{"id":16182,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16182"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"consolidar-a-paz-para-nao-ter-que-emigrar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/consolidar-a-paz-para-nao-ter-que-emigrar\/","title":{"rendered":"Consolidar a paz para n\u00e3o ter que emigrar"},"content":{"rendered":"<p>Partilhando <!--more--> Vai realizar-se em F\u00e1tima, de 9 a 15 de Agosto a XXXII Semana Nacional de Migra\u00e7\u00f5es que reflectir\u00e1 um tema bem oportuno, tirado da Men-sagem do Papa para o 90\u00ba Dia Mundial do Migrante e do Refugiado.(Ver caixilho ao lado)<\/p>\n<p>Nesta euforia do 2004, vivido durante quase, um m\u00eas intra muros ou em quase todo o mundo onde moureja um emigrante, leva a cada um de n\u00f3s reflectir. Perdemos num canto fortuito, mas ganhamos a simpatia do mundo em geral, pela solidariedade, pelo bem receber, pelo saber acolher, o saber estar numa sociedade que cada vez se quer mais humana, mais sem fronteiras!<\/p>\n<p>Mas o que teria sensibilizado profundamente, fazendo gotejar l\u00e1grimas em cada portugu\u00eas, foi a espontaneidade dos nossos concidad\u00e3os em terra estrangeira, ou com mais sabor ainda com o entusiasmo delirante de gente onde outrora arquejavam as Quinas e hoje, saudavelmente, arqueja a sua pr\u00f3pria bandeira: Angola, Mo\u00e7ambique, Guin\u00e9, Cabo Verde, Brasil.(Ai Brasil, Brasil, como tu cantaste!).<\/p>\n<p>Um sabor especial ter\u00e1 sido o entusiasmo de Timor. (Ai, Timor, Timor, como tu cantaste!) O teu sofrimento foi grande em d\u00e9cadas, mas chegou o dia da esperan\u00e7a, da  liberta\u00e7\u00e3o. O sangue dos teus filhos juntou-se ao amor entranhado de quem te foi dando a m\u00e3o nas montanhas ou nas cidades! A gratid\u00e3o faz a hist\u00f3ria. Continua a amar quem te foi libertando!&#8230;  Sa\u00edste para a rua de bicicleta, de motorizada, em carros de antanho. \u00c9 lindo, quando Figo, Rui Costa ou outros mi\u00fados, desta nobre gera\u00e7\u00e3o, virem o espect\u00e1culo, sem d\u00favida, que ir\u00e3o dar a m\u00e3o a Timor! Encantou a humildade de um povo nas ruas de Timor!&#8230;<\/p>\n<p>E os nossos emigrantes de Fran\u00e7a, Sui\u00e7a, Alemanha, Am\u00e9rica, como eles nos deram exemplo de saber vibrar fora de uma P\u00e1tria, esquecendo, porventura, tempos idos em que tiveram de galgar fronteiras na calada da noite! <\/p>\n<p>F\u00e1tima esteve presente nas velas que se ascenderam \u00e0 Senhora da Azinheira, \u00e0 Senhora da Paz. Esteve de mil e uma maneira. Estiveram em foco a PAZ e os Emigrantes!<\/p>\n<p>Migrande &#8211; Refugiado<\/p>\n<p>(Da mensagem do Papa)<\/p>\n<p>O Dia do Migrante e do Refugiado, com o tema Migra\u00e7\u00f5es em vis\u00e3o de Paz, oferece este ano oportunidade de reflectir sobre um dos assuntos mais importantes. O tema, de facto, chama a aten\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica para a mobilidade humana for\u00e7ada, focalizando alguns aspectos problem\u00e1ticos de grande actualidade por causa da guerra e da viol\u00eancia, do terrorismo e da opress\u00e3o, da discrimina\u00e7\u00e3o e da injusti\u00e7a infelizmente sempre presentes nas not\u00edcias quotidianas. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o social veiculam nas casas imagens de sofrimento. De viol\u00eancia e de conflitos armados. S\u00e3o trag\u00e9dias que transtornam Pa\u00edses e Continentes, e n\u00e3o raro as regi\u00f5es mais atingidas s\u00e3o exactamente as mais pobres. De tal modo, que a um drama unem-se outros.<\/p>\n<p>Infelizmente, estamo-nos habituando a ver o peregrinar desconsolado dos desalojados, a fuga desesperada dos refugiados, o desembarque com todos os meios de migrantes nos Pa\u00edses mais ricos em busca de solu\u00e7\u00f5es para as suas numerosas exig\u00eancias pessoais e familiares. Eis, portanto, a pergunta: como falar da paz, quando se registam constantemente situa\u00e7\u00f5es de tens\u00e3o em muitas regi\u00f5es da Terra? E como pode contribuir o fen\u00f3meno das migra\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o da paz entre os homens? <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Partilhando<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-16182","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16182"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16182\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}