{"id":16933,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16933"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"bacalhau-vai-ter-certificacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/bacalhau-vai-ter-certificacao\/","title":{"rendered":"Bacalhau vai ter certifica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>\u00cdlhavo <!--more--> A AIB \u2013 Associa\u00e7\u00e3o dos Industriais do Bacalhau \u2013 espera que at\u00e9 ao final do corrente ano o bacalhau salgado seco produzido em Portugal, que \u00e9  um \u201cproduto de caracter\u00edsticas \u00fanicas, especiais, no contexto da cultura gastron\u00f3mica nacional\u201d, possa ser reconhecido pela Uni\u00e3o Europeia como \u201cespecialidade tradicional garantida\u201d, com a designa\u00e7\u00e3o de \u201cbacalhau de cura tradicional portuguesa\u201d.<\/p>\n<p>A AIB garante que o bacalhau que ostentar essa designa\u00e7\u00e3o \u201cter\u00e1 de ser preparado conforme os preceitos tradicionais\u201d, recorrendo \u201ca metodologias de fabrico baseadas no conhecimento e na experi\u00eancia dos mais antigos\u201d. O bacalhau s\u00f3 beneficiar\u00e1 dessa certifica\u00e7\u00e3o, \u201cquando comprovadamente assim tiver sido transformado e conseguir as correspondentes caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas\u201d.<\/p>\n<p>Essa certifica\u00e7\u00e3o ir\u00e1, no dizer da AIB, \u201cservir como uma garantia de qualidade para todos os que apreciam o melhor do fiel amigo, assegurando que o bacalhau, salgado e seco, foi preparado tal qual nos habituaram os nossos pais e av\u00f3s, recuperando-se para os dias de hoje o \u00abtal sabor\u00bb, que tantos apreciam\u201d.<\/p>\n<p>O processo para essa certifica\u00e7\u00e3o decorre h\u00e1 alguns anos, tendo a AIB desenvolvido um projecto, \u201cfinanciado pelos fundos comunit\u00e1rios regionais MARIS, que vai de encontro \u00e0queles prop\u00f3sitos: reconhecer o padr\u00e3o do bacalhau \u00e0 antiga, para rotul\u00e1-lo enquanto tal e assim refor\u00e7ar a informa\u00e7\u00e3o ao consumidor\u201d. No dizer da AIB, esse projecto \u201cvisa qualificar o bacalhau produzido conforme a tradi\u00e7\u00e3o e o saber-fazer portugu\u00eas, cujas ra\u00edzes remontam ao per\u00edodo em que grande parte do peixe era capturado pela frota nacional, com propriedades gastron\u00f3micas que deixam saudades\u201d.<\/p>\n<p>O processo incluiu v\u00e1rias provas de degusta\u00e7\u00e3o, efectuadas por \u201cpainel de provadores constitu\u00eddo por especialistas de longa data nesta mat\u00e9ria, com experi\u00eancia reconhecida no sector, e cujos conhecimentos foram considerados como muito relevantes na identifica\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas que s\u00e3o t\u00e3o pr\u00f3prias do bacalhau \u00e0 antiga\u201d, \u00e0s quais se juntou \u201cuma rigorosa defini\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do processo de fabrico, assentes em milhares de an\u00e1lises laboratoriais\u201d, sublinha a Associa\u00e7\u00e3o dos Industriais do Bacalhau, entidade sediada na Gafanha da Nazar\u00e9 e que re\u00fane a maioria das empresas portuguesas do sector.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdlhavo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-16933","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16933","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16933"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16933\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}