{"id":16673,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16673"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"simbolo-da-igreja-servidora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/simbolo-da-igreja-servidora\/","title":{"rendered":"S\u00edmbolo da Igreja servidora"},"content":{"rendered":"<p>Di\u00e1cono permanente <!--more--> O di\u00e1cono permanente tem de ser s\u00edmbolo da Igreja servidora, fazendo dos dons recebidos doa\u00e7\u00e3o aos outros, lembrou o padre Georgino Rocha, no encontro de reflex\u00e3o quaresmal que decorreu no Santu\u00e1rio de Schoenstatt, no passado s\u00e1bado. Os di\u00e1conos permanentes, tr\u00eas dos quais se fizeram acompanhar de suas esposas, debru\u00e7aram-se sobre a tr\u00edplice diaconia que devem viver no dia-a-dia, ao n\u00edvel da Caridade, da Palavra e da Liturgia, situando-se o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel da realidade laical e do protagonismo dos leigos.<\/p>\n<p>Estes consagrados t\u00eam de ser \u201cdespertadores\u201d de servi\u00e7os na Igreja, sublinhou o padre Georgino, delegado episcopal para o diaconado permanente, ao mesmo tempo que frisou a necessidade de todos crescerem \u201ctendo como refer\u00eancia Jesus Cristo\u201d. Por outro lado, devem assumir a preocupa\u00e7\u00e3o de se tornarem \u201ceducadores da f\u00e9\u201d junto daqueles com quem trabalham, vivem e convivem, estando sempre atentos aos mais empobrecidos e \u00e0s v\u00edtimas das injusti\u00e7as.<\/p>\n<p>Dos di\u00e1conos permanentes se espera que sejam pessoas \u201crenovadas no seu esp\u00edrito\u201d e que apostem em ser porta-vozes, no mundo, dos valores defendidos pela Igreja, expressando a sua f\u00e9 no modo como \u201colham\u201d os outros, num esfor\u00e7o sempre inacabado de serem \u201cespelho de Deus\u201d, nas comunidades em que vivem e trabalham.<\/p>\n<p>Entretanto, o padre Georgino lembrou que o di\u00e1cono casado n\u00e3o pode descuidar as obriga\u00e7\u00f5es do seu lar, \u201csob pretexto do exerc\u00edcio do minist\u00e9rio que exerce\u201d. Tamb\u00e9m deve desenvolver uma \u201caut\u00eantica espiritualidade matrimonial\u201d, em que marido e esposa sejam espelho um do outro, na caminhada de servi\u00e7o a quem mais precisa, testemunhando os valores do Evangelho em todos os momentos da vida.<\/p>\n<p>Neste encontro, foi referido que os di\u00e1conos permanentes n\u00e3o s\u00e3o profissionais da Igreja, sendo certo que devem estar plenamente dispon\u00edveis para servir e acolher, desfazendo barreiras e criando pontes no mundo, em todas as situa\u00e7\u00f5es, num esp\u00edrito de humildade, prud\u00eancia, simplicidade, compet\u00eancia e seriedade.<\/p>\n<p>Ainda foi salientado que o aut\u00eantico esp\u00edrito de servi\u00e7o do di\u00e1cono est\u00e1 na doa\u00e7\u00e3o radical aos outros, com testemunho de vida, por ter sido amado e escolhido por Deus, ungido e enviado, tornando-se \u201ceucaristia\u201d que o predisp\u00f5e a ir at\u00e9 \u201c\u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias\u201d na sua entrega, como sublinhou o delegado episcopal para o diaconado permanente na Diocese de Aveiro.<\/p>\n<p>O diaconado permanente existe na Diocese de Aveiro desde 1988. Presentemente h\u00e1, nesta diocese, 28 di\u00e1conos permanentes (27 casados e um vi\u00favo), que servem a Igreja em v\u00e1rios campos. Fazem parte do clero, porque receberam o primeiro grau do Sacramento da Ordem.<\/p>\n<p>Fernando Martins<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Di\u00e1cono permanente<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-16673","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16673"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16673\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}