{"id":16290,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16290"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"um-peregrino-e-sempre-um-mendigo-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/um-peregrino-e-sempre-um-mendigo-de-deus\/","title":{"rendered":"&#8220;Um peregrino \u00e9 sempre um mendigo de Deus&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Santu\u00e1rio de Schoenstatt celebra jubileu <!--more--> Parafraseando Jo\u00e3o Paulo II, D. Ant\u00f3nio Marcelino afirmou, na eucaristia de encerramento das festas jubilares dos 25 anos do Santu\u00e1rio de Schoenstatt, no domingo, que o Santu\u00e1rio \u00e9 um lugar  privilegiado para a evangeliza\u00e7\u00e3o. E logo adiantou que o facto de neste dia se celebrar o Dia Mundial das Miss\u00f5es nos deve levar a assumir a urg\u00eancia de tornarmos mais conhecido Jesus Cristo, que \u00e9 \u201co grande projecto da Igreja\u201d.<\/p>\n<p>No passado fim-de-semana, na Col\u00f3nia Agr\u00edcola da Gafanha, a Fam\u00edlia Portuguesa de Schoenstatt (Aveiro, Lisboa, Coimbra, Porto e Braga) recordou, em festa, o que foi a caminhada entre n\u00f3s dos ideais schoenstattianos, que entraram na nossa diocese na d\u00e9cada de 60 do s\u00e9culo passado, com o projecto de contribuir para a forma\u00e7\u00e3o de um homem novo, que fosse capaz de construir uma nova sociedade. Esses ideais nasceram com o padre Jos\u00e9 Kentenich, em Schoenstatt, na Alemanha, em 18 de Outubro de 1914, e apoiaram-se numa espiritualidade centrada em Nossa Senhora, sob a invoca\u00e7\u00e3o da M\u00e3e, Rainha e Vencedora Tr\u00eas Vezes Admir\u00e1vel de Schoenstatt, com forte v\u00ednculo ao seu Santu\u00e1rio, onde se cultivam as gra\u00e7as do acolhimento, da transforma\u00e7\u00e3o interior e do envio apost\u00f3lico.<\/p>\n<p>As celebra\u00e7\u00f5es iniciaram-se no s\u00e1bado com um encontro nacional da Juventude de Schoenstatt, na Casa Jos\u00e9 Engling; e \u00e0 noite, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, em momento festivo muito forte, o padre Ant\u00f3nio Maria Borges, um dos principais obreiros daquele Santu\u00e1rio Diocesano, cantou e encantou todos, e foram  muitos, os que recordaram a sua ac\u00e7\u00e3o pastoral e cultural na Gafanha da Nazar\u00e9, entre 1977 e 1981. Antes do padre Ant\u00f3nio Maria, actuaram um grupo de dan\u00e7a, o  Coral da APA (Administra\u00e7\u00e3o do Porto de Aveiro) e um Grupo de Fados de Coimbra.<\/p>\n<p>Depois da evoca\u00e7\u00e3o das \u201csementes e ra\u00edzes do Santu\u00e1rio\u201d, com testemunhos de muitos que viveram a sua constru\u00e7\u00e3o entre Maio e Outubro de 1979, Eduardo Arvins, membro da Fam\u00edlia de Schoenstatt, lembrou ao nosso jornal que esta gera\u00e7\u00e3o ofereceu \u00e0 Igreja quatro Irm\u00e3s de Maria e um Sacerdote, sendo in\u00fameros os leigos, de todas as idades, que permanecem fi\u00e9is \u00e0 espiritualidade schoenstattiana, mantendo-se empenhados nas mais diversas ac\u00e7\u00f5es eclesiais, a n\u00edvel paroquial e diocesano.<\/p>\n<p>Na homilia da eucaristia de encerramento, D. Ant\u00f3nio Marcelino n\u00e3o deixou de sublinhar que os Santu\u00e1rios nos devem falar sempre de Deus, referindo que, se algu\u00e9m se fixar s\u00f3 em Nossa Senhora, n\u00e3o compreende que Maria  tem apenas a miss\u00e3o educadora de nos indicar seu filho Jesus. \u201cA M\u00e3e faz-nos compreender o que deve significar para n\u00f3s a grande riqueza que \u00e9 para todos Jesus Cristo\u201d, disse.<\/p>\n<p>O nosso Bispo frisou ainda que \u201cum peregrino do Santu\u00e1rio \u00e9 sempre um mendigo de Deus\u201d e que ali n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para o orgulho. \u201cO Santu\u00e1rio \u00e9 um lugar privilegiado de sil\u00eancio, de ora\u00e7\u00e3o, de gra\u00e7as, de convers\u00e3o e de evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santu\u00e1rio de Schoenstatt celebra jubileu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-16290","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16290","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16290"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16290\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16290"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}