{"id":16964,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=16964"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"ha-sinais-positivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ha-sinais-positivos\/","title":{"rendered":"H\u00e1 sinais positivos!"},"content":{"rendered":"<p>Os termos que classificam a situa\u00e7\u00e3o nacional, sem alarmismos descabidos, n\u00e3o deixam, todavia, de se apresentar como em crescendo de pessimismo assustador. Frustra\u00e7\u00e3o e fal\u00eancia nacional eram termos de opini\u00f5es p\u00fablicas recentes. \u00c9 arrepiante navegar nestas \u00e1guas! Baixar os bra\u00e7os e desistir de continuar \u00e9 garantia de morte!<\/p>\n<p>H\u00e1 &#8211; comprovadamente h\u00e1! &#8211; intermin\u00e1veis sinais positivos nos cidad\u00e3os, nos grupos, na sociedade portuguesa. Ainda ontem mesmo, no acto de posse dos novos corpos sociais de determinada institui\u00e7\u00e3o, pude constatar um esp\u00edrito de autonomia, uma not\u00e1vel capacidade de iniciativa, liberta de subsidiodepend\u00eancia, provocadora, isso sim, das responsabilidades dos cidad\u00e3os e do Estado.<\/p>\n<p>E \u00e9 no dom\u00ednio da solidariedade social, no dom\u00ednio da educa\u00e7\u00e3o, na \u00e1rea da sa\u00fade, na iniciativa empresarial\u2026 Bem sei que, algumas vezes, com interesses ocultos perversos! Mas h\u00e1 vida da sociedade civil, mas h\u00e1 capacidades reveladas, mas h\u00e1 projectos, mas h\u00e1 entregas generosas em busca bem comum, com marcas pr\u00f3prias e diversificadas, que podem fazer do panorama nacional n\u00e3o direi um tapete de rosas, mas uma policromia agrad\u00e1vel e motivadora.<\/p>\n<p>Era preciso, isso sim, que as altas inst\u00e2ncias acreditassem, de uma vez por todas, que os portugueses s\u00e3o de maior idade, que n\u00e3o fizessem de n\u00f3s \u201ccoitadinhos\u201d, para, cobrindo-se com a capa de protectores dos desfavorecidos, continuarem a promover o \u201cpaternalismo\u201d estatal, que, sabemos bem, n\u00e3o \u00e9 para benef\u00edcio dos cidad\u00e3os, mas para proveito da vagas de sedentos do poder que geram teias de interesses das quais saem sempre com mais poder &#8211; ao pol\u00edtico sucede-se, garantidamente, o econ\u00f3mico. <\/p>\n<p>\u00c9 tempo de \u201cocuparmos\u201d os are\u00f3pagos que servem esses \u201cdonos da na\u00e7\u00e3o\u201d, de i\u00e7armos as bandeiras da autonomia e da compet\u00eancia que arranquem as \u201cm\u00e1scaras\u201d desses pseudo-salvadores, \u00e9 tempo de mobilizarmos a \u201cresist\u00eancia pac\u00edfica\u201d ao dom\u00ednio dos profissionais da arte de enganar!&#8230; Porque os portugueses ainda s\u00e3o portugueses, porque ainda somos um povo capaz de segurar o leme para enfrentar os mares tenebrosos da crise, porque ainda temos ra\u00e7a, apesar das mesti\u00e7agens que connosco t\u00eam pretendido fazer, para nos diluir a identidade! <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os termos que classificam a situa\u00e7\u00e3o nacional, sem alarmismos descabidos, n\u00e3o deixam, todavia, de se apresentar como em crescendo de pessimismo assustador. Frustra\u00e7\u00e3o e fal\u00eancia nacional eram termos de opini\u00f5es p\u00fablicas recentes. \u00c9 arrepiante navegar nestas \u00e1guas! Baixar os bra\u00e7os e desistir de continuar \u00e9 garantia de morte! H\u00e1 &#8211; comprovadamente h\u00e1! &#8211; intermin\u00e1veis sinais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[],"class_list":["post-16964","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16964","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16964"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16964\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16964"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16964"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16964"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}