{"id":17610,"date":"2011-06-22T10:06:00","date_gmt":"2011-06-22T10:06:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17610"},"modified":"2011-06-22T10:06:00","modified_gmt":"2011-06-22T10:06:00","slug":"22-de-junho-na-historia-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/22-de-junho-na-historia-de-aveiro\/","title":{"rendered":"22 de Junho na Hist\u00f3ria de Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>1565 \u2014 Por um alvar\u00e1 desta data, El-Rei D. Sebasti\u00e3o concedeu uma ten\u00e7a de 20.000 r\u00e9is anuais ao insigne aveirense e primeiro gram\u00e1tico portugu\u00eas, Padre Fern\u00e3o de Oliveira, \u00abcl\u00e9rigo de missa que leu casos de consci\u00eancia no Convento dos Freires de S. Tiago, em Palmela\u00bb. Em 2010, sob coordena\u00e7\u00e3o de Carlos Morais, foi publicado o livro \u201cFernando Oliveira. Um Humanista Genial\u201d, que aborda as diversas facetas desta personalidade ligada a Aveiro.<\/p>\n<p>1569 \u2014 O duque de Aveiro, alcaide-mor, nomeou o carcereiro do castelo de Coimbra.<\/p>\n<p>1644 \u2014 Vindas do Convento de Nossa Senhora do Loreto, da vila de Almeida, chegaram a Aveiro e hospedaram-se no pal\u00e1cio de D. Beatriz de Lara e Meneses as religiosas franciscanas que, em 2 de Agosto do mesmo ano, deram entrada no Convento da Madre de Deus, em S\u00e1.<\/p>\n<p>1668 \u2014 Em nome e com procura\u00e7\u00e3o de D. Pedro de Lencastre, quinto duque de Aveiro, o Padre Dr. Bibiano Pinto da Silva tomou posse da vila, acto que constituiu um acontecimento memor\u00e1vel e do qual se lavrou um auto extremamente curioso.<\/p>\n<p>1779 \u2014 Por despacho desta data, foi nomeado superintendente das Obras da Barra de Aveiro Francisco Ant\u00f3nio Gravito Sim\u00f5es da Veiga, daqui natural e desembargador dos Agravos da Suplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>1808 \u2014 Revoltada contra o dom\u00ednio franc\u00eas, a C\u00e2mara Municipal mandou arvorar numa das janelas dos Pa\u00e7os do Concelho a bandeira da cidade, repicar os sinos, iluminar as casas e restaurar os escudos das armas portuguesas picadas por ordem de Junot. O povo percorreu as ruas da cidade, dando vivas \u00e0 Santa Religi\u00e3o, \u00e0 Fam\u00edlia Real e \u00e0 Casa de Bragan\u00e7a. Na s\u00e9, ent\u00e3o a igreja da Miseric\u00f3rdia, cantou-se um solene Te-Deum, com a assist\u00eancia do prelado da Diocese, D. Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Cordeiro.<\/p>\n<p>1808 \u2014 O bispo de Aveiro, D. Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Cordeiro, ordenou aos p\u00e1rocos e aos demais sacerdotes sob a sua jurisdi\u00e7\u00e3o que, como fi\u00e9is vassalos e leais portugueses, reconhecessem a autoridade de Sua Alteza Real o Pr\u00edncipe Regente e promovessem todas as poss\u00edveis de\u00admonstra\u00e7\u00f5es de alegria, repicando os sinos e pondo lumin\u00e1rias, durante tr\u00eas dias consecutivos, e celebrando um Te-Deum em cada igreja da Diocese.<\/p>\n<p>1817 \u2014 A Santa Casa da Miseric\u00f3rdia de Aveiro levou a efeito a extrac\u00e7\u00e3o de uma lotaria, com cujos lucros iniciou a constru\u00e7\u00e3o do seu hospital, na Rua Direita, junto \u00e0 respectiva igreja, onde havia existido o palacete dos Marizes Balac\u00f3s. A lotaria fora autorizada pelos decretos de 5 de Outubro de 1815 e de 21 de Maio de 1816.<\/p>\n<p>1840 \u2014 Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o Coelho de Magalh\u00e3es, Manuel Jos\u00e9 Mendes Leite, Ant\u00f3nio Rodrigues Sampaio e Joaquim da Fonseca Silva e Castro fundaram em Lisboa o jornal \u201cA Revolu\u00e7\u00e3o de Setembro\u201d, que teve larga projec\u00e7\u00e3o na vida pol\u00edtica da \u00e9poca.<\/p>\n<p>1850 \u2014 Faleceu Jos\u00e9 Ant\u00f3nio da Silva Le\u00e3o, bar\u00e3o de Almofala, que fez as campanhas da Guerra Peninsular e, mais tarde, foi ministro da Guerra e vogal do Supremo Conselho de Justi\u00e7a Militar.<\/p>\n<p>1856 \u2014 Foi conduzida processionalmente da igreja de S. Domingos e paroquial de Nossa Senhora da Gl\u00f3ria para a capela de S. Jo\u00e3o do Rossio a imagem de S. Sebasti\u00e3o, que pertencera \u00e0 demolida matriz de S. Miguel, tendo-se incorporado no pr\u00e9stito a C\u00e2mara Municipal, as irmandades e o povo. De manh\u00e3, houve Missa Solene em S. Domingos; os Pa\u00e7os do Concelho estiveram embandeirados durante o dia; e a popula\u00e7\u00e3o aveirense, animada pela restitui\u00e7\u00e3o ao culto da veneranda imagem, manifestou por diversos modos o seu regozijo.<\/p>\n<p>1857 \u2014 Foi passada carta de professor de Franc\u00eas e de Ingl\u00eas no Liceu de Aveiro a Jos\u00e9 Correia de Freitas Silva de Carvalho.<\/p>\n<p>1905 \u2014 O Governo autorizou finalmente a C\u00e2mara Municipal a proceder \u00e0 demoli\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio do Convento das Carmelitas, no que fosse necess\u00e1rio para a abertura da pra\u00e7a projectada.<\/p>\n<p>Fonte: \u201cCalend\u00e1rio Hist\u00f3rico de Aveiro\u201d, <\/p>\n<p>de Ant\u00f3nio Christo e Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1565 \u2014 Por um alvar\u00e1 desta data, El-Rei D. 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