{"id":17281,"date":"2009-07-22T11:21:00","date_gmt":"2009-07-22T11:21:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17281"},"modified":"2009-07-22T11:21:00","modified_gmt":"2009-07-22T11:21:00","slug":"verdade-no-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/verdade-no-amor\/","title":{"rendered":"Verdade no amor"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 sens\u00edvel a diminui\u00e7\u00e3o dos Casamentos realizados na Igreja Cat\u00f3lica. Ousar conscientemente dar esse passo envolve um elevado grau de heroicidade, porque \u00e9 marcar a diferen\u00e7a, \u00e9 remar contra a mar\u00e9. Urge, portanto, que se apoiem e estimulem os noivos que decidem tomar essa decis\u00e3o, a \u00fanica coerente com a sua condi\u00e7\u00e3o de baptizados. <\/p>\n<p>Na sua recente enc\u00edclica \u201cCaridade na Verdade\u201d, o Papa deixa-nos, logo de in\u00edcio, uma pista que bem pode ser motivo de trabalho e reflex\u00e3o nos encontros preparat\u00f3rios para o Matrim\u00f3nio. Num mundo de meias verdades e mentira, de farsas e sedu\u00e7\u00f5es, a clareza da verdade na rela\u00e7\u00e3o amorosa \u00e9 pressuposto necess\u00e1rio para um compromisso s\u00f3lido.<\/p>\n<p>\u201cA verdade \u00e9 luz que d\u00e1 sentido e valor \u00e0 caridade. Esta luz \u00e9, simultaneamente, a luz da raz\u00e3o e a da f\u00e9, atrav\u00e9s das quais a intelig\u00eancia chega \u00e0 verdade natural e sobrenatural da caridade: identifica o seu significado de doa\u00e7\u00e3o, acolhimento e comunh\u00e3o\u201d &#8211; CV 3. <\/p>\n<p>A\u00ed est\u00e1 um primeiro ponto fundamental: \u00e9 preciso libertar a raz\u00e3o para pensar; \u00e9 fundamental iluminar a f\u00e9, para conhecer o sentido profundo da vida e das atitudes a tomar. S\u00f3 o contributo de ambas levar\u00e1 a perceber a exig\u00eancia e o car\u00e1cter gratificante da doa\u00e7\u00e3o, do acolhimento, da comunh\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cSem verdade, a caridade cai no sentimentalismo. O amor torna-se um inv\u00f3lucro vazio, que se pode encher arbitrariamente. \u00c9 o risco fatal do amor numa cultura sem verdade; acaba prisioneiro das emo\u00e7\u00f5es e opini\u00f5es contingentes dos indiv\u00edduos, uma palavra abusada e adulterada, chegando a significar o oposto do que \u00e9 realmente\u201d &#8211; CV 3.<\/p>\n<p>Numa civiliza\u00e7\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es e sentimentos, de relativismo porque a verdade objectiva se submete ao \u201cgosto\u201d, nada mais f\u00e1cil do que os projectos de vida a dois serem caminhos desfasados, inv\u00f3lucros cheios de sonhos e ilus\u00f5es, de anseios ego\u00edstas de satisfa\u00e7\u00e3o pessoal, submetidos a todos os ventos de arbitrariedades pessoais ou \u201cvendidas\u201d pela \u201cmoda\u201d de ocasi\u00e3o\u2026 Mais do que subst\u00e2ncia suficiente e exigente para revis\u00e3o de vida dos que pensam realizar o sacramento do Matrim\u00f3nio!<\/p>\n<p>Verdade no namoro, precisa-se! Verdade nas rela\u00e7\u00f5es familiares, precisa-se!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 sens\u00edvel a diminui\u00e7\u00e3o dos Casamentos realizados na Igreja Cat\u00f3lica. Ousar conscientemente dar esse passo envolve um elevado grau de heroicidade, porque \u00e9 marcar a diferen\u00e7a, \u00e9 remar contra a mar\u00e9. Urge, portanto, que se apoiem e estimulem os noivos que decidem tomar essa decis\u00e3o, a \u00fanica coerente com a sua condi\u00e7\u00e3o de baptizados. Na [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[],"class_list":["post-17281","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17281","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17281"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17281\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17281"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17281"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17281"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}