{"id":17394,"date":"2011-06-01T09:15:00","date_gmt":"2011-06-01T09:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17394"},"modified":"2011-06-01T09:15:00","modified_gmt":"2011-06-01T09:15:00","slug":"votar-e-um-dever","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/votar-e-um-dever\/","title":{"rendered":"Votar \u00e9 um dever"},"content":{"rendered":"<p>O voto \u00e9 uma decis\u00e3o livre. Dever c\u00edvico fundamental, ele torna-se o instrumento poss\u00edvel para que o povo exprima a sua vontade sobre pessoas e programas de governa\u00e7\u00e3o, seja local, seja central.<\/p>\n<p>\u00c9 manifesto que as for\u00e7as partid\u00e1rias, sedentas de alcan\u00e7ar o poder, dizem verdades, meias verdades e muitas mentiras, para conseguir os seus objectivos. Da\u00ed que, muitas vezes, as campanhas n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o s\u00e3o elucidativas, como lan\u00e7am imensas d\u00favidas e confus\u00f5es. A fatia dos indecisos \u00e9 sempre muito expressiva at\u00e9 ao momento final, o da vota\u00e7\u00e3o. E, muitas vezes, depende da \u00faltima tirada pat\u00e9tica ou sedutora a op\u00e7\u00e3o que vai surgir no boletim de voto.<\/p>\n<p>Apesar de tudo, o povo n\u00e3o \u00e9 cego nem louco. Pode ceder a alguma tentativa de suborno com promessas de satisfa\u00e7\u00e3o de interesses imediatos, \u00e9 certo. Mas uma grande parte do eleitorado pondera sempre alguns factores, totalmente verdadeiros ou n\u00e3o, e procura fazer uma escolha ponderada.<\/p>\n<p>As \u00e1rvores conhecem-se pelos seus frutos, todos sabemos. E, se avaliarmos os frutos produzidos pela governa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o poderemos concluir que temos tido boas \u00e1rvores a dirigir o Pa\u00eds.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o descalabro financeiro, que nos traz de cinto apertado e de garganta angustiada, que nos faz tremer perante o futuro e ter de fazer apelo \u00e0s mais profundas raz\u00f5es de esperan\u00e7a para n\u00e3o desistir. Foi a delapida\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, a instrumentaliza\u00e7\u00e3o da vida, a consagra\u00e7\u00e3o da mentira como verdade pol\u00edtica, o favorecimento de amigos e correligion\u00e1rios, a promiscuidade das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, a degrada\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria justi\u00e7a, a manga larga que faz crescer a inseguran\u00e7a, a educa\u00e7\u00e3o a voltar \u00e0 selva!<\/p>\n<p>Um Pa\u00eds sem rumo, sem ideais, sem propostas, que se prepara para \u201cmatar airosamente os idosos\u201d, com as restri\u00e7\u00f5es e o isolamento, que semeou ilus\u00f5es a granel nos sonhos dos jovens e agora lhes cerceia caminhos de realiza\u00e7\u00e3o e de utilidade social.<\/p>\n<p>Mudar \u00e9 indispens\u00e1vel! Deixar cair quem nos enganou at\u00e9 ao \u00faltimo instante \u00e9 a atitude sensata. D\u00favidas temos. Mas cegos n\u00e3o somos, para aceitar que algu\u00e9m, que deveria ter outra postura, nos venha dizer que este primeiro-ministro ficar\u00e1 para a hist\u00f3ria como o melhor de todos os tempos. Apesar de tudo, quem o disse foi bem melhor!<\/p>\n<p>Votar \u00e9 um dever! Votar por Portugal exige bom senso e coragem! Ser portugu\u00eas \u00e9 votar por Portugal!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O voto \u00e9 uma decis\u00e3o livre. Dever c\u00edvico fundamental, ele torna-se o instrumento poss\u00edvel para que o povo exprima a sua vontade sobre pessoas e programas de governa\u00e7\u00e3o, seja local, seja central. \u00c9 manifesto que as for\u00e7as partid\u00e1rias, sedentas de alcan\u00e7ar o poder, dizem verdades, meias verdades e muitas mentiras, para conseguir os seus objectivos. 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