{"id":1672,"date":"2010-05-26T15:41:00","date_gmt":"2010-05-26T15:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=1672"},"modified":"2010-05-26T15:41:00","modified_gmt":"2010-05-26T15:41:00","slug":"numero-de-lontras-aumenta-na-ria-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/numero-de-lontras-aumenta-na-ria-de-aveiro\/","title":{"rendered":"N\u00famero de lontras aumenta na Ria de Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>Rosa Pinho, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro e curadora do Herb\u00e1rio da Universidade de Aveiro, revelou que o n\u00famero de lontras est\u00e1 em franco crescimento na zona da Ria de Aveiro, apontando como uma das raz\u00f5es para isso o aumento significativo de lagostim que, apesar de ser uma esp\u00e9cie \u201cinfestante\u201d, \u00e9 o seu alimento preferencial.<\/p>\n<p>O sistema dunar do litoral aveirense, a Ria de Aveiro e as zonas ribeirinhas s\u00e3o de grande import\u00e2ncia para a biodiversidade, tanto faun\u00edstica como bot\u00e2nica, como afirmou Rosa Pinho, ao real\u00e7ar que na regi\u00e3o de Aveiro h\u00e1 um diversificado conjunto de habitats (dunas costeira, mar, ria, rios, lagos, \u00e1reas alag\u00e1veis, sapais, cani\u00e7ais, juncais, zonas de Bocage) que, no seu conjunto, fazem desta regi\u00e3o um ref\u00fagio de vida selvagem bastante rico em esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Segundo estudos citados por Rosa Pinho, na regi\u00e3o foram inventariadas 349 esp\u00e9cies de plantas superiores. S\u00f3 nas zonas dunares foram encontradas mais de 70 esp\u00e9cies de plantas superiores. A n\u00edvel faun\u00edstico, a diversidade tamb\u00e9m \u00e9 grande, como o atestam as mais de 300 as esp\u00e9cies de vertebrados existentes (permanentemente ou de passagem) na regi\u00e3o. S\u00f3 de aves, s\u00e3o mais de 180 esp\u00e9cies, a que se juntam depois as dezenas de esp\u00e9cies de peixes,  mam\u00edferos,  anf\u00edbios e r\u00e9pteis.<\/p>\n<p>Um ter\u00e7o das \u00e1guias sapeiras portuguesas est\u00e3o na zona da Ria de Aveiro, \u00e1rea com significativas col\u00f3nias de gar\u00e7as vermelhas e de cegonhas. No entanto, s\u00e3o as aves aqu\u00e1ticas, nomeadamente as lim\u00edcolas, as esp\u00e9cies com maior n\u00famero de exemplares na regi\u00e3o, e que, em determinadas \u00e9pocas do ano, podem atingir n\u00fameros pr\u00f3ximos dos 20 mil exemplares. S\u00f3 pilritos chegam a ser cerca de onze mil.<\/p>\n<p>Estas afirma\u00e7\u00f5es de Rosa Pinho foram proferidas no semin\u00e1rio promovido pelo Curso Ci\u00eancia na Escola, do Agrupamento de Escolas de Aveiro e da Escola Jo\u00e3o Afonso de Aveiro, em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Il\u00eddio Pinho, no \u00e2mbito do projecto \u201cDin\u00e2mica costeira numa perspectiva f\u00edsica, geol\u00f3gica, ambiental e art\u00edstica\u201d, realizado no edif\u00edcio da antiga Capitania.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rosa Pinho, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro e curadora do Herb\u00e1rio da Universidade de Aveiro, revelou que o n\u00famero de lontras est\u00e1 em franco crescimento na zona da Ria de Aveiro, apontando como uma das raz\u00f5es para isso o aumento significativo de lagostim que, apesar de ser uma esp\u00e9cie \u201cinfestante\u201d, \u00e9 o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-1672","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1672","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1672"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1672\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1672"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1672"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1672"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}