{"id":16736,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16736"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"frases-da-semana-156","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-156\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>O que se espera de Jos\u00e9 S\u00f3crates? <\/p>\n<p>* Que d\u00ea prioridade a reformas estruturais, sempre adiadas;<\/p>\n<p>* Que o ministro das Finan\u00e7as tenha capacidade e determina\u00e7\u00e3o para combater, de uma vez por todas, a fuga ao Fisco;<\/p>\n<p>* Que o ministro da Economia saiba atrair investimentos para o Pa\u00eds;<\/p>\n<p>* Que aposte nos melhores pol\u00edticos e nos melhores t\u00e9cnicos, do PS e independentes;<\/p>\n<p>* Que acabe com a burocracia e com o Estado escandalosamente gastador;<\/p>\n<p>* Que n\u00e3o siga a pol\u00edtica do clientelismo;<\/p>\n<p>* Que n\u00e3o substitua gente competente, s\u00f3 porque n\u00e3o pertence ao PS;<\/p>\n<p>* Que n\u00e3o adie para amanh\u00e3, o que pode fazer hoje. O povo est\u00e1 farto de esperar;<\/p>\n<p>* Que n\u00e3o esque\u00e7a que a Educa\u00e7\u00e3o e a Cultura s\u00e3o fundamentais \u00e0 sobreviv\u00eancia de uma na\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>* Que tenha sempre em conta a luta contra a pobreza e que olhe mesmo para os que passam fome;<\/p>\n<p>* Que respeite os princ\u00edpios que enformam a sociedade portuguesa. <\/p>\n<p>Fernando Martins, <\/p>\n<p>http:\/\/pela-positiva.blogspot.com\/, 25-02-05<\/p>\n<p>O ut\u00f3pico, sagrado, pat\u00e9tico e hipot\u00e9tico povo de que falam os pol\u00edticos nada tem a ver com a gente viva. Essa gente que tem sessenta contos por m\u00eas para viver, essa gente que pede fiado na farm\u00e1cia porque n\u00e3o tem dinheiro para comprar os medicamentos da Caixa, essa gente que depois de pago o Passe Social, tem para comer uma vez por dia, essa gente que empenha o ouro que tem para comprar leite, essa gente que n\u00e3o tem carro nem casa pr\u00f3pria, essa gente que vive a quil\u00f3metros da cidade e se levanta \u00e0s seis da manh\u00e3 para deixar os filhos na escola e meter-se na bicha dos transportes, essa gente que perdeu a terra e se suicida quando chega a velha, essa gente que perdeu o emprego e ainda n\u00e3o arranjou outro, esse gente que o sistema esqueceu ou abandonou, essa gente que o novo tempo esqueceu e n\u00e3o teve tempo de aprender, esse gente que parece remediada e que \u00e9 apenas pobre.<\/p>\n<p>Clara Ferreira Alves, <\/p>\n<p>\u00danica (Expresso), 26-02-05<\/p>\n<p>Sempre que h\u00e1 uma cat\u00e1strofe, um tsunami ou a morte de algu\u00e9m pr\u00f3ximo, a pergunta \u00e9 invariavelmente a mesma. \u201cOnde estava Deus\u201d? A catequese, tal como era dada, impingiu \u00e0s pessoas um Deus-bombeiro?<\/p>\n<p>\u00c9 preciso desmistificar essa ideia \u2013 Deus n\u00e3o criou o mundo e foi de f\u00e9rias. Deus anda a criar o mundo atrav\u00e9s de n\u00f3s. Como uma m\u00e3e que d\u00e1 a vida, ensina, sofre connosco, mas n\u00e3o interfere, n\u00e3o manipula a liberdade que deu. Uma boa m\u00e3e \u00e9 aquela que ensina o filho a atravessar a rua e n\u00e3o aquela que atravessa a rua sempre com ele,. Se uma pessoa \u00e9 atropelada, ningu\u00e9m no seu perfeito ju\u00edzo diz \u201cOnde estava a m\u00e3e?\u201d Pode \u00e9 perguntar-se o que \u00e9 que ele fez dos ensinamentos que a m\u00e3e lhe deu sobre como atravessar a rua. Na minha maneira de ver, no tsunami, ou no holocausto, Deus esteve sempre l\u00e1. N\u00e3o para impedir mas para sofrer com os que sofrem, inspirar os volunt\u00e1rios e a nossa generosidade, roer a consci\u00eancia dos que fizeram mal, quando \u00e9 caso disso. Deus est\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o das pessoas, a sofrer e a viver com elas, \u00e9 ele que as inspira, mas n\u00e3o se lhes substitui. Cristo n\u00e3o resolveu problema algum, os disc\u00edpulos at\u00e9 ficaram baralhados, mas deixou-nos com uma atitude, uma fortaleza e uma sabedoria&#8230; deixou-nos o Esp\u00edrito, que nos inspira e nos leva a fazer a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Pe Vasco Pinto de Magalh\u00e3es <\/p>\n<p>entrevistado por Isabel Stilwell, <\/p>\n<p>Not\u00edcias Magazine, 27-02-05<\/p>\n<p>A figura de Jesus est\u00e1 demasiado atada a um registo dogm\u00e1tico. A \u00fanica vantagem que t\u00eam estas hist\u00f3rias [o C\u00f3digo da Vinci, por exemplo] \u00e9 a de abordar Jesus, dessacralinzando o discurso em torno dele. \u00c9 muito importante voltar a falar de Jesus. \u00c9 pertinente regressar ao texto b\u00edblico e perceb\u00ea-lo nesta dimens\u00e3o narrativa, entender que os evangelhos s\u00e3o relatos. O leitor de todos os tempos tem necessidade de acolher uma bela hist\u00f3ria, que fale \u00e0 sua racionalidade, mas tamb\u00e9m ao seu cora\u00e7\u00e3o e emo\u00e7\u00f5es, que o prenda tamb\u00e9m pela dimens\u00e3o simb\u00f3lica e afectiva.<\/p>\n<p>Pe Tolentino Mendon\u00e7a <\/p>\n<p>entrevistado por Ant\u00f3nio Marujo, <\/p>\n<p>P\u00fablico, 26-02-05<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que se espera de Jos\u00e9 S\u00f3crates? * Que d\u00ea prioridade a reformas estruturais, sempre adiadas; * Que o ministro das Finan\u00e7as tenha capacidade e determina\u00e7\u00e3o para combater, de uma vez por todas, a fuga ao Fisco; * Que o ministro da Economia saiba atrair investimentos para o Pa\u00eds; * Que aposte nos melhores pol\u00edticos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-16736","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16736","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16736"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16736\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16736"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16736"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16736"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}