{"id":16949,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16949"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"frases-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-7\/","title":{"rendered":"Frases"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 momentos [como na trag\u00e9dia de Nova Orle\u00e3es] em que o homem \u00e9 for\u00e7ado a colocar-se as mais profundas interroga\u00e7\u00f5es sobre a sua natureza, a sua presen\u00e7a na Terra, a sua rela\u00e7\u00e3o com tudo quanto o rodeia.<\/p>\n<p>Ruben de Carvalho<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 04-09-05<\/p>\n<p>Portugal est\u00e1 contaminado pelo v\u00edrus da partidarite. Tudo \u00e9 feito e pensado em fun\u00e7\u00e3o das l\u00f3gicas partid\u00e1rias, que se apoderaram do aparelho do Estado e que se come\u00e7am a confundir com o pr\u00f3prio regime. \u00c9 isso que faz de Portugal uma democracia de baixa intensidade.<\/p>\n<p>Judite de Sousa<\/p>\n<p>Jornal de Not\u00edcias, 03-09-05<\/p>\n<p>O actual sistema partid\u00e1rio est\u00e1, progressiva e sistematicamente, a liquidar a no\u00e7\u00e3o de cidadania, n\u00e3o permitindo a emerg\u00eancia de pessoas que, podendo ser \u00fateis ao Pa\u00eds, o n\u00e3o s\u00e3o, porque n\u00e3o fazem nem querem fazer parte dos aparelhos pol\u00edticos. O que nos empobrece, sem que algu\u00e9m pare\u00e7a preocupar-se muito com o facto.<\/p>\n<p>Helena Sacadura Cabral<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 04-09-05<\/p>\n<p>Os portugueses gostam de ser tratados como doentes mentais e esperam que o Presidente da Rep\u00fablica seja um psiquiatra colectivo, n\u00e3o uma figura institucional e moderada. <\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pereira Coutinho<\/p>\n<p>Expresso, 03-09-05<\/p>\n<p>Em vez de barafustarmos mecanicamente acerca da falta de novidade, de juventude e de dramatismo nos candidatos presidenciais, n\u00e3o poderemos aceitar que temos dois bons candidatos; concordar que nos foi oferecida uma escolha clara e, finalmente, agradecer que, ganhe Soares ou ganha Cavaco, n\u00e3o vir\u00e1 da\u00ed o completo descalabro?<\/p>\n<p>Miguel Esteves Cardoso<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 04-09-05<\/p>\n<p>Com o que se convencionou chamar \u201co neg\u00f3cio do fogo\u201d, quanto mais dinheiro o Governo anunciar que vai injectar no combate aos fogos, mais fogos ir\u00e1 haver&#8230;<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Jos\u00e9 Brand\u00e3o Ferreira<\/p>\n<p>Expresso, 03-09-05<\/p>\n<p>Editar livros escolares \u00e9 uma actividade merit\u00f3ria. O que n\u00e3o era suposto era que o Estado portugu\u00eas obrigasse cada agregado familiar a patrocinar a fundo perdido as ditas editoras. (&#8230;) \u00c9 certo que anualmente teriam de se adquirir alguns manuais. Mas todos? Todos podem ser 16 para um aluno do 7\u00ba ou do 9\u00ba ano. No fim do ano lectivo, a maior parte desses livros acusa o desgaste entre casa e escola, pois outra consequ\u00eancia desta \u201cmanualodepend\u00eancia\u201d \u00e9 a transfigura\u00e7\u00e3o dos alunos em pequenos estivadores que arrastam todos os dias atr\u00e1s de si quilos de manuais, sem os quais os \u201cstores\u201d n\u00e3o d\u00e3o aulas.<\/p>\n<p>Helena Matos<\/p>\n<p>P\u00fablico, 03-09-05<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 momentos [como na trag\u00e9dia de Nova Orle\u00e3es] em que o homem \u00e9 for\u00e7ado a colocar-se as mais profundas interroga\u00e7\u00f5es sobre a sua natureza, a sua presen\u00e7a na Terra, a sua rela\u00e7\u00e3o com tudo quanto o rodeia. Ruben de Carvalho Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 04-09-05 Portugal est\u00e1 contaminado pelo v\u00edrus da partidarite. 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