{"id":17070,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17070"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"reflectir-e-ver-mais-longe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/reflectir-e-ver-mais-longe\/","title":{"rendered":"Reflectir \u00e9 ver mais longe"},"content":{"rendered":"<p>Praxis &#8211; Revista do ISCRA <!--more--> Saiu o segundo n\u00famero da Praxis, a revista do ISCRA (escola de Teologia e Ci\u00eancias Religiosas da diocese de Aveiro). O segundo n\u00famero de qualquer revista \u00e9 sempre o mais dif\u00edcil. O primeiro sai por desafio, por \u00edmpeto inicial, por determina\u00e7\u00e3o superior. O segundo n\u00e3o. Implica vontade acrescida e investimento continuado. Implica uma equipa constante e bem coordenada.<\/p>\n<p>Com a direc\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o de Maria Armanda Saint-Maurice (que certamente alguns leitores reconhecer\u00e3o do coment\u00e1rio \u00e0s leituras dominicais do programa \u201cA f\u00e9 dos homens\/Ecclesia\u201d, no canal 2:), a Praxis promete continuar a aparecer duas vezes por ano e mos-trar a boa reflex\u00e3o teol\u00f3gica que se vai fazendo.<\/p>\n<p>H\u00e1 Natal para al\u00e9m das luzes e dos doces<\/p>\n<p>O presente n\u00famero, com colabora\u00e7\u00f5es de Aveiro e de outros pontos do pa\u00eds, centra-se na ess\u00eancia do Natal, a humaniza\u00e7\u00e3o de Deus. O Bispo de Aveiro escreve sobre a express\u00e3o \u201cHomens de boa vontade\u201d. Jo\u00e3o Duque, te\u00f3logo de Braga, aborda o tema \u201cNatal e p\u00f3s-cristianismo\u201d, ou seja, a incarna\u00e7\u00e3o no ambiente p\u00f3s-moderno. Pe. Georgino Rocha, doutorado em Pastoral, analisa a partilha de bens, \u201cuma epifania de Natal\u201d, a partir do pensamento de Jo\u00e3o Cris\u00f3stomo (padre do s\u00e9c. IV). Pe. Joaquim Martins, p\u00e1roco de Esgueira, especializado em Catequese, escreve sobre \u201cFalar de Natal hoje\u201d e da necessidade de \u201creenvangelizar o Natal\u201d. Por seu lado, Pe J. Marques Marques Pereira, da equipa sacerdotal da S\u00e9, aborda a \u201cEspiritualidade da esperan\u00e7a\u201d, isto \u00e9, aquela que \u00e9 pr\u00f3pria do Advento. H\u00e1 ainda um artigo sobre o \u201cNatal contado e cantado por Santo Ant\u00f3nio\u201d, por Henrique Pinto Rema, e outro sobre \u201cA regenera\u00e7\u00e3o da vida em n\u00f3s\u201d, por Carlos H. de C. Silva. A directora da revista faz umas \u201cbreves considera\u00e7\u00f5es sobre a maternidade divina\u201d, uma maternidade \u201cque n\u00e3o \u00e9 exclusiva das mulheres\u201d, mas que \u00e9 \u201cuma experi\u00eancia espiritual das mais subidas que podem ser dadas ao ser humano\u201d. A fechar a revista, antes das recens\u00f5es de livros por Marques Pereira, Lu\u00eds Silva e Herm\u00ednia Pedro, Pe. J\u00falio Franclim e Pacheco aponta algumas imprecis\u00f5es, mentiras grosseiras e erros crassos do \u201cC\u00f3digo da Vinci\u201d, romance do norte-americano Dan Brown. Na p\u00e1gina 63, como forma de exprimir a alegria e ternura do Natal, surge uma \u201cNatividade\u201d, desenho de Clara Meneres, escultora que \u201cem breve integrar\u00e1 o corpo docente do ISCRA\u201d, conforme diz Maria Armanda na apresenta\u00e7\u00e3o da revista.<\/p>\n<p>Para qu\u00ea uma revista de Teologia?<\/p>\n<p>Uma revista como esta \u2013 \u00e9 de reconhecer \u2013 n\u00e3o \u00e9 de leitura f\u00e1cil ou imediata. Na verdade, a profundidade da f\u00e9 n\u00e3o se mede pela cultura teol\u00f3gica, tal como para andar limpo n\u00e3o \u00e9 preciso saber qual a f\u00f3rmula qu\u00edmica da \u00e1gua \u2013 basta lavar-se. Por\u00e9m, tem o seu espa\u00e7o como linha avan\u00e7ada das raz\u00f5es para a esperan\u00e7a. Destina-se \u00e0queles que querem escavar um pouco mais nos fundamentos da f\u00e9 (al\u00e9m de, para o ISCRA, servir como moeda de troca para receber revistas de outros institutos). Ora a quest\u00e3o \u00e9: existem entre n\u00f3s crist\u00e3os, catequistas ou outros agentes de pastoral \u2013 ou mesmo professores e alunos no ISCRA \u2013 que se aventurem a ir um pouco mais al\u00e9m na reflex\u00e3o teol\u00f3gica? A Praxis n\u00e3o \u00e9 simplesmente o resultado da reflex\u00e3o de alguns investigadores. \u00c9 antes de tudo o desafio a um cristianismo mais consciente e fundamentado. Reflectir \u00e9 ver mais longe.<\/p>\n<p>J. P. F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Praxis &#8211; Revista do ISCRA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-17070","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17070","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17070"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17070\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17070"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17070"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17070"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}