{"id":17120,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17120"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"o-direito-a-vida-circunstancias-e-decisao-do-presidente-da-republica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-direito-a-vida-circunstancias-e-decisao-do-presidente-da-republica\/","title":{"rendered":"O direito \u00e0 vida: circunst\u00e2ncias e decis\u00e3o do Presidente da Rep\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p>Pensar a Vida <!--more--> O movimento de defesa da vida nasce entre n\u00f3s perante a evid\u00eancia de que o Estado pretende demitir-se da protec\u00e7\u00e3o \u00e0 vida intra-uterina e \u00e0 maternidade. O Estado, a quem cabe defender e proteger os mais carenciados, parece agora querer entregar seres humanos, durante os primeiros meses de vida, ao arb\u00edtrio das circunst\u00e2ncias que os rodeiam.                             <\/p>\n<p> Cada vez que uma for\u00e7a pol\u00edtica se declara, enquanto poder, adepta da liberaliza\u00e7\u00e3o do aborto, declara-se incapaz, e abdica de proteger e de dar condi\u00e7\u00f5es para que vidas humanas o possam ser. <\/p>\n<p>Perante esta fal\u00eancia do Estado, imp\u00f5e-se um papel forte da sociedade.   <\/p>\n<p>Por isso, vemos com empenho redobrado o trabalho feito por institui\u00e7\u00f5es de apoio a gr\u00e1vidas e a crian\u00e7as; movimentos que contrap\u00f5em ao poder pol\u00edtico argumentos e valores n\u00e3o ignor\u00e1veis; colunistas e \u201copinion-makers\u201d que mostram a fragilidade de uma civiliza\u00e7\u00e3o onde a vida n\u00e3o tem valor absoluto, a irresponsabilidade toma foros de direito (ao aborto) e o relativismo ego\u00edsta impera.<\/p>\n<p>A FEDERA\u00c7\u00c3O PORTUGUESA PELA VIDA, herdeira desta unidade em torno da CIVILIZA\u00c7\u00c3O DA VIDA, torna clara esta consci\u00eancia social que se sobrep\u00f5e (como vimos em 1998) a uma certa elite pol\u00edtica que se diz esclarecida e progressista, mas \u00e9, t\u00e3o s\u00f3, portadora de uma cegueira ideol\u00f3gica. <\/p>\n<p>O Presidente da Republica, ao rejeitar, no passado 2 de Maio, novo referendo ao Aborto, f\u00ea-lo seguramente por quest\u00f5es de conjuntura pol\u00edtica como disse em comunicado. Mas a decis\u00e3o n\u00e3o se esgota nos aspectos conjunturais. No in\u00edcio de nova Legislatura na Assembleia da Republica, \u00e9 aquela decis\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3 ditada pela for\u00e7a das circunst\u00e2ncias, mas tamb\u00e9m uma resposta positiva para aqueles e aquelas que ter\u00e3o filhos, ainda que carecidos de apoio, um alerta ao governo para que n\u00e3o resuma a agenda politica \u00e0 problem\u00e1tica do aborto, um apelo \u00e0 responsabilidade na cidadania, e por fim a constata\u00e7\u00e3o de que as circunst\u00e2ncias que em 98 levaram \u00e0 vit\u00f3ria do N\u00c3O ao ABORTO, n\u00e3o se alteraram, mantendo-se v\u00e1lida a consulta de ent\u00e3o. <\/p>\n<p>Toda a lei penal tem aspectos estigmatizantes e indesej\u00e1veis, mas neste caso h\u00e1 que perguntar &#8211; Quantos milhares de vidas n\u00e3o se salvam por ser o aborto sancionado penalmente? <\/p>\n<p>A decis\u00e3o do Presidente da Republica \u00e9 tamb\u00e9m assim um convite a que se continue a salvar vidas humanas. <\/p>\n<p>Isilda Pegado<\/p>\n<p>Presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa Pela Vida<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pensar a Vida<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-17120","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17120","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17120"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17120\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17120"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17120"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17120"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}