{"id":16482,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16482"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"programa-revaloriza-salinas-aveirenses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/programa-revaloriza-salinas-aveirenses\/","title":{"rendered":"Programa revaloriza salinas aveirenses"},"content":{"rendered":"<p>Com um financiamento de 680 mil euros <!--more--> As salinas aveirenses est\u00e3o abrangidas pelo programa \u201cSal do Atl\u00e2ntico\u201d que visa a revaloriza\u00e7\u00e3o da identidade das salinas do Atl\u00e2ntico, a recupera\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o do potencial biol\u00f3gico, econ\u00f3mico e cultural das zonas h\u00famidas costeiras, em Portugal, Espanha, Fran\u00e7a, Irlanda e Reino Unido.     <\/p>\n<p>Com um financiamento total da ordem dos 5,5 milh\u00f5es de euros, dos quais, cerca de 680 mil destinados \u00e0s salinas aveirenses, o programa, que se ir\u00e1 desenvolver at\u00e9 30 de Setembro de 2007, conta com a participa\u00e7\u00e3o de trinta parceiros e dois associados. Em Aveiro, os parceiros s\u00e3o a C\u00e2mara Municipal e a Universidade, aos quais se junta, como associado, a Cooperativa Agr\u00edcola de Transformadores de Sais Marinhos da Ria de Aveiro. Em Portugal, os restantes parceiros s\u00e3o de Castro Marim, Faro e Olh\u00e3o, Leira  e Figueira da Foz.<\/p>\n<p>Filomena Martins, da Universidade de Aveiro, sublinhou que este programa permitir\u00e1 \u201cir buscar outros programas financeiros e outros projectos\u201d para o salgado de Aveiro. \u201cEste projecto \u00e9 o in\u00edcio de um conjunto de projectos futuros financiados por programas alternativos da Uni\u00e3o Europeia, como o LIFE e outros\u201d.<\/p>\n<p>Em Aveiro, entre os objectivos previstos no pro-grama, est\u00e1 a realiza\u00e7\u00e3o de um estudo para a elabora\u00e7\u00e3o de um prot\u00f3tipo para responder \u00e0 eros\u00e3o das marinhas, nomeadamente as motas, de modo a contribuir para a preserva\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das marinhas. Outro objectivo \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um fundo documental. O programa visa tamb\u00e9m procurar nichos de mercado para o sal artesanal e produtos associados, desde a fl\u00f4r do sal \u00e0s algas, passando pelos sais de banho e outros produtos de higiene, bem como por produtos tur\u00edsticos que tenham por base as marinhas de sal. E isso para que as nove marinhas, que no ano 2004 produziram sal, se mantenham em actividade e se tente incentivar o arranque de mais algumas marinhas, das cerca de meia centena que ainda t\u00eam capacidade para retomar a actividade salineira. <\/p>\n<p>Para Filomena Martins, o que interessa saber \u00e9 como os parceiros franceses, que h\u00e1 trinta anos estavam decadentes como os da ria de Aveiro, hoje s\u00e3o uma refer\u00eancia mundial na produ\u00e7\u00e3o de sal artesanal e na cria\u00e7\u00e3o de novos produtos, como os derivados do sal ou a ele ligados, desde o turismo \u00e0 gastronomia.<\/p>\n<p>O programa \u00e9 constitu\u00eddo por sete ac\u00e7\u00f5es transnacionais: Biodiversidade das salinas; Organiza\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o\/ reconhecimento do sal\/ desenvolvimento de alternativas;  Forma\u00e7\u00e3o de uma cultura da actividade salineira tradicional no litoral atl\u00e2ntico\/ organiza\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o do saber-fazer;  Valoriza\u00e7\u00e3o do potencial tur\u00edstico das salinas tradicionais do Arco Atl\u00e2ntico; Desenvolvimento de uma gest\u00e3o integrada para as salinas; Novos produtos associados; Difus\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. A Universidade de Aveiro participa nas sete ac\u00e7\u00f5es. A C\u00e2mara Municipal de Aveiro participa em cinco ac\u00e7\u00f5es e a Cooperativa Agr\u00edcola de Transformadores de Sais Marinhos da Ria de Aveiro \u00e9 parceiro associado em duas ac\u00e7\u00f5es.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com um financiamento de 680 mil euros<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[63],"tags":[],"class_list":["post-16482","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-aveiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16482","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16482"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16482\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16482"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16482"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16482"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}