{"id":16543,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16543"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"o-padre-e-para-si-proprio-objecto-de-fe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-padre-e-para-si-proprio-objecto-de-fe\/","title":{"rendered":"O padre \u00e9 para si pr\u00f3prio objecto de f\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>Novo padre e di\u00e1cono a caminho do sacerd\u00f3cio ordenados no domingo <!--more--> O Evangelho falava do chamamento dos quatro primeiros ap\u00f3stolos. Pedro e Andr\u00e9, Tiago e Jo\u00e3o deixaram redes, barco, pai ou patr\u00e3o e seguiram Jesus.<\/p>\n<p>Esse chamamento inaugural \u00e9 o modelo de todos os chamamentos. Radicais, incondicionais e para sempre. \u201cOs caminhos de Deus n\u00e3o t\u00eam regresso\u201d, disse D. Ant\u00f3nio Marcelino. \u201cS\u00e3o mist\u00e9rio da escolha divina e mist\u00e9rio da resposta humana\u201d, acrescentou o bispo de Aveiro, antes de ordenar di\u00e1cono Jo\u00e3o Alves \u2013 \u201cpermanente na disponibilidade e transit\u00f3rio no diaconado\u201d \u2013 e padre Rui Barnab\u00e9.<\/p>\n<p>\u201cA vida do padre est\u00e1 envolvida neste mist\u00e9rio e s\u00f3 se explica na f\u00e9 e pela f\u00e9\u201d. \u201cManifesta e realiza um poder que n\u00e3o vem dele. De manh\u00e3 \u00e0 noite. Ama a todos sem que seja perten\u00e7a de algu\u00e9m em particular. Expropriado em favor de todos, apesar das suas limita\u00e7\u00f5es. \u00c9 assim com todos os que Deus continua a escolher\u201d, disse D. Ant\u00f3nio.<\/p>\n<p>E porque foi numa celebra\u00e7\u00e3o de f\u00e9 que a catedral cheia participou, no final o \u201cnosso bispo\u201d, como disse que gosta de ser chamado, dirigiu-se ao \u201cnosso padre\u201d novo e disse, num tom de amizade e paternidade: \u201cO padre \u00e9 um mist\u00e9rio de f\u00e9. Rui, a partir de agora, tens de fazer um acto de f\u00e9 sobre ti pr\u00f3prio\u201d. E, em sinal de f\u00e9 sobre o jovem acabado de ordenar, o bispo de Aveiro beijou-lhe as m\u00e3os.<\/p>\n<p>No final da celebra\u00e7\u00e3o, D. Ant\u00f3nio agradeceu aos educadores dos semin\u00e1rios e incentivou jovens e seminaristas. Aos pais em geral e aos dos dois jovens ordenados deixou estas palavras: \u201c[Os vossos filhos] quanto mais s\u00e3o de Deus, mais s\u00e3o dos pais e dos irm\u00e3os. (&#8230;) Que Deus vos recompense porque os ajudastes a crescer. Agora, deixai que eles voem\u201d. Voar, aqui, \u00e9 continuar aquela hist\u00f3ria inicial em que um punhado de homens deixou as redes do pequeno lago da Galileia, para pescar num mar do tamanho do mundo.             <\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Miguel Ara\u00fajo Alves<\/p>\n<p>Filho de Jos\u00e9 Jo\u00e3o Alves e Maria da Piedade Ara\u00fajo Alves<\/p>\n<p>Nasceu em Aveiro e residia em Cacia.<\/p>\n<p>Percurso escolar: Escola Prim\u00e1ria em Cacia; Escola Preparat\u00f3ria e Escola Secund\u00e1ria em Esgueira; Escola Secund\u00e1ria Homem Cristo em Aveiro, no tempo do Semin\u00e1rio de Aveiro; Ano Proped\u00eautico em Leiria, Instituto Superior de Estudos Teol\u00f3gicos em Coimbra.<\/p>\n<p>Actualmente \u00e9 colaborador da equipa sacerdotal da par\u00f3quia de \u00cdlhavo.<\/p>\n<p>Trabalhos pastorais anteriores: o Pr\u00e9-Semin\u00e1rio, a Par\u00f3quia de Oi\u00e3, a Par\u00f3quia de Esgueira e a Pastoral Vocacional.<\/p>\n<p>Recebeu o minist\u00e9rio de Leitor em 2002 e o de Ac\u00f3lito em 2004.<\/p>\n<p>Livro preferido: \u201cO Principezinho\u201d, de Saint-Exup\u00e9ry<\/p>\n<p>Anda a ler: \u201cPai Nosso\u201d, de Leonardo Boff.<\/p>\n<p>Gosta especialmente do filme: \u201cO Homem que plantava \u00e1rvores\u201d.<\/p>\n<p>Nunca se cansa de ouvir os discos da Mafalda Veiga.<\/p>\n<p>Nos tempos livres gosta de fazer caminhadas, mas tamb\u00e9m \u201cgostava de voltar a ocupar os tempos livres a divertir-me a (tentar) traduzir hebraico\u201d.<\/p>\n<p>Objecto muito estimado: Um fio de Taiz\u00e9 com o IXTUS [Peixe, em grego, acr\u00f3stico de (I)Jesus (X)Cristo, (U)Filho de (T)Deus (S)Salvador].