{"id":17153,"date":"2009-07-08T12:11:00","date_gmt":"2009-07-08T12:11:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17153"},"modified":"2009-07-08T12:11:00","modified_gmt":"2009-07-08T12:11:00","slug":"novos-paineis-de-francisco-cunha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/novos-paineis-de-francisco-cunha\/","title":{"rendered":"Novos pain\u00e9is de Francisco Cunha"},"content":{"rendered":"<p>Na Igreja e Centro Social e Paroquial da Moita <!--more--> O artista pl\u00e1stico aveirense Francisco Cunha concebeu novos pain\u00e9is de azulejos para a Igreja Matriz e para o Centro Social Paroquial da Moita, obras que resultam do convite que lhe foi endere\u00e7ado pelo Padre Victor Manuel Nunes Espadilha, p\u00e1roco da Moita, no concelho de Anadia.<\/p>\n<p>O convite surgiu na continua\u00e7\u00e3o dos trabalhos j\u00e1 realizados por Francisco Cunha, nomeadamente da s\u00e9rie de pain\u00e9is de azulejos, de grandes dimens\u00f5es, concebidos em 2008 e que est\u00e3o colocados na capela-mor da Igreja Matriz.<\/p>\n<p>Para o Centro Social e Paroquial, Francisco Cunha concebeu um painel que simboliza o \u201cAcolhimento\u201d. O artista idealizou uma imagem que representa \u201cCristo a acolher e a proteger as pessoas, de v\u00e1rias idades, que se dirigem ao Centro Social e Paroquial para receberem carinho, conforto e protec\u00e7\u00e3o. A par disso, no painel h\u00e1 tamb\u00e9m a ideia da liberta\u00e7\u00e3o, ou seja, poder\u00e1 ser o final feliz para todos aqueles, especialmente os mais idosos, que ali s\u00e3o acolhidos\u201d. <\/p>\n<p>\u201cEm cima, recortei o painel para dar a sensa\u00e7\u00e3o de estar aberto, onde coloquei umas pombas que s\u00e3o o s\u00edmbolo de liberdade, do esp\u00edrito e das almas a subirem (ascenderem) ao C\u00e9u, para a protec\u00e7\u00e3o divina e para a liberta\u00e7\u00e3o de todas as dores e problemas que as pessoas sentem, em especial aquelas que s\u00e3o acolhidas naquele Centro Social e Paroquial\u201d, explica o artista.<\/p>\n<p>O painel \u00e9 em tons s\u00e9pia (castanhos), por \u201cuma quest\u00e3o de enquadramento, embora eu tamb\u00e9m goste muito de traba-lhar com os tons de s\u00e9pia, ainda que o azul seja uma cor do nosso azulejo tradicional. O s\u00e9pia \u00e9 uma cor que, para este tipo de pain\u00e9is, tem mais for\u00e7a. Em termos de arquitectura, o edif\u00edcio do Centro Social e Paroquial da Moita \u00e9 muito contempor\u00e2neo, est\u00e1 pintado com tons amarelo. Por isso, achei que o azul n\u00e3o ficaria muito bem integrado. O painel est\u00e1 colocado numa parede exterior, que parece ter sido feita de prop\u00f3sito para ter esse painel, que tem uma envolv\u00eancia muito bonita e junto a um jardim que ir\u00e1 ter flores, pelo que tamb\u00e9m n\u00e3o optei por uma painel colorido de modo a evitar o contraste de cores. O castanho combina com os materiais utilizados no edif\u00edcio, nomeadamente as tijoleiras em terracota e as cores amarela e bege\u201d, elucidou Francisco Cunha.<\/p>\n<p>O painel tem dois metros de largura por tr\u00eas metros e meio de altura. Foi executado com azulejos quadrados de 15 por 15 cent\u00edmetros.<\/p>\n<p>Cardoso Ferreira<\/p>\n<p>Mais dois pain\u00e9is para o interior da igreja<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na Igreja matriz da Moita Francisco Cunha tem v\u00e1rios pain\u00e9is. Em 2008, instalou dois grandes pain\u00e9is no interior da capela-mor, ilustrando \u201d a vida de Santiago, padroeiro da Igreja Matriz da Moita. Nessa altura tamb\u00e9m contou com o apoio do Padre Victor, nomeadamente na visita a Santiago de Compostela.<\/p>\n<p>Agora, o templo volta a receber mais dois pain\u00e9is de Francisco Cunha, os quais \u201cs\u00e3o um complemento \u00e0 \u2018hist\u00f3ria\u2019 que j\u00e1 tinha feito de Santiago\u201d, conclui o artista. Estes dois novos trabalhos do artista aveirense ficam colocados tamb\u00e9m no interior da igreja.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Igreja e Centro Social e Paroquial da Moita<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-17153","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17153","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17153"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17153\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}