{"id":17667,"date":"2011-07-06T09:38:00","date_gmt":"2011-07-06T09:38:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17667"},"modified":"2011-07-06T09:38:00","modified_gmt":"2011-07-06T09:38:00","slug":"governador-civil-faz-balanco-positivo-na-hora-do-adeus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/governador-civil-faz-balanco-positivo-na-hora-do-adeus\/","title":{"rendered":"Governador civil faz balan\u00e7o positivo na hora do adeus"},"content":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Mota, \u00faltimo governador civil de Aveiro, diz ter \u201cconsci\u00eancia plena do dever cumprido\u201d e d\u00e1 nota de um lucro de 300 mil euros.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia da sua comunica\u00e7\u00e3o ao novo ministro da Administra\u00e7\u00e3o Interna e da decis\u00e3o tomada pelo Conselho de Ministros de 27 de Junho, Jos\u00e9 Mota bem como os restantes 17 governadores civis deixam os seus cargos, os quais segundo o novo governo, ser\u00e3o agora extintos.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Mota, em missiva dirigida \u00e0s entidades e institui\u00e7\u00f5es distritais com quem o Governo Civil trabalhou de forma mais pr\u00f3xima, referiu que \u201cdurante o tempo em que foi chamado ao desempenho desta miss\u00e3o\u201d procurou \u201cdar sempre\u201d o seu melhor e \u201cfazer o que melhor sabia em prol da defesa dos interesses do distrito, das suas institui\u00e7\u00f5es e dos seus cidad\u00e3os\u201d. O balan\u00e7o da sua miss\u00e3o, considera, \u201c\u00e9 francamente positivo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO apoio e acompanhamento prestados, nomeadamente nas \u00e1reas da protec\u00e7\u00e3o civil, da seguran\u00e7a p\u00fablica, da seguran\u00e7a rodovi\u00e1ria, bem como o apoio ao movimento associativo distrital ou assun\u00e7\u00e3o das representa\u00e7\u00f5es do governo central na \u00e1rea do distrito, a par dos servi\u00e7os administrativos prestados por este organismo, permitem-nos olhar para este mais de ano e meio de trabalho com orgulho e com a consci\u00eancia de que muito foi feito e conseguido\u201d, refere Jos\u00e9 Mota.<\/p>\n<p>O \u00faltimo governador civil de Aveiro n\u00e3o deixa de recordar os mais de 175 anos da institui\u00e7\u00e3o com algum lamento: \u201cO novo governo decidiu p\u00f4r fim aos governos civis, organismos com mais de 175 anos que resistiram a momentos de profundas mudan\u00e7as na hist\u00f3ria de Portugal. Criados em plena monarquia, resistiram \u00e0s reformas decorrentes da revolu\u00e7\u00e3o republicana de 5 de Outubro, \u00e0 1.\u00aa Rep\u00fablica, ao regime fascista do Estado Novo, ao 25 de Abril e, por fim, a estes nossos 37 anos de democracia\u201d, para agora terminarem \u00e0s m\u00e3os do novo governo.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Mota refere ainda que deixa o cargo \u201cna consci\u00eancia plena do dever cumprido\u201d e com proveitos para o Estado. \u201cPara al\u00e9m de todos os servi\u00e7os prestados, deixamos, no caso concreto do Governo Civil de Aveiro, um lucro anual de mais de 300 mil euros para o Estado\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Por fim, adianta que do ponto de vista pessoal \u201cfoi extraordinariamente gratificante e um enorme prazer\u201d ter desempenhado a \u201cfun\u00e7\u00e3o de representante do Governo\u201d e de, com isso, \u201cter podido contribuir para um distrito melhor e um Portugal melhor\u201d.<\/p>\n<p>Mais ocorr\u00eancias, mas menos \u00e1rea ardida<\/p>\n<p>no distrito de Aveiro<\/p>\n<p>Os resultados analisados na reuni\u00e3o da protec\u00e7\u00e3o civil do dia 29 de Junho, a \u00faltima presidida pelo governador civil Jos\u00e9 Mota, demonstraram que, apesar do aumento das ocorr\u00eancias (um maior n\u00famero de in\u00edcio de inc\u00eandios), registou-se uma diminui\u00e7\u00e3o da \u00e1rea ardida em compara\u00e7\u00e3o com os dados dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>\u201cEste facto revela que os meios da protec\u00e7\u00e3o civil no terreno, nomeadamente os bombeiros e a coordena\u00e7\u00e3o efectuada, t\u00eam sido de grande efic\u00e1cia, n\u00e3o permitindo que as igni\u00e7\u00f5es registadas resultem em inc\u00eandios, sobretudo em inc\u00eandios florestais\u201d, l\u00ea-se numa nota do Governo Civil.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Mota atribui este facto \u00e0 \u201cexcelente coordena\u00e7\u00e3o e entendimento que tem existido entre todos os agentes da protec\u00e7\u00e3o civil no distrito para al\u00e9m do facto de \u201cos bombeiros estarem hoje muito melhor equipados\u201d, gra\u00e7as tamb\u00e9m \u201cao apoio do Governo Civil\u201d na aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos de protec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Mota aproveitou a ocasi\u00e3o para deixar uma palavra de alento ao Comandante Operacional Distrital e a todos os que comp\u00f5em o n\u00facleo duro da protec\u00e7\u00e3o civil aveirense, desejando que \u201ca aus\u00eancia do Governo Civil\u201d n\u00e3o coloque em causa a capacidade operacional que o CDOS (Comando Distrital de Opera\u00e7\u00f5es de Socorro) e os bombeiros t\u00eam revelado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Mota, \u00faltimo governador civil de Aveiro, diz ter \u201cconsci\u00eancia plena do dever cumprido\u201d e d\u00e1 nota de um lucro de 300 mil euros. 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