{"id":17673,"date":"2011-07-06T09:45:00","date_gmt":"2011-07-06T09:45:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17673"},"modified":"2011-07-06T09:45:00","modified_gmt":"2011-07-06T09:45:00","slug":"menos-moliceiros-numa-regata-lenta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/menos-moliceiros-numa-regata-lenta\/","title":{"rendered":"Menos moliceiros numa regata lenta"},"content":{"rendered":"<p>Presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro quer altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o para que naveguem mais moliceiros.<\/p>\n<p>Os primeiros moliceiros eram esperados pelas 16h, na antiga lota de Aveiro. Chegaram depois das 19h. O pouco vento que se sentiu no dia 2 de Julho, s\u00e1bado, fez com que a 26.\u00aa regata fosse uma das mais lentas dos \u00faltimos anos. \u00c0 frente de todos chegou o \u201cDoroteia Ver\u00f3nica\u201d, de Gon\u00e7alo Vieira, jardineiro, residente na Branca, mas com origens na Torreira. Seguiram-se os moliceiros \u201cZ\u00e9 Rito\u201d e \u201cAnt\u00f3nio Garete\u201d, que t\u00eam propriet\u00e1rios hom\u00f3nimos. Dos 11 moliceiros que integraram a regata, n\u00famero inferior a anteriores edi\u00e7\u00f5es, alguns optaram por usar o motor, ficando desclassificados da prova n\u00e1utica. Foi o caso de Virg\u00edlio Pinto, do \u201cSara e Cristina\u201d, que resumiu a situa\u00e7\u00e3o com humor: \u201cA regata correu bem. Quando havia vento, p\u00fanhamos a vela. Quando n\u00e3o havia, lig\u00e1vamos o motor\u201d.<\/p>\n<p>O p\u00f3dio do concurso dos pain\u00e9is foi ocupado pelos moliceiros \u201cZ\u00e9 Rito\u201d (1.\u00ba), \u201cAnt\u00f3nio Garete\u201d (2.\u00ba) e \u201cA. Rendeiro\u201d (3.\u00ba).<\/p>\n<p>Durante a atribui\u00e7\u00e3o de pr\u00e9mios, ao princ\u00edpio da tarde de domingo, a Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro (AARBM) manifestou desagrado por os donos dos moliceiros n\u00e3o poderem circular com os barcos em actividades recreativas. A legisla\u00e7\u00e3o exige que sejam detentores de carta de patr\u00e3o local, n\u00e3o lhe dando equival\u00eancia \u00e0 c\u00e9dula de moliceiro, o que faz com que pessoas com d\u00e9cadas de experi\u00eancia na Ria n\u00e3o possam sequer passear com a fam\u00edlia na embarca\u00e7\u00e3o. Se quiserem faz\u00ea-lo, t\u00eam de tirar uma licen\u00e7a na capitania, enviar uma rela\u00e7\u00e3o das pessoas que v\u00e3o no barco e fazer um seguro. \u201cH\u00e1 dias, um senhor com anos e anos de experi\u00eancia quase n\u00e3o conseguia tirar a carta porque o seu problema era n\u00e3o saber como responder a um teste de cruzinhas, porque de resto sabia tudo sobre a Ria e como navegar\u201d, contou ao Correio do Vouga Manuel Augusto Gomes de Oliveira, presidente da AARBM, considerando imprescind\u00edvel a altera\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o para \u201cver o moliceiro a navegar na nossa Ria\u201d com mais frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Miguel Matias, da Costa Nova, serviu-se do momento em que recebia o seu pr\u00e9mio de participa\u00e7\u00e3o na regata para criticar a AARBM. Tendo recuperado o moliceiro \u201cPardilhoense\u201d, lamentou que a associa\u00e7\u00e3o que promove a embarca\u00e7\u00e3o t\u00edpica da Ria n\u00e3o lhe tenha dado qualquer apoio financeiro. <\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro quer altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o para que naveguem mais moliceiros. Os primeiros moliceiros eram esperados pelas 16h, na antiga lota de Aveiro. Chegaram depois das 19h. 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