{"id":16171,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16171"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"para-muita-gente-a-missa-e-apenas-uma-rotina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/para-muita-gente-a-missa-e-apenas-uma-rotina\/","title":{"rendered":"Para muita gente, a missa \u00e9 apenas uma rotina"},"content":{"rendered":"<p>Peregrina\u00e7\u00e3o Diocesana ao Santu\u00e1rio de Schoenstatt <!--more--> A Eucaristia \u00e9 um banquete que gera fraternidade e nos d\u00e1 for\u00e7a para termos mais zelo apost\u00f3lico e para irmos ao encontro dos outros<\/p>\n<p>\u201cPara muita gente, a missa \u00e9 apenas uma rotina, o simples cumprimento de um preceito, e n\u00e3o um alimento para a vida\u201d, afirmou D. Ant\u00f3nio Marcelino, no domingo, na Peregrina\u00e7\u00e3o Diocesana ao Santu\u00e1rio de Schoenstatt, que teve como lema \u201cEucaristia e Miss\u00e3o, com Maria\u201d. E acrescentou que muitos crist\u00e3os ainda n\u00e3o descobriram que \u201ca Eucaristia \u00e9 um banquete que gera fraternidade e nos d\u00e1 for\u00e7a para termos mais zelo apost\u00f3lico e para irmos ao encontro dos outros\u201d.<\/p>\n<p>A peregrina\u00e7\u00e3o diocesana, que coincidiu com o Dia do Bom Pastor, Dia das Voca\u00e7\u00f5es e Dia da M\u00e3e, proporcionou aos que peregrinaram, vindos um pouco de v\u00e1rios cantos da Diocese, uma reflex\u00e3o \u00e0 sombra do Santu\u00e1rio da M\u00e3e, Rainha e Vencedora Tr\u00eas Vezes Admir\u00e1vel de Schoenstatt, da parte da manh\u00e3. De tarde, houve em especial a ora\u00e7\u00e3o do ter\u00e7o meditado e a Eucaristia, a que presidiu o nosso Bispo.<\/p>\n<p>\u00c0 homilia, D. Ant\u00f3nio Marcelino, depois de recordar que os santu\u00e1rios s\u00e3o lugares  que convidam \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, \u00e0 paz e ao encontro com o Senhor, frisou que, nos santu\u00e1rios marianos, enriquecemos a nossa espiritualidade crist\u00e3 com o testemunho e o exemplo de Nossa Senhora, para sermos, como Ela, mais de Deus.<\/p>\n<p>Se temos f\u00e9, n\u00e3o podemos viver sem Eucaristia, \u201cque \u00e9 o ponto central da vida da Igreja\u201d, afirmou o pastor diocesano. E de imediato salientou que a missa n\u00e3o termina \u00e0 porta do templo, porque o celebrante nos envia \u201caos doentes, \u00e0 nossa fam\u00edlia, aos lugares onde trabalhamos e \u00e0 vida com as suas dificuldades, para testemunharmos o Evangelho\u201d. <\/p>\n<p>Sobre as Voca\u00e7\u00f5es, o prelado aveirense disse que todos somos vocacionados, mas tamb\u00e9m reconheceu que o Senhor chama alguns de modo especial, pedindo-lhes que \u201centreguem por completo a sua vida para que todos se sintam filhos de Deus\u201d. \u201cQuantos padres e consagradas encontramos por a\u00ed ao servi\u00e7o das pessoas, dos pobres e dos doentes?\u201d \u2013 questionou D. Ant\u00f3nio, que acrescentou: \u201cDos consagrados, recebemos o sentido da dedica\u00e7\u00e3o ao apostolado, 24 horas por dia e a vida toda, para nos despertar do nosso como-dismo e da nossa indiferen\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>Para o nosso Bispo, todos n\u00f3s precisamos de mais pessoas consagradas que \u201cnos mostrem a radicalidade do Evangelho\u201d, mas ainda lembrou que \u201crezar pelas voca\u00e7\u00f5es deve ser uma atitude permanente da Igreja\u201d. E denunciou que n\u00e3o temos mais voca\u00e7\u00f5es de consagra\u00e7\u00e3o porque temos pouca gente a rezar por isso. \u201cAs voca\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o ervas espont\u00e2neas, mas ervas cultivadas\u201d, disse.<\/p>\n<p>Aos peregrinos, D. Ant\u00f3nio Marcelino apresentou Maria como \u201cuma mulher dispon\u00edvel e simples\u201d e exemplo da m\u00e3e discreta, \u201ccomo discretas s\u00e3o as nossas m\u00e3es, quando cuidam de n\u00f3s, com noites perdidas\u201d. Referiu que h\u00e1 hoje m\u00e3es \u201cpara quem os filhos n\u00e3o olham\u201d, embora \u201co cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e olhe sempre para todos os filhos\u201d, tendo ainda garantido que \u201cmuitas desgra\u00e7as est\u00e3o marcadas pela aus\u00eancia das m\u00e3es\u201d, como se verificou na Casa Pia.<\/p>\n<p>Esta Peregrina\u00e7\u00e3o Diocesana teve uma prepara\u00e7\u00e3o espiritual, enriquecida por uma Serenata a Nossa Senhora, na noite anterior. \u201cOs madrugadores\u201d, homens e rapazes que, de 15 em 15 dias, aos s\u00e1bados, \u00e0s 7 horas da manh\u00e3, rezam no Santu\u00e1rio e participam na Eucaristia das 8 horas, quiseram oferecer \u00e0 M\u00e3e de Deus poemas e cantares.<\/p>\n<p>Das 22.30 \u00e0 meia-noite e meia hora, can\u00e7\u00f5es profanas e c\u00e2nticos religiosos, todos dedicados a Maria, com guitarradas de um grupo da Gafanha da Nazar\u00e9 e fados de gente de Coimbra, proporcionaram belos momentos a quem p\u00f4de assistir. A Juventude Feminina de Schoenstatt contribuiu com poesia e a Juventude Masculina ofereceu c\u00e2nticos.<\/p>\n<p>Entretanto, o Santu\u00e1rio de Schoenstatt est\u00e1 j\u00e1 a preparar o seu jubileu dos 25 anos. As obras iniciaram-se no dia 2 da Maio de 1979, h\u00e1 precisamente um quarto de s\u00e9culo, e a inaugura\u00e7\u00e3o aconteceu no dia 21 de Outubro do mesmo ano. No dia 24 de Outubro  pr\u00f3ximo, domingo, ser\u00e1 a festa comemorativa, com Eucaristia \u00e0s 17 horas, inserida num programa mais vasto, que est\u00e1 a ser delineado. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Peregrina\u00e7\u00e3o Diocesana ao Santu\u00e1rio de Schoenstatt<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-16171","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16171","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16171"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16171\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16171"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16171"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16171"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}