{"id":16873,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16873"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"artes-de-pesca-as-pescas-na-arte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/artes-de-pesca-as-pescas-na-arte\/","title":{"rendered":"&#8220;Artes de pesca &#8211; As pescas na arte&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>\u00cdLHAVO &#8211; Exposi\u00e7\u00e3o no Museu Mar\u00edtimo <!--more--> O Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo ir\u00e1 apresentar ao p\u00fablico, entre 9 de Abril e 16 de Novembro, a exposi\u00e7\u00e3o \u201cArtes de pesca \u2013 As pescas na Arte\u201d, mostra dividida em dois m\u00f3dulo: o primeiro decorrer\u00e1 at\u00e9 30 de Junho, e o segundo, a partir de 20 de Julho, segundo a afinidade cronol\u00f3gica e estil\u00edstica das obras expostas.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca actual, \u201cem que as pescas perderam express\u00e3o econ\u00f3mica e social\u201d, como referiu o director do museu ilhavense, \u00c1lvaro Garrido, na apresenta\u00e7\u00e3o do evento, esta \u201cexposi\u00e7\u00e3o \u2013 decerto a mais expressiva e completa que se organizou em Portugal a prop\u00f3sito do tema \u2013 evoca as principais representa\u00e7\u00f5es pict\u00f3ricas portuguesas sobre as pescarias entre os s\u00e9culos XIX e XX\u201d.<\/p>\n<p>Com trabalhos de pintura (aguarela e \u00f3leo) e de escultura (gesso e bronze), e apesar de n\u00e3o ser \u201cuma exposi\u00e7\u00e3o antol\u00f3gica alusiva \u00e0s representa\u00e7\u00f5es da pesca na pintura e escultura portuguesas dos s\u00e9culos XIX e XX\u201d, a mostra \u201cArtes de pesca \u2013 As pescas na Arte\u201d re\u00fane, no dizer de \u00c1lvaro Garrido, \u201cum conjunto muito expressivo de obras evocativas dos mundos da pesca\u201d.<\/p>\n<p>No m\u00f3dulo que agora ficar\u00e1 exposto no Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo, as obras foram executadas entre o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX e 1934, e representam \u201cde forma \u00edntima e pitoresca, elementos f\u00edsicos e humanos das nossas pescarias\u201d, sublinha \u00c1lvaro Garrido. O director do museu ilhavense nota que, neste primeiro m\u00f3dulo, \u201cimpera o gosto naturalista que tardiamente se manifestou na pintura portuguesa\u201d, o qual foi \u201cm\u00f3bil e sedimento de identidades locais e regionais. De forma intimista, registou atmosferas, captou a luz e representou universos paisag\u00edsticos \u00abreais\u00bb atrav\u00e9s de um timbrismo claro, ainda rom\u00e2ntico. Este maritimismo pict\u00f3rico, de forte express\u00e3o regional, representou praias e enseadas povoadas de barcos, de esteiros e palheiros. Retratou homens e mulheres cujas vidas dependiam da pesca, do conserto das redes e da venda do peixe, rua fora, troncos erguidos, de canastra \u00e0 cabe\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Esta exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane os principais autores e obras pict\u00f3ricas relativas \u00e0s pescarias na costa aveirense. Est\u00e3o presentes trabalhos de Ant\u00f3nio Vitorino, Bayard, Carlos Bonvalot, (D.) Carlos de Bragan\u00e7a, Carlos Fragoso, Carlos Pinto Ramos, Juan Avalos, Palmiro Peixe, Samuel Maia, Silva Porto, Sim\u00f5es de Almeida e Sousa Lopes, obras provenientes do Museu de Jos\u00e9 Malhoa, Museu do Chiado, Casa Museu Dr. Anast\u00e1cio Gon\u00e7alves e do pr\u00f3prio Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdLHAVO &#8211; Exposi\u00e7\u00e3o no Museu Mar\u00edtimo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-16873","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16873","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16873"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16873\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16873"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16873"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16873"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}