{"id":17081,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17081"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"padroeira-precisa-se","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/padroeira-precisa-se\/","title":{"rendered":"Padroeira precisa-se!"},"content":{"rendered":"<p>Mem\u00f3ria CV &#8211; H\u00e1 66 anos <!--more--> Restaurada a diocese de Aveiro em 1938, de imediato surgiu um movimento que pretendeu dar-lhe como padroeira aquela que j\u00e1 o era da cidade: Santa Joana (6\/02\/1452 \u2013 12\/5\/1490), filha de Isabel e Afonso V, que trocou a realeza pelo convento de Aveiro.<\/p>\n<p>Escrevia-se no Correio do Vouga de 12 de Fevereiro de 1939 (logo ap\u00f3s a restaura\u00e7\u00e3o da diocese) que era necess\u00e1rio \u201cn\u00e3o deixar cair este nome nas sombras do sil\u00eancio e do sono\u201d, \u201cacender uma vela no seu sepulcro\u201de \u201climpar a camada de poeira do seu manto\u201d. Ou seja, criar um movimento para que o Papa viesse a proclamar Joana como padroeira da diocese. Havia um impedimento: a Princesa tinha sido \u201capenas\u201d beatificada (em 1693, por Inoc\u00eancio XII). Para ser padroeira, tinha de ser santa. Ora, o povo e as autoridades religiosas n\u00e3o esmoreceram e, no dia 5 de Janeiro de 1965, Paulo VI permite que ela seja proclamada padroeira da diocese de Aveiro, com todos os privil\u00e9gios inerentes. A not\u00edcia surge nas p\u00e1ginas do CV apenas no dia 9 de Abril, e \u00e9 t\u00e3o especial que essa edi\u00e7\u00e3o \u00e9 impressa em papel mais branco e brilhante (\u201ccouch\u00e9\u201d). Come\u00e7a assim o documento papal: \u201cA flor da santidade, com o aux\u00edlio de Deus, floresceu brilhantemente e deu magn\u00edficos frutos em todas as classes sociais, conforme a hist\u00f3ria da Igreja o demonstra; assim aconteceu entre os reis e as fam\u00edlias reais n\u00e3o menos do que entre os pobres e humildes. Tamb\u00e9m a f\u00e9rtil e feliz terra lusitana, t\u00e3o rica de santos, n\u00e3o s\u00f3 se gloria de Isabel, conhecida como \u00abRainha Santa\u00bb, mas tamb\u00e9m de outra Santa Aveirense, descendente de r\u00e9gia estirpe.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mem\u00f3ria CV &#8211; H\u00e1 66 anos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-17081","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17081","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17081"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17081\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17081"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17081"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17081"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}