{"id":17787,"date":"2011-07-13T10:13:00","date_gmt":"2011-07-13T10:13:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17787"},"modified":"2011-07-13T10:13:00","modified_gmt":"2011-07-13T10:13:00","slug":"a-minha-vida-quotidiana-e-o-teu-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-minha-vida-quotidiana-e-o-teu-dia\/","title":{"rendered":"A minha vida quotidiana \u00e9 o teu dia"},"content":{"rendered":"<p>Texto <!--more--> Meu Deus, se tudo pode contribuir para afastar-me de Ti, se a pr\u00f3pria ora\u00e7\u00e3o e as santas celebra\u00e7\u00f5es e o recolhimento do convento e todas as decep\u00e7\u00f5es da vida n\u00e3o podem salvar-me do perigo de estar longe de Ti, concluo que as coisas santas, mesmo parecendo distintas da minha vida quotidiana, s\u00e3o parte integrante dela. Sim, e neste caso, a minha vida quotidiana\u201d n\u00e3o \u00e9 somente a parte mais longa. N\u00e3o, \u00e9 toda a minha vida. A minha vida inteira \u00e9 \u201cquotidiana\u201d. Nela, tudo \u00e9 capaz de me estragar, de me arrebatar o \u00fanico necess\u00e1rio: Tu, \u00f3 meu Deus.<\/p>\n<p>Sim; mas, embora seja verdade que n\u00e3o me reservaste um ref\u00fagio sempre pronto a encontrar-te, embora seja verdade que tudo pode contribuir para te perder, a Ti, o \u00danico, ent\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 necessariamente preciso que eu possa encontrar-te em todas as coisas. Porque \u00e9 imposs\u00edvel que o homem n\u00e3o chegue a Ti. Portanto, \u00e9 preciso que te procure por toda a parte em todas as coisas. Cada um dos dias da minha vida quotidiana \u00e9 o teu dia: dia da tua gra\u00e7a, dia do teu amor.<\/p>\n<p>Tudo, na minha vida, \u00e9 quotidiano e, contudo, cada um dos meus dias \u00e9 o teu dia. Assim, meu Deus, compreendo, uma vez mais, o que h\u00e1 muito j\u00e1 sei. E o que a minha intelig\u00eancia me repetiu muitas vezes, eu o compreendo de uma maneira mais viva no meu cora\u00e7\u00e3o. Porque para que servem as verdades da intelig\u00eancia se n\u00e3o alimentam a vida do meu cora\u00e7\u00e3o? <\/p>\n<p>Karl Rahner (1904-1984)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-17787","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espiritualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17787","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17787"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17787\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17787"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17787"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17787"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}