{"id":16375,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16375"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"uma-constituicao-para-a-europa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/uma-constituicao-para-a-europa\/","title":{"rendered":"Uma Constitui\u00e7\u00e3o para a Europa"},"content":{"rendered":"<p>\u00abConcorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das vota\u00e7\u00f5es por maioria qualificada e o novo quadro institucional da Uni\u00e3o Europeia, nos termos constantes da Constitui\u00e7\u00e3o para a Europa?\u00bb Esta \u00e9 a quest\u00e3o aprovada na Assembleia Rep\u00fablica que ser\u00e1 colocada aos portugueses, em referendo, depois de enviada pelo Presidente da Rep\u00fablica ao Tribunal Constitucional para verificar a sua conformidade \u00e0 Lei Fundamental. Se o Tribunal se pronunciar positivamente, os portugueses ser\u00e3o chamados a responder \u00e0 quest\u00e3o nos primeiros meses de 2005.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Europeia \u00e9 o texto que substitui o conjunto de tratados europeus que abordavam um grande conjunto de assuntos, dos objectivos da Uni\u00e3o \u00e0 cidadania e aos direitos fundamentais, das institui\u00e7\u00f5es e respectivas compet\u00eancias \u00e0 pol\u00edtica externa e finan\u00e7as da Uni\u00e3o. Foi assinada no dia 30 de Outubro pelos chefes de Estado e de Governo dos 25 pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, em Roma, e agora precisa de receber o \u201csim\u201d dos parlamentos nacionais ou mesmo dos cidad\u00e3os, em referendo. Em alguns pa\u00edses h\u00e1 uma forte opini\u00e3o p\u00fablica contra a constitui\u00e7\u00e3o, pelo que os governos ter\u00e3o de fazer grandes esfor\u00e7os de sensibiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As partes da Constitui\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o est\u00e1 estruturada em quatro partes:<\/p>\n<p>&#8211; A primeira parte cont\u00e9m as disposi\u00e7\u00f5es que definem a Uni\u00e3o, os seus objectivos, compet\u00eancias, processos de decis\u00e3o e institui\u00e7\u00f5es;<\/p>\n<p>&#8211; A segunda parte \u00e9 constitu\u00edda pela Carta dos Direitos Fundamentais, proclamada no Conselho Europeu de Nice (Dezembro de 2000);<\/p>\n<p>&#8211; A terceira parte trata das pol\u00edticas e das ac\u00e7\u00f5es da Uni\u00e3o e retoma um grande n\u00famero de disposi\u00e7\u00f5es dos tratados actuais;<\/p>\n<p>&#8211; A quarta parte cont\u00e9m as cl\u00e1usulas finais, nomeada-mente os procedimentos de adop\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Tratado constitucional prev\u00ea que a Constitui\u00e7\u00e3o Europeia entre em vigor depois de ratificada por todos os Estados-Membros. Se passados dois anos sobre a assinatura (30 de Outubro de 2004) n\u00e3o tiver sido ratificada por 4\/5 dos Estados-Membros, o Conselho Europeu (\u00f3rg\u00e3o composto pelos chefes de Estado ou de Governo) ocupar-se-\u00e1 da quest\u00e3o.            <\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abConcorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das vota\u00e7\u00f5es por maioria qualificada e o novo quadro institucional da Uni\u00e3o Europeia, nos termos constantes da Constitui\u00e7\u00e3o para a Europa?\u00bb Esta \u00e9 a quest\u00e3o aprovada na Assembleia Rep\u00fablica que ser\u00e1 colocada aos portugueses, em referendo, depois de enviada pelo Presidente da Rep\u00fablica ao Tribunal Constitucional [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-16375","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16375","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16375"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16375\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16375"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16375"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16375"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}