo\/ de um perturbado nascer do Sol\/ a leste de Timor\u2026\u201d. O resto do poema e os outros textos est\u00e3o \u00e0 espera  de quem procurar, no CUFC, Outras Ideias. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Outras Ideias<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-15828","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15828","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15828"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15828\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}