{"id":16480,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16480"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"taize-e-como-uma-fonte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/taize-e-como-uma-fonte\/","title":{"rendered":"&#8220;Taiz\u00e9 \u00e9 como uma fonte&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Jovens da Diocese de Aveiro regressaram saciados e renovados na f\u00e9 <!--more--> Para a maioria dos cerca de 80 jovens da Diocese de Aveiro que participaram no Encontro Europeu organizado pela comunidade de Taiz\u00e9 aqueles foram dias de serenidade, comunh\u00e3o, paz e descoberta. Na viagem de regresso, feita no s\u00e1bado, o cansa\u00e7o era evidente no rosto da maioria dos jovens, mas a vontade de partilhar as experi\u00eancias e de somar os momentos de felicidade foram mais fortes e foi com eles que este grupo foi resistindo ao sono. <\/p>\n<p>Entre volunt\u00e1rios e participantes, a satisfa\u00e7\u00e3o era geral, \u00e0 partida de Lisboa de regres-so a Aveiro. O peso das mochilas contrastava com a leveza do cora\u00e7\u00e3o que quase todos afirmavam estar a sentir. Para o Secretariado da Pastoral Juvenil (SDPJ), respons\u00e1vel pela participa\u00e7\u00e3o do grupo de Aveiro neste encontro, o balan\u00e7o \u00e9 bastante positivo, porque todos estiveram sempre muito dispostos a colaborar e dispon\u00edveis para o que fosse preciso. De acordo com o Di\u00e1cono Rui Barnab\u00e9, respons\u00e1vel pelo SDPJ, que tamb\u00e9m foi volunt\u00e1rio neste encontro no Centro de Imprensa durante uma semana, \u201ccorreu tudo muito bem e at\u00e9 recebemos alguns elogios pela forma sistematizada e facilitada como nos fomos organizando com as inscri\u00e7\u00f5es e com toda a informa\u00e7\u00e3o que a organiza\u00e7\u00e3o do encontro ia pedindo\u201d. <\/p>\n<p>\u201cFomos bem acolhidos\u201d<\/p>\n<p>Durante uma semana estes jovens aveirenses estiveram espalhados pela cidade de Lisboa e arredores, onde foram acolhidos por fam\u00edlias portuguesas de v\u00e1rias par\u00f3quias que foram, como todos reconheceram, incans\u00e1veis na forma de acolher: \u201co encontro correu muito bem, gostamos de tudo; mas a forma como as fam\u00edlias nos acolheram, sem nos conhecerem de lado nenhum, foi o que mais nos tocou\u201d \u2014 partilhou o grupo de Aveiro que ficou alojado na Buraca. <\/p>\n<p>Os dias come\u00e7avam cedo para os participantes e volunt\u00e1rios desta \u201cPeregrina\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a na terra\u201d, a ora\u00e7\u00e3o da manh\u00e3 era rezada na par\u00f3quia de acolhimento \u00e0s 8h30, depois as equipas que organizavam o trabalho nessa par\u00f3quia tinham propostas de actividades para os grupos onde se misturavam todas as nacionalidades que vieram at\u00e9 Lisboa participar neste encontro. Foi durante este per\u00edodo de conv\u00edvio mais restrito, no espa\u00e7o e no tempo, que, em grupos diversificados de l\u00ednguas e culturas, a troca de experi\u00eancias e de ideias sobre a f\u00e9 e o ser crist\u00e3o foi melhor concretizada e aprofundada. <\/p>\n<p>O resto do dia era passado fora da par\u00f3quia de acolhimento. Os jovens dirigiam-se para a Fil, para almo\u00e7ar e jantar e depois uns ficavam por ali trabalhando como volunt\u00e1-rios, outros deslocavam-se para os v\u00e1rios workshops alusivos ao encontro, que aconteciam \u00e0 tarde em v\u00e1rios s\u00edtios da cidade. As refei\u00e7\u00f5es foram servidas todas na Fil, e apesar do n\u00famero de pessoas para servir ser grande &#8211;  afinal estamos a falar de 40 mil jovens &#8211; nunca houve confus\u00f5es, muito pelo contr\u00e1rio, a anima\u00e7\u00e3o e o companheirismo eram manifesta\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas por todo o lado.<\/p>\n<p>Mar de gente em sil\u00eancio<\/p>\n<p>As ora\u00e7\u00f5es, quer a das 13h15 quer a da noite, sempre \u00e0s 19h30, foram momentos de verdadeira multid\u00e3o em paz. O pavilh\u00e3o 1 da Fil transformava-se num mar de gente sentada em sil\u00eancio e simplicidade, pintada a laranja. Os c\u00e2nticos de Taiz\u00e9 inundavam aquele espa\u00e7o gigante com uma tranquilidade e comunh\u00e3o que chegava a arrepiar de t\u00e3o palp\u00e1vel e profunda, tal como confidenciou a Paula Marques do grupo da Murtosa: \u201cQuando se ouve a voz do irm\u00e3o Roger e o estar em contacto com ele, sente-se algo no nosso cora\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tem explica\u00e7\u00e3o\u201d. Os jovens foram convidados nestes momentos de ora\u00e7\u00e3o a reflectir os v\u00e1rios pontos da Carta do Irm\u00e3o Roger  &#8211; Um futuro de Paz : \u201cas d\u00favidas da f\u00e9\u201d, \u201crezar leva a amar\u201d e \u201cvai primeiro reconciliar-te\u201d. Estes foram sem d\u00favida momentos marcantes para muitos jovens que nunca tinham experienciado algo semelhante.<\/p>\n<p>Para o grupo de Aveiro o encontro terminou com uma vig\u00edlia de ora\u00e7\u00e3o pela paz em todas as par\u00f3quias, durante o ser\u00e3o de 31 de Dezembro e depois com o gesto de envio, na missa de 1 de Janeiro. Os jovens foram enviados para as suas terras e para os seus pa\u00edses com uma luz que devem guardar e manter acesa todos os dias das suas vidas. Como escreveu um dos jovens desta diocese na sua impress\u00e3o deste encontro, recordando o que foi dito num grupo de ora\u00e7\u00e3o: \u201cTaiz\u00e9 \u00e9 como uma fonte: paramos para beber e recuperar for\u00e7as para continuar a nossa caminhada como cat\u00f3licos\u201d.<\/p>\n<p>Catarina Pereira, SDPJ<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jovens da Diocese de Aveiro regressaram saciados e renovados na f\u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"class_list":["post-16480","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-actualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16480"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16480\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}