{"id":16238,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16238"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"para-olimpicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/para-olimpicos\/","title":{"rendered":"Para&#8230;ol\u00edmpicos!"},"content":{"rendered":"<p>Ao apagar-se a chama ol\u00edmpica em Atenas encerrou-se mais um cap\u00edtulo da hist\u00f3ria dos jogos que a Gr\u00e9cia Antiga ofereceu \u00e0 humanidade e que Pierre Fr\u00e9dy, Bar\u00e3o de Coubertin, reintroduziu, em 1896, na velha Atenas, com o  ep\u00edteto de Jogos Ol\u00edmpicos da Era Moderna. E \u00e9 neste per\u00edodo que o movimento ol\u00edmpico \u00e9 estendido \u00e0s modalidades de Inverno quando entre 25 de Janeiro e 5 de Fevereiro de 1924, na cidade de Chamonix, Fran\u00e7a, se realiza a primeira edi\u00e7\u00e3o dos Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno. <\/p>\n<p>O desporto para pessoas com defici\u00eancia iniciou-se em Inglaterra ap\u00f3s a II Grande Guerra. O neurologista judeu alem\u00e3o fugido dos nazis, o dr. Guttmann, utilizava-o como t\u00e9cnica de reabilita\u00e7\u00e3o para feridos de guerra. Em 1948 foram realizados os primeiros jogos para deficientes em Stoke Mandeville, Inglaterra. No dia da cerim\u00f3nia de abertura dos Jogos Ol\u00edmpicos de 1948 em Londres foram lan\u00e7ados, e a primeira competi\u00e7\u00e3o para atletas de cadeira de rodas foi organizada. Quatro anos depois, juntaram-se aos jogos alguns atletas dos Pa\u00edses Baixos. Nesse momento nasceu o desporto Paraol\u00edmpico. No entanto, estes jogos para atletas com defici\u00eancia s\u00f3 se juntaram pela primeira vez aos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o em Roma, em 1960.<\/p>\n<p>E no final nos dos jogos, o que fica? <\/p>\n<p>A nobreza do car\u00e1cter dos que neles participam e que perdurou nos jogos desde a antiguidade; o orgulho para os pr\u00f3prios e para quantos se deixam envolver na sua presta\u00e7\u00e3o (pelos la\u00e7os de fam\u00edlia, modalidade ou cidadania); gl\u00f3ria aos vencidos, honra aos vencedores; e sacrif\u00edcios, muito sacrif\u00edcio!<\/p>\n<p>\u00c9 por tudo isto que n\u00e3o aceitamos outros valores nem outros argumentos. <\/p>\n<p>Por que \u00e9 que fica a sensa\u00e7\u00e3o de que algo est\u00e1 mal na leviandade das desculpas de alguns atletas que n\u00e3o s\u00e3o Paraol\u00edmpicos? A tecla do sacrif\u00edcio!? Correr de manh\u00e3, treinar \u00e0 tarde,\u2026 mas isso n\u00e3o faz parte do moldar do atleta?! O trabalho s\u00e9rio, da maioria dos portugueses, no dia-a-dia, n\u00e3o \u00e9 feito tantas vezes apenas com sacrif\u00edcio?!<\/p>\n<p>Talvez por isso, \u00e9 que encaramos como genu\u00ednos apenas os Jogos Paraol\u00edmpicos. A alegria da dedica\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o apaga da mem\u00f3ria outro pr\u00e9mio! Depois, tamb\u00e9m h\u00e1 os outros!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao apagar-se a chama ol\u00edmpica em Atenas encerrou-se mais um cap\u00edtulo da hist\u00f3ria dos jogos que a Gr\u00e9cia Antiga ofereceu \u00e0 humanidade e que Pierre Fr\u00e9dy, Bar\u00e3o de Coubertin, reintroduziu, em 1896, na velha Atenas, com o ep\u00edteto de Jogos Ol\u00edmpicos da Era Moderna. E \u00e9 neste per\u00edodo que o movimento ol\u00edmpico \u00e9 estendido \u00e0s [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-16238","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-desporto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16238","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16238"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16238\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16238"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16238"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16238"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}