{"id":17492,"date":"2011-06-15T09:58:00","date_gmt":"2011-06-15T09:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17492"},"modified":"2011-06-15T09:58:00","modified_gmt":"2011-06-15T09:58:00","slug":"vigilia-de-pentecostes-encerrou-terceira-etapa-pastoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/vigilia-de-pentecostes-encerrou-terceira-etapa-pastoral\/","title":{"rendered":"Vig\u00edlia de Pentecostes encerrou terceira etapa pastoral"},"content":{"rendered":"<p>Afirma\u00e7\u00e3o da for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo e din\u00e2mica da luz marcaram a celebra\u00e7\u00e3o diocesana do Pentecostes, com que se se concluiu uma etapa dedicada \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e a liturgia.<\/p>\n<p>\u201cA hora \u00e9 de vig\u00edlia da noite a anunciar dias novos de miss\u00e3o, radicada na forma do Evangelho e voltada para o mundo a quem somos enviados como comunicadores da f\u00e9, da esperan\u00e7a e do amor\u201d, afirmou o Bispo de Aveiro na Vig\u00edlia de Pentecostes, que congregou centenas de crist\u00e3os, de todos os pontos da Diocese, na noite de 11 de Junho, na S\u00e9 de Aveiro. \u00c0 mesma hora, como afirmou o leitor na introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o, uns \u201cpasseavam pelas ruas da cidade\u201d, outros \u201caceleravam as suas motos nas estradas\u201d, preparavam-se para \u201cdar um p\u00e9 de dan\u00e7a numa qualquer discoteca\u201d ou estavam \u201ccomodamente instalados no conforto das suas casas\u201d. \u201cN\u00f3s preferimos parar, sintonizar \u00aba onda\u00bb do Esp\u00edrito de Deus, encontrar abrigo junto de Deus e uns dos outros, deixar-nos envolver pela paz e alegria que s\u00f3 o encontro profundo com Deus e com os irm\u00e3os podem dar\u201d, disse o leitor.<\/p>\n<p>Viveu-se, pois, mais de uma hora de ora\u00e7\u00e3o, porque, disse o Bispo de Aveiro, \u201csomos Igreja orante\u201d, \u201csentimos necessidade de rezar\u201d, \u201capercebemo-nos progressivamente da centralidade da ora\u00e7\u00e3o na nossa vida e na vida das nossas comunidades\u201d.<\/p>\n<p>Concluindo uma etapa pastoral dedicada \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 liturgia, a terceira em ordem ao jubileu dos 75 anos da restaura\u00e7\u00e3o da diocese, D. Ant\u00f3nio Francisco afirmou: \u201cA ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a alma do culto crist\u00e3o. \u00c9 parte constitutiva da vida, da celebra\u00e7\u00e3o, da festa e do testemunho dos crentes. Na humildade, rezamos pedindo; na esperan\u00e7a, rezamos agradecendo; na alegria, rezamos louvando; nas horas de fragilidade, rezamos implorando perd\u00e3o; na comunh\u00e3o de irm\u00e3os, rezamos construindo comunidade; no sil\u00eancio da contempla\u00e7\u00e3o, adoramos Deus fonte de vida. A ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o nos retira da realidade. D\u00e1-nos uma consci\u00eancia nova da realidade, vista com plena lucidez, \u00e0 luz da f\u00e9 e na perspectiva da salva\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A vig\u00edlia foi tamb\u00e9m um \u201ctempo de envio\u201d. \u201cAcreditamos que o Esp\u00edrito Santo \u00e9 a nossa luz e for\u00e7a e nos d\u00e1 coragem para a profecia, aud\u00e1cia para crescer em santidade e ousadia renovada e criativa para a miss\u00e3o\u201d, proclamou o Bispo de Aveiro.<\/p>\n<p>A celebra\u00e7\u00e3o ficou marcada pela din\u00e2mica da luz. No rito penitencial, acendeu-se o c\u00edrio pascal. Depois da homilia, para \u201csaborear\u201d o Esp\u00edrito de Deus, acenderam-se as velas da assembleia a partir do c\u00edrio pascal, enquanto eram explicados os sete dons do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>No final da celebra\u00e7\u00e3o, foi distribu\u00edda por todos uma pequena brochura contendo o projecto do Plano Diocesano de Pastoral Lit\u00fargica. Pretende-se que a proposta seja reflectida em grupos, comunidades ou mesmo individualmente. A partir das diversas achegas elaborar-se-\u00e1 o plano definitivo, como j\u00e1 aconteceu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Pastoral Social. A pr\u00f3xima etapa pastoral ser\u00e1 dedicada \u00e0 fam\u00edlia.<\/p>\n<p>\u201cBispo, j\u00e1 rezaste?\u201d<\/p>\n<p>\u201cAcompanha-me desde Janeiro passado aquela inesperada, surpreendente e interpelativa pergunta de uma crian\u00e7a de um jardim de inf\u00e2ncia na nossa diocese, que logo pela manh\u00e3 quando visitava a sua escola me dizia: \u00abBispo, j\u00e1 rezaste?\u00bb E quando lhe devolvi a palavra: \u00abPorque me fazes esta pergunta?\u00bb Ele respondeu: \u00abPorque eu j\u00e1 rezei.\u00bb<\/p>\n<p>Nesta resposta simples e singela de uma crian\u00e7a sinto a voz de uma Igreja orante, verdadeiro povo de Deus em ora\u00e7\u00e3o: sacerdotes, di\u00e1conos, consagrados e consagradas; crian\u00e7as e jovens, fam\u00edlias por inteiro, aqueles que sofrem pela doen\u00e7a e pelas prova\u00e7\u00f5es e aqueles que lutam por um mundo melhor.<\/p>\n<p>Tenho encontrado em muitos crist\u00e3os uma maior procura de ora\u00e7\u00e3o e sinto que existe em muitas pessoas, mesmo aparentemente mais distanciadas da f\u00e9, uma grande nostalgia de Deus e uma progressiva, ainda que discreta, busca de Deus\u201d.<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Francisco. Excerto da homilia da Vig\u00edlia de Pentecostes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afirma\u00e7\u00e3o da for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo e din\u00e2mica da luz marcaram a celebra\u00e7\u00e3o diocesana do Pentecostes, com que se se concluiu uma etapa dedicada \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e a liturgia. \u201cA hora \u00e9 de vig\u00edlia da noite a anunciar dias novos de miss\u00e3o, radicada na forma do Evangelho e voltada para o mundo a quem somos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-17492","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17492","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17492"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17492\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17492"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17492"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17492"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}