{"id":16908,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16908"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"alunos-crescem-em-amizade-com-amigo-j-c","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/alunos-crescem-em-amizade-com-amigo-j-c\/","title":{"rendered":"Alunos crescem em amizade com amigo J.C."},"content":{"rendered":"<p>Gentilmente acolhidos por uma exibi\u00e7\u00e3o instrumental e dadas as boas-vindas do P. Jo\u00e3o M\u00f3nica, director do Col\u00e9gio, durante a manh\u00e3 o entusiasmo imperou no grande pavilh\u00e3o com a apresenta\u00e7\u00e3o das 27 escolas e dois col\u00e9gios presentes. Munidos de bon\u00e9s brancos e de len\u00e7os de v\u00e1rias cores (identificativas do arciprestado), os alunos cantaram e dan\u00e7aram ao som do grupo musical \u201cPaz inquieta\u201d, aplaudindo com entusiasmo as apresenta\u00e7\u00f5es das escolas secund\u00e1rias participantes. <\/p>\n<p>Seguiu-se, ap\u00f3s um pequeno intervalo, uma bonita celebra\u00e7\u00e3o presidida por D. Ant\u00f3nio Marcelino, que se dirigiu ao p\u00fablico presente deixando a mensagem de que somos todos ap\u00f3stolos uns dos outros e que \u201cas coisas de Deus\u201d chegam aos outros atrav\u00e9s de cada um de n\u00f3s. \u201cSer grande \u00e9 ser capaz de ver o Outro, ser capaz de fazer pequenos &#8211; grandes &#8211; bens com amor e vontade\u201d. <\/p>\n<p>Com base na leitura da par\u00e1bola do \u201cgr\u00e3o de mostarda\u201d, o bispo de Aveiro falou ao p\u00fablico jovem presente. <\/p>\n<p>\u201cGr\u00e3o de mostarda \u00e9 o dom de Deus recolhido no Baptismo. Gr\u00e3os de mostarda s\u00e3o as pequenas coisas que fomos aprendendo pelos pais, av\u00f3s, educadores, professores. Gr\u00e3o de mostarda \u00e9 o pequeno esfor\u00e7o de cada dia para ir para a escola ou catequese\u2026 Gr\u00e3o de mostarda \u00e9 a ajuda que dou ao colega na escola, em casa \u00e0s m\u00e3es\u2026 Um dia, todos estes pequenos gr\u00e3os dar\u00e3o uma \u00e1rvore grande; como um tijolo e outro que, juntos, fizeram a casa\u2026\u201d<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 o teu testemunho que vai mudar o mundo\u201d<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Lembrou tamb\u00e9m o Papa J. Paulo II, no dia do seu funeral. Um dia algu\u00e9m perguntou ao Papa: \u201cPorque viaja tanto?\u201d Avan\u00e7ou o Bispo de Aveiro que s\u00e3o in\u00fameras as poss\u00edveis respostas: porque \u00e9 preciso fazer germinar sementes; porque \u00e9 preciso dar a alegria de viver; porque \u00e9 preciso conviver; porque \u00e9 preciso a certeza do amor de Deus; porque \u00e9 preciso a coragem para ir mais longe. <\/p>\n<p>\u00a0A celebra\u00e7\u00e3o tocou \u201cbem fundo\u201d os alunos e professores presentes. Uma aluna e uma professora foram desafiadas a falar \u201cdo que \u00e9 ser professora\u201d e \u201cdo que \u00e9 ser aluna de EMRC\u201d (ver textos na p\u00e1gina 12), testemunhos em que professores e alunos se reviram.<\/p>\n<p>Da parte da tarde, entregaram-se pr\u00e9mios aos tr\u00eas alunos vencedores do concurso diocesano de logotipos para a Disciplina. O desenho do primeiro pr\u00e9mio serviu de motivo aos bon\u00e9s brancos inicialmente distribu\u00eddos por todos os presentes.<\/p>\n<p>A anima\u00e7\u00e3o continuou, ao som do grupo \u201cPaz Inquieta\u201d, e aproximadamente 40 professores presentes foram chamados ao palco para cantar, coincid\u00eancia ou n\u00e3o, o refr\u00e3o n\u00e3o poderia ser mais apropriado \u201c\u00c9 o teu testemunho que vai mudar o mundo\u201d.<\/p>\n<p>Filipe Tavares, com Isabel Sofia e Pe. Costa Leite<\/p>\n<p>O Papa gostaria de estar aqui<\/p>\n<p>No final do encontro, Elisa Urbano, do Secretariado do Ensino Religioso, que, com uma equipa de professores, organizou o Inter-Escolas, afirmou ao Correio do Vouga que encontros deste g\u00e9nero servem \u201cpara que os professores se sintam motivados, pois sabem que n\u00e3o est\u00e3o sozinhos\u201d e os \u201calunos mais novos, ao verem os mais velhos, n\u00e3o desistam das aulas\u201d de EMRC. \u201cSentimos que somos um grupo e, perante as dificuldades que por vezes nos criam, encorajamo-nos uns aos outros\u201d, concluiu Elisa Urbano.<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Marcelino afirmou ao Correio do Vouga que o encontro de Calv\u00e3o n\u00e3o foi como tantos outros, \u201cs\u00f3 barulho, barulho, barulho\u201d, mas teve momentos de festa e de sil\u00eancio, sempre \u201ccom muito entusiasmo e alegria\u201d. \u201cN\u00e3o foi para ver um jogo de futebol que os alunos vieram, mas por causa de um elemento fundamental da forma\u00e7\u00e3o integral\u201d, disse, referindo-se \u00e0s aulas de EMRC. Aos alunos, nas \u00faltimas palavras que lhes foram dirigidas, o Bispo de Aveiro afirmou: \u201cA Dr. Elisa, por causa da morte do Papa, perguntou-me se dev\u00edamos adiar o encontro. Adiar!? De modo nenhum \u2013 disse eu. O Papa gostaria de estar aqui connosco. Gostava tanto de jovens que n\u00e3o gostaria que adi\u00e1ssemos a festa pelo facto de ter morrido!\u201d<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gentilmente acolhidos por uma exibi\u00e7\u00e3o instrumental e dadas as boas-vindas do P. 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