<\/p>\n<p>Lugar de elei\u00e7\u00e3o em Portugal: Aveiro.<\/p>\n<p>Pa\u00eds que gostava de visitar: Egipto.<\/p>\n<p>Uma qualidade que tem: Disponibilidade.<\/p>\n<p>Pessoas admir\u00e1veis: \u201cTantos e tantas an\u00f3nimas por esse mundo fora, que t\u00eam a ousadia de lutar por um mundo mais justo e humano\u2026 pessoas que com consci\u00eancia ou sem ela, perceberam a radicalidade e a mensagem de Jesus Cristo\u201d.<\/p>\n<p>Her\u00f3i do passado que gostava de conhecer: Nenhum.<\/p>\n<p>Passagem da B\u00edblia a que volta muitas vezes: Salmo 139 como hino ao Deus-Presen\u00e7a: \u201cSenhor, Tu examinaste-me e conheces-me, sabes quando me sento e quando me levanto; \u00e0 dist\u00e2ncia conheces os meus pensamentos&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Gesto de Jesus que muito admira: \u201cCompreendeis o que vos fiz?\u201d Pergunta de Jesus no momento do \u2018Lava-P\u00e9s\u2019.<\/p>\n<p>Frase que o inspira: \u201cAmar a todos, servir a todos, sofrer por todos\u201d (Paulo VI).<\/p>\n<p>Rui Jorge C. Melo Neves Barnab\u00e9<\/p>\n<p>Filho de Reinaldo Castanheira Neves Barnab\u00e9 e Maria do Carmo Coutinho Melo Barnab\u00e9.<\/p>\n<p>Nasceu em Arouca e residia em Albergaria-a-Velha<\/p>\n<p>Percurso Escolar: Primeiro ciclo em Avis (Alto Alentejo) e Albergaria-a-Velha. Preparat\u00f3rio em Albergaria-a-Velha. Secund\u00e1rio em Albergaria-a-Velha e Homem Cristo, Aveiro, com seminarista. Proped\u00eautico em Leiria e curso superior em no Instituto Superior de Estudos Teol\u00f3gicos &#8211; Semin\u00e1rio Maior de Coimbra.<\/p>\n<p>Trabalha na Par\u00f3quia de Esgueira e \u00e9 Director do Secretariado Diocesano de Pastoral Juvenil.<\/p>\n<p>Antes disso, colaborou no Pr\u00e9 Semin\u00e1rio, na par\u00f3quia de Angeja e no Secretariado Diocesano de Pastoral das Voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Minist\u00e9rios: Leitor em 2002. Ac\u00f3lito em 2004. Di\u00e1cono: 11 de Julho de 2004.<\/p>\n<p>Livro preferido: \u201cEnsaio Sobre a Cegueira\u201d, de J. Saramago.<\/p>\n<p>Livro que anda a ler: \u201cJesus Christ, homme libre\u201d, de Christian Duquoc.<\/p>\n<p>Filme que n\u00e3o cansa ver: \u201cDancer in the dark\u201d.<\/p>\n<p>Disco de elei\u00e7\u00e3o: \u201cO Sambista\u201d, de Chico Buarque.<\/p>\n<p>Nos tempos livros \u00e9 bom: Caminhada ao ar livre. Descobrir de novos espa\u00e7os naturais.<\/p>\n<p>Objecto muito estimado: \u201cCruz de lapela que uso, n\u00e3o por aquilo que significa qualquer cruz de lapela, mas tamb\u00e9m pela forma como me chegou \u00e0s m\u00e3os: \u00e9 tamb\u00e9m significativa por causa disso\u2026\u201d<\/p>\n<p>Pa\u00eds que gostava de visitar: Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p>Qualidade que tem: Perseveran\u00e7a.<\/p>\n<p>Pessoa viva que admira: Ir. Roger de Taiz\u00e9.<\/p>\n<p>Figura do passado: Leonardo Da Vinci: o paradigma do homem ecl\u00e9tico!<\/p>\n<p>Gesto de Jesus: Mc 6,30-44 \u2013 Multiplica\u00e7\u00e3o dos P\u00e3es: Olhou para a multid\u00e3o e sentiu preocupa\u00e7\u00e3o por ela\u2026 n\u00e3o os podia despedir sem ter em conta as suas necessidades\u2026<\/p>\n<p>Passagem b\u00edblica: 2 Cor 4,7ss: \u201cTrazemos um tesouro em vasos de Barro para que se possa ver que este extraordin\u00e1rio poder \u00e9 de Deus e n\u00e3o nosso\u201d.<\/p>\n<p>Lema: Rezar como se tudo dependesse de Deus, trabalhar como se tudo dependesse de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Palavra preferida: Desafio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novo padre e di\u00e1cono a caminho do sacerd\u00f3cio ordenados no domingo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-16543","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16543","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16543"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16543\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16543"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16543"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16543"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}