{"id":16100,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16100"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"accao-de-formacao-no-cufc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/accao-de-formacao-no-cufc\/","title":{"rendered":"Ac\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o no CUFC"},"content":{"rendered":"<p>Mais equil\u00edbrio, mais sa\u00fade \u2014 bem-estar ps\u00edquico, espiritual, f\u00edsico e social <!--more--> Na quinta-feira, 4 de Mar\u00e7o, no Centro Universit\u00e1rio F\u00e9 e Cultura (CUFC), em Aveiro, reuniram-se 150 inscritos na ac\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o \u201cMais equil\u00edbrio, mais sa\u00fade\u201d, destacando-se a presen\u00e7a de v\u00e1rios alunos do primeiro ano de Gerontologia da Escola Superior de Sa\u00fade da Universidade de Aveiro e de onze lares do distrito de Aveiro, bem como de volunt\u00e1rios que prestam assist\u00eancia a idosos e doentes. <\/p>\n<p>Frisando a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o de um ponto de encontro entre as diversas institui\u00e7\u00f5es que apoiam a pessoa idosa, o respons\u00e1vel pelo CUFC, padre Alexandre Oliveira, relembrou uma ac\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o realizada no ano passado, sublinhando ao Correio do Vouga a parceria que este Centro Universit\u00e1rio tem com a Universidade de Aveiro, a saber: a Reitoria, os Servi\u00e7os de Ac\u00e7\u00e3o Social e a Associa\u00e7\u00e3o de Alunos. <\/p>\n<p>Para iniciar a forma\u00e7\u00e3o das \u201cQuintas de Mar\u00e7o\u201d (leia-se Quintas-feiras), foi convidado o m\u00e9dico Fernando de Noronha Matos, que apresentou a tem\u00e1tica do Bem-estar ps\u00edquico, espiritual, f\u00edsico e social dos doentes e dos \u201cnossos velhinhos\u201d, como se lhes referiu ami\u00fade. Partindo do princ\u00edpio de que quem trabalha com os doentes tem de criar condi\u00e7\u00f5es para que estes sejam felizes, apesar da adversidade dos problemas f\u00edsicos ou psicol\u00f3gicos, Noronha Matos insistiu na necessidade e no dever de proporcionar aos pacientes boas condi\u00e7\u00f5es, quer no \u00e2mbito da preven\u00e7\u00e3o, quer no seu tratamento.  <\/p>\n<p>Considerando a exist\u00eancia de lares como um mal necess\u00e1rio, o m\u00e9dico sublinhou a import\u00e2ncia da fam\u00edlia. Nesse sentido, lembrou que nascer, viver e morrer enquadrado numa fam\u00edlia \u00e9 uma atitude natural, que nem sempre sucede na \u00faltima fase da vida. Por isso, desafiou os presentes a oferecerem ao doente um ambiente familiar, criando rela\u00e7\u00f5es de afectividade e de esperan\u00e7a, porque deste valor ningu\u00e9m deve abdicar. A este prop\u00f3sito, Noronha Matos transmitiu a ideia de que cada dia, cada momento, deve ser vivido em pleno, sem se estar obcecado pela ideia da morte, porque s\u00e3o muitos os doentes que se manifestam angustiantemente quanto \u00e0 sua \u201cmorte anunciada\u201d. A\u00ed, o profissional que os acompanha desempenha um papel importante n\u00e3o s\u00f3 a n\u00edvel f\u00edsico, mas tamb\u00e9m ps\u00edquico, espiritual e social. <\/p>\n<p>J\u00e1 no final da sua exposi\u00e7\u00e3o, Noronha Matos levantou o problema do acompanhamento m\u00e9dico que cada lar proporciona aos seus utentes, gra\u00e7as \u00e0 presen\u00e7a de um m\u00e9dico, mas que nem sempre se articula com o trabalho do m\u00e9dico de fam\u00edlia que acompanha o \u201cseu\u201d doente. Prop\u00f4s a necessidade de uma reflex\u00e3o deste aspec-to, para uma assist\u00eancia aos doentes cada vez mais concertada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais equil\u00edbrio, mais sa\u00fade \u2014 bem-estar ps\u00edquico, espiritual, f\u00edsico e social<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-16100","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16100","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16100"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16100\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16100"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16100"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16100"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